O Brasil é um país “quase competitivo”, costuma dizer Silvio Meira. Por mais que doa em nós essa classificação, aceitá-la é o primeiro passo para mudá-la, sabemos todos. Mas não custa também lembrar o que dizia Peter Drucker, a quem dedico meus post-its dominicais: o Brasil tem seu modo próprio de fazer as coisas, diferente do que deveria ser e diferente de como os outros fazem – e acaba dando certo.
O 1º post-it é uma homenagem direta ao Brasil percebido por Drucker. O segundo, homenagem indireta, tendo em mente que Drucker admirava Brasil e Índia, e várias de suas soluções; aborda o “século dos mercados emergentes”. O terceiro independe de Drucker (mas… que ele ia gostar das mídias sociais, isso ia).
- A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) desenvolveu um tipo de pavimento poroso que funciona como se fosse areia de praia e permite que as águas escoem e cheguem aos rios e córregos com mais facilidade. Apesar do preço 20% superior ao do asfalto comum (o que pode ser diluído com implantação em larga escala), ele faz com que as ruas absorvem com rapidez a água da chuva e pode ajudar a reduzir os impactos das enchentes em cidades como São Paulo. Leiam mais aqui.
- “O mundo não é plano como disse o Tom Friedman. O mundo está destacando os mercados emergentes.” Quem afirmou isso, três anos atrás, é o autor da expressão “emerging markets”, Antoine van Agtmael (ele criou a expressão “mercados emergentes” quando trabalhava no IFC, braço do Banco Mundial; hoje presidente a administradora de fundos Emerging Markets Management, que gerencia….Alguém arrisca um número? Tudo bem, eu falo: US$ 13 bilhões. Vejam o vídeo abaixo e entendam melhor essa dicotomia veteranos x calouros no mundo. É curto; vale a pena.
- O terceiro post-it é a sugestão de um blog a acompanhar: Socialnomics, do Erik Qualman. Falamos muito de freeconomics, freakconomics etc., mas a economia das redes sociais talvez seja a mais urgente e importante (lembrando da matriz de gerenciamento do tempo de Stephen Covey) de entender agora.










Para avaliar como as marcas afetam o desempenho financeiro, presente e futuro, das empresas, John Gerzema (chief insights officer da Young & Rubicam) e Ed Lebar (CEO da firma de consultoria Brand Asset) compararam suas bases de dados de marcas com 15 anos de dados financeiros fornecidos pela Compustat da Standard & Poor e pelo Center for Research in Security Prices, da University of Chicago, que estuda um universo específico de 900 “monomarcas” multinacionais, cuja marca única e poderosa dá origem a 80% do faturamento da respectiva empresa (entre elas, estão Intel, McDonald’s e Microsoft). Apesar de a valorização das marcas nas bolsas de valores ter sido crescente desde que iniciamos nossa coleta de dados, eles descobriram que:
