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Hiper-realidade do marketing

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O vídeo é de 2008, mas segue válido. A dica foi do Gerd Leonhard, um dos maiores futurólogos da mídia segundo o Wall Street Journal, músico e autor dos célebres “Media 2.0” e “The Future of Music” (é, ele entendeu toda essa mudança da música na era digital).

HSM Management Highlights | A bolha das marcas

00000822713Para avaliar como as marcas afetam o desempenho financeiro, presente e futuro, das empresas, John Gerzema (chief insights officer da Young & Rubicam) e Ed Lebar (CEO da firma de consultoria Brand Asset) compararam suas bases de dados de marcas com 15 anos de dados financeiros fornecidos pela Compustat da Standard & Poor e pelo Center for Research in Security Prices, da University of Chicago, que estuda um universo específico de 900 “monomarcas” multinacionais, cuja marca única e poderosa dá origem a 80% do faturamento da respectiva empresa (entre elas, estão Intel, McDonald’s e Microsoft). Apesar de a valorização das marcas nas bolsas de valores ter sido crescente desde que iniciamos nossa coleta de dados, eles descobriram que:

  • os índices de confiabilidade nas marcas caíram mais de 50%, 
  • a percepção de qualidade, 24%; 
  • o conhecimento das marcas, 20%;  
  • a estima e consideração, 12%. 

Eles investigaram o que está causando tal deterioração e chegaram a uma conclusão sobre os diversos fatores que sugam a percepção sobre (e o desejo por) as marcas entre os consumidores, sintetizados em três fundamentais:

  1.  Quantidade excessiva. Há uma nova realidade com a qual as empresas deparam: o mundo foi inundado por marcas e está mais difícil para os consumidores avaliar as diferenças entre elas. Em 2006, o Patent and Trademark Office, instituto de propriedade industrial dos Estados Unidos, registrou 196,4 mil novos produtos; 100 mil acima do que fora registrado em 1990. Um supermercado médio hoje conta com 30 mil marcas diferentes, três vezes mais do que há 30 anos. A globalização e a concorrência crescente contribuem ainda mais para o grande número de marcas.
  2. Falta de criatividade. Em um mundo com Hulu, YouTube e Twitter, os consumidores estão constantemente expostos a conteúdos brilhantes e podem compartilhá-los. O resultado é o aumento do “coeficiente de criatividade” do consumidor, que espera sempre grandes ideias das marcas e que venham rapidamente.
  3. Perda de confiança. Hoje o grau de confiança que os consumidores depositam nas marcas é muito pequeno em comparação com 10 anos atrás. A fé da sociedade nas instituições, nas empresas e nos líderes foi seriamente afetada pelos escândalos políticos e corporativos.

Para enfrentar esses problemas, More »

Post-its de domingo: tablets e e-books, inovação contra custo Brasil e eike-calculator

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  • Primeiro foi o Kindle da Amazon (e toda a evolução da empresa de Jeff Bezos catalisada pelo aparelhinho, como mostramos na HSM Management nº 78). Agora está chegando o iPad da Apple. E, em breve,  virá o Courier da Microsoft. Os leitores de livro eletrônico (e-readers ou tablets) prometem grandes mudanças no front editorial. E o Brasil está tentando pegar a onda com pelo menos dois projetos, BraView e Mix Leitor D. Mas um leitor do Update or Die, o Marcello, me ajudou a ver o foco errado da inovação brasileira. Como saímos atrasados, tecnologicamente é difícil que consigamos alcançar os outros, mas podíamos focar na inovação de conteúdo e ocupando o mercado doméstico, enquanto os grandes não dão bola para o Brasil. Marcello sugeriu um e-reader voltado para advogados, carregado com todos os códigos atualizados, no qual se possa ler as peças sem precisar imprimir nada. Achei essa segmentação instrumental bem interessante e, diferente dos velhos CD-ROMs, isso pode ser constantemente atualizado, não é? A Penguin Books, grande editora, está fazendo sua parte, como vemos no vídeo acima. 
  • Quando lemos as notícias sobre inovação reversa nas empresas, inovação que acontece nos mercados emergentes e depois vai para os desenvolvidos, os exemplos citados são invariavelmente de lugares de consumidores abaixo da linha da pobreza e predominantemente rurais, como Índia e China. Ou seja, a ideia se aplica à parte Índia do Brasil, mas não à parte Bélgica. No entanto, existe uma oportunidade de inovação de emergente também para nossa parte Bélgica e surge de um estudo da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) recentemente divulgado, que informa que o custo Brasil encarece 36,27% os produtos brasileiros em relação aos fabricados na Alemanha e nos Estados Unidos (não estamos falando dos da China, hein?!). A inovação da parte Bélgica tem de ser a que “compense” o custo Brasil assim como a inovação feita na Índia “compensa” o consumidor sem recursos. Para pensar.
  • Para finalizar, e relaxar, uma brincadeira que rolou na internet na semana que passou, por conta do empresário brasileiro Eike Batista, que, anunciou-se, agora ocupa a 8ª posição no ranking Forbes de homens mais ricos do mundo. Eu particularmente tenho alguma dificuldade de entender o ocorrido, porque Eike ocupava o 61º lugar um ano antes; entendo que a progressão não seja mais aritmética, e sim geométrica, porém, no caso dele, parece ter sido uma progressão “quântica”. De qualquer modo, seus méritos são inegáveis. A brincadeira da vez é a eike-calculator, que mostra quanto tempo você levará (vamos ser otimistas!), com projeções simples baseadas em sua renda atual, para juntar uma fortuna do tamanho da dele. Também é para pensar.

Uma visão masculina do universo feminino

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Na última segunda-feira, mais uma vez foi comemorado o Dia Internacional da Mulher. Pensei até em fazer um blog em homenagem àquelas que tanto enchem nossos olhos, nossos corações e nossas vidas. Ao fazer a barba, olhei no espelho e de repente me caiu uma ficha: “Julio Sergio, todo dia é dia delas”.

Então me perguntei: “por que não escolher outro dia para levantar essa bandeira de que não existe dia especial para valorizar a figura de quem nos é tão importante”? Seja mãe, esposa, filha, neta, amante, amiga e companheira; a mulher é um símbolo de força, garra, determinação e coragem.

Mas nós homens precisamos deixar de ser hipócritas e despertar para a realidade: como realmente enxergamos o sexo feminino em nossas vidas? Poucos reconhecem que sem elas não conseguimos viver, que somos dependentes de seu afeto e das suas habilidades em conduzir tão sabiamente a família, que precisamos delas para perpetuar nosso sobrenome, que o prazer do sexo só existe porque elas existem, que o mundo fica mais doce quando elas estão por perto.

Vou além, muitos homens ainda trazem o ranço do preconceito, acham que lugar de mulher é na cozinha - alguns, inclusive, casam porque querem alguém para cuidar dele, da casa e dos filhos -, não aceitam ter mulher como chefe e tratam como mulher-objeto aquelas que têm um comportamento considerado “mais avançado”. Para nós, homens, há o desafio de acabar de vez com o preconceito e machismo que ainda sobram. Para as mulheres, a missão de mudar a cabeça dos homens desde criança, quando educam seus filhos.

Não posso deixar de compartilhar a história que ouvi de uma amiga que morou muitos anos em Recife. Sua mãe ficou chocada ao ver a vizinha falar para o filho de apenas cinco anos: “Engula o choro Hermaninho, porque homem não chora”. Logo ela uma psicóloga e que, curiosamente, reclamava dos homens nordestinos por serem machistas. Acredito muito na forma como as mães educam seus filhos, da mesma forma que, muitas vezes, acredito estar na mão das mulheres a chave do nosso futuro.

Como homem, reconheço a “mea culpa”. Está na hora de tratar a mulher como ela merece. E não se trata de parabenizá-las apenas no dia em que se instituiu o Dia Internacional da Mulher. São pequenos gestos diários que fazem a diferença. Que tal começar por atitudes cavalheiras - que jamais deveriam ser consideradas “démodé” por essa nova geração -, como abrir a porta do carro e puxar a cadeira no restaurante, ou posturas discriminatórias, evitando comentários quando alguém te fecha no trânsito, do tipo: “Só podia ser mulher”.

Pior ainda é o machismo de muito marmanjo que não suporta ver a esposa ou namorada ganhando mais. É preciso enxergar que a mulher ganhou voz, muito embora continue ocupando poucos cargos de chefia e recebendo salários mais baixos do que os homens - segundo a última pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as mulheres ganham salários 27,7% inferiores aos dos homens.

Talvez porque ainda nos assustamos com  o novo perfil da mulher, muito mais ousado e revolucionário. Apesar de descobrirmos que cada vez mais entendemos menos as mulheres, esquecemos que elas continuam gostando de ser paparicadas sem ser confundidas como fúteis. Sim, as mulheres hoje não querem ser admiradas só por seus atributos físicos (claro que faz bem para o ego delas!), mas pelo espaço que vêm conquistando no mercado de trabalho.

Já perceberam como elas invadiram o mundo corporativo? Vivemos rodeados por elas e como nosso dia a dia ficou menos duro e mais feliz. Aqui fica minha homenagem às mulheres, que devem receber flores e atenção todos os dias.

O que o cliente quer?

Esta semana o HSM Online traz mais uma reportagem da série do Especial de Redes Sociais. Falando desta vez sobre o relacionamento entre empresa e cliente na Era das Mídias Sociais, a matéria procura mostrar a visão de alguns especialistas sobre o novo jeito das companhias se relacionarem. Confira um trecho da matéria e clique aqui para ler a reportagem completa.

Não há fatos tão novos assim quando pensamos em relacionamento entre empresa e cliente pela internet. Basta fazer o trivial de sempre e esperar o retorno, certo? Errado. O trivial que funciona, ou quase funciona no relacionamento presencial, nem sempre vai dar o mesmo resultado web. Especialistas garantem: ética, confiança e profissionalismo devem permear sempre as relações das empresas com os seus clientes, seja por qual meio a comunicação aconteça.

Giro da Semana em Gestão

Você sabe quais são alguns erros que levam as empresas a fecharem suas portas? Frederico Amory, consultor da Eficaz consultoria de gestão, especialista em reestruturação organizacional e empresas familiares, sugere 30 razões que podem levar as empresas a quebrarem. Entre elas estão algumas questões administrativas, financeiras e processos.

E por falar em processos, estruturá-los em épocas de tantas mudanças tecnológicas como estamos vivendo é fundamental. Desenvolver confiança, relacionamento e proximidade são algumas das características que devem ser preservadas e cultivadas pelos gestores, aposta Francisco Alberto Madia de Souza, diretor-presidente do MadiaMundoMarketing.

Governança de Riscos e Conformidades, padrões de excelência para a sobrevivência das empresas e um bom planejamento para fusões e aquisições também estão entre os temas que permearam os assuntos de Gestão desta semana no HSM Online. Confira!

30 razões que levam uma empresa a fechar as portas

Gestão e Realidade: atualidade exige mais serenidade das lideranças

Governança de Riscos e Conformidades pode ser a chave do sucesso

Padrões de Excelência garantem sobrevivência das empresas

Avaliação e planejamento são decisivos para fusões e aquisições

Acerte a mão para inovar na Web 2.0

Uma das primeiras reportagens do Especial sobre Redes Sociais traz a visão de especialistas do mercado sobre o que é realmente inovar. Para eles, a inovação começa dentro de casa.

Gil Giardelli, coordenador dos cursos na ESPM de Inovação Digital, afirma, por exemplo, que o conceito de redes sociais no Brasil ainda está muito ligado as ferramentas mais populares como Orkut, Facebook etc. Já para Luli Radfaher, professor em Comunicação Digital da ECA-USP, usar bem as redes sociais é não mudar os fundamentos da comunicação.

Clique aqui e confira a matéria completa: Acerte a mão para inovar na Web 2.0

HSM Management Highlights: Catalisadores > inovadores e estrategistas, por Jeanne Liedtka

00000822712Jeanne Liedtka, professora da Darden School, escreveu um artigo polêmico na HSM Management nº 78, baseado em pesquisa, cujos highlights são estes:

Pedimos a alunos da University of Virginia, recrutadores e participantes de programas de educação executiva que indicassem um líder de crescimento que eles conhecessem pessoalmente e reunimos 225 candidatos de empresas tão diferentes quanto Best Buy, Dell, Dow Chemical, NBC, UBS e Pfizer.

Desse grupo, identificamos 25 indivíduos que haviam conquistado crescimento orgânico de primeira linha. Entrevistamos esses gestores em profundidade e descobrimos que o crescimento não é necessariamente o resultado de estratégias que enxerguem longe ou de produtos e tecnologias radicalmente inovadores. Obviamente, esses fatores podem ajudar, mas, com frequência, o crescimento sustentável é propiciado por dirigentes operacionais cuja liderança dê início a algo como uma reação química que leve a resultados significativos.

Assim, esses são gestores catalisadores. Eles costumam partir do mesmo patamar de todas as demais pessoas: sem informação, capacidade ou contato com cliente privilegiados. No entanto, conseguem feitos extraordinários. O que eles fazem? É o oposto daquilo que muitos gestores acreditam. Os catalisadores têm sucesso, porque se libertam dos grilhões do modo tradicional de fazer as coisas em suas empresas. Eles se destacam tanto pelo que não fazem como pelo que fazem. Por exemplo, os catalisadores não “pensam grande” nem “deixam os números falar” ou segmentam o mercado de acordo com um conjunto de variáveis demográficas sem sentido. Eles nem mesmo se apoiam em focus groups.

São seis suas principais lições:

  1. Não olhe para cima, mas para dentro de você.
  2. O peso não está em suas costas, mas em sua cabeça.
  3. Nada nesta vida é coisa do outro mundo –você apenas tem de reenquadrar a situação.
  4. Comece sempre pelas bordas.
  5. Lidere as pessoas, em vez de amá-las.
  6. Entenda que velocidade anima “a galera”.

PS: Os catalisadores são ainda especialistas em “lançamentos de aprendizado”. O que é isso?Trata-se de processos que se concentram em fazer pequenas apostas em velocidade (tem a ver com as lições de nº 3, 4 e 6). Ao mesmo tempo que minimizam os riscos assim, eles aceleram o aprendizado e permitem gerar insights rapidamente a partir da experiência direta com o mercado.

REPETINDO COM MAIS ÊNFASE: Para Liedtka, ser catalisador é mais importante do que ser inovador ou estrategista.

A Marca Não É Igual ao Ativo Intangível das Empresas. Ela é mais um dos Intangíveis!

Ou do contrário, o Capital Intangível das empresas, grosseiramente dado pela diferença entre seu valor de mercado e patrimônio líquido, seria igual ao valor da marca bradado pelos institutos de brand valuation (cada qual chegando, por metodologias diferentes, a valores diferentes para as marcas das mesmas empresas).

Contas e números, no final do dia, são coisas mais sérias e menos sujeitas a análises puramente palpiteiras do que discursos apaixonados sobre o âmago intrínseco da personalidade marcante da marca corporativa… ou qualquer absurdo lingüístico e retórico que seja escolhido para defender pontos de vista ingênuos, mal-formados ou mesmo mal-intencionados.

Mais ainda, seguindo pelo caminho das obviedades, diversas empresas em diversos segmentos de mercado (ex. atacado e infra-estrutura) mal precisam de sua marca para se tornarem relevantes e sim… terem reputação transacional.

Valorize-se a marca das empresas sim. Mas não esqueçamos de fazer as contas certas… porque o preço dessa negligência, geralmente, são marcas valiosíssimas e empresas machucadíssimas.

Foco no cliente

Cliente tem sempre a razão. Essa máxima é sempre lembrada em quase todos os artigos que lemos sobre marketing. De uma forma ou de outra o recado sempre é dado. O cliente deve ser ouvido sempre, observado e atendido prontamente. Seja o cliente externo ou interno, a atenção deve ser a mesma. Confira abaixo a opinião de especialistas sobre o tema e comente as suas percepções e vivências.

O desafio da prestação de serviço: a experiência do cliente

É possível aprimorar o database marketing por meio das redes sociais?

Endomarketing em nova perspectiva

Tendências para o varejo no e-commerce

Como convergir para o consumo popular

Como entrar no mercado de Food Service.

foodserviceMuito se fala sobre o crescimento do mercado de Food Service no Brasil e no mundo, eu mesmo já mencionei em meus artigos alguns números que refletem este crescimento,  e a tendência é que continue neste ritmo para os próximos anos, principalmente no Brasil

Quando as empresas de alimentos lêem ou escutam notícias sobre Food Service a primeira coisa que elas pensam é: também posso pegar carona nesta onda. Acredito que podem e devem pegar esta onda, pois é um mercado muito promissor.

Algo que nunca comentei em meus textos e nunca li nada a respeito é sobre como entrar neste mercado. Para pegar a onda neste mercado são necessários alguns investimentos:

* Pessoas dedicadas (Vendas, Marketing e Trade Mkt)
* Treinamentos;
* Produtos Específicos;
* Embalagens Específicas;
* P&L próprio;
* Logística dedicada.

Talvez você possa estar se perguntando: Então para entrar no mercado de alimentação fora do lar são necessários todos estes pontos mencionados acima? Eu respondo: Este seria o mundo ideal, porém se a empresa tiver um ou mais destes pontos acima já é possível dar um primeiro passo.

Em minha opinião, ter uma equipe de vendas dedicada é imprescindível, não vejo como atender o mercado Food Service com equipe de vendas compartilhada, pois o “approach” ao cliente é totalmente diferente.

Sabemos também que o mercado de Food Service não é um mercado de embalagens e sim um mercado de solução ao operador, porém se a empresa sempre atuou no varejo é bem provável que nem todos os produtos e embalagens de seu portfólio sejam adequados a este mercado.

Então, antes de pegar esta onda é necessário que a empresa tenha  em mente que para não ficar apenas na superficialidade deste instigante mercado, são necessários alguns investimentos, os quais nunca são divulgados junto com as cifras de crescimento e tendência de Food Service. Pense nisto!

Abs,

Alexandre Silva

Courier, o tablet da Microsoft

As primeiras informações “vazaram” na sexta no blog Engadget: a ambição é de ser um organizador da vida digital do usuário (e claramente um rival do Apple iPad), a interface tem 2 telas como se fosse um livro, é acessável por toque e com stylus, lojas próprias estão nos planos. Vi no Telegraph. E gostei.

O que atrapalha a vida de um líder?

O dia-a-dia de um gestor é cercado de altos e baixos. Muitos deles estão tão focados em resolver o operacional que acabam tendo pouco tempo para ousar em suas estratégias e pensar em inovação. O que faz, muitas vezes, deixar o discurso bem longe da prática.

Pensando neste aspecto, o HSM Online quer saber: Qual é o maior entrave no dia-a-dia das lideranças? E o que você sugere para melhorar estes problemas? Clique aqui e participe deste debate.

Elas em foco

Nesta última segunda-feira, dia 8 de março - Dia Internacional da Mulher, vimos diversas notícias sobre a ascensão feminina no mercado de trabalho. O HSM Online preparou uma entrevista colaborativa com Marlene Ortega, da Business Professional Woman (BPW) que traz algumas reflexões sobre o tema. Clique aqui e confira as perguntas enviadas por nossos internautas. Entre alguns questionamentos está a questão dos erros  cometidos pelas mulheres nas lideranças. Confira!

Às mulheres, a merecida homenagem

Ao invés de fazer um post simplesmente homenageando as Mulheres, decidi resgatar a origem desta data, já que nada é mais importante do que suas conquistas e história.

A ideia da existência de um dia internacional da Mulher foi proposta na virada do século XX, no contexto da Segunda Revolução Industrial, quando ocorre a incorporação da mão-de-obra feminina em massa, na indústria.

As condições de trabalho, frequentemente insalubres e perigosas, eram motivo de frequentes protestos por parte dos trabalhadores. As operárias em fábricas de vestuário e indústria têxtil foram protagonistas de um desses protestos contra as más condições de trabalho e os baixos salários, em 8 de Março de 1857, em Nova Iorque.

Na Rússia, as comemorações do Dia Internacional da Mulher foram o estopim da Revolução russa de 1917. Em 8 de março daquele ano, a greve das operárias da indústria têxtil contra a fome e contra a participação do país na Primeira Guerra Mundial precipitou os acontecimentos que resultaram numa Revolução.

Lenin então decidiu torná-lo um dia oficial que, durante o período soviético, permaneceu numa celebração da “heróica mulher trabalhadora”. No entanto, o feriado rapidamente perderia a vertente política e tornar-se-ia numa ocasião em que os homens manifestavam a simpatia ou amor pelas mulheres; uma mistura das festas ocidentais do Dia das Mães e do Dia dos Namorados, com ofertas de prendas e flores dos homens às mulheres.

No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado durante as décadas de 1910 e 1920, perdendo força na sequência, sendo revitalizado pelo movimento feminista da década de 1960. E em 1975 foi designado como o Ano Internacional da Mulher.

Essas foram apenas algumas situações da história. Depois de tantas barreiras sociais e movimentos, para aquelas que hoje conquistaram seus merecidos lugares também no mundo dos negócios, parabéns pelo seu dia!

Fonte data/histórias: Wikipedia



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