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BusinessWeek : 10 melhores livros de inovação e design

businessweek

Pessoal,

continuando na linha da inovação, segue a lista dos 10 melhores livros de inovação e design apontados pela revista BusinessWeek em 2008 :

- Closing the Innovation Gap : Reigniting the spark of creativity in a global economy (Judy Estrin);

- Disrupting Class : How disruptive innovation will change the way the world learns (Clayton Christensen, Curtis W. Johnson, Michael B. Horn);

- The Endless City (Ricky Burdett and Deyan Sudjic);

- The Game-Changer: How You Can Drive Revenue and Profit Growth with Innovation (A.G. Lafley and Ram Charan); More »

Mini-Safári de Inovação

lampada

Pessoal,

muito tem se falado sobre inovação, mas o principal foco da mídia tem sido a inovação em produto. Ocorre que a inovação não se restringe a inovar em produtos, mas também deve ser considerada como um importante fator no desenvolvimento da estratégia de negócios da empresa. Diferentes autores como Peter Drucker, Gary Hamel e Clayton Christensen, entre outros, vêm destacando que a inovação não pode ficar restrita a novos produtos, processos e serviços.

A inovação tem um significado maior, especialmente relacionado à inovação do modelo de negócios e na gestão e, mais recentemente, à inovação de valor. Para demonstrar as diferentes dimensões da inovação e sua capacidade de criar riqueza, e inspirado no livro “Safári de Estratégia” do professor Henry Mintzberg, resolvi escrever esse post como um mini-safári sobre o conceito de inovação de alguns grandes autores iniciando com Schumpeter com sua visão da destruição criativa, passando por Drucker e Christensen com suas visão sobre inovação como valor agregado e sobre o dilema da inovação, finalizando com Hammel com sua visão de inovação na estratégia e no modelo de gestão. More »

Por que Lula não pode trabalhar com Previsão do Tempo!

(Por Daniel Domeneghetti via Drop Post)

“Lá, a crise é um tsunami. Aqui, se chegar, vai ser uma marolinha, que não dá nem para esquiar”

Como sabemos, marolas são ondicas despretensiosas que só assustam pequenos peixes e alguns crustacinhos. Lula definiu essa crise do subprime assim. Não é.
Não é marola porque não é pequena. Não é marola porque não estável. Não é marola porque é cíclica e pode assumir, dependendo das condições locais, proporções de tsunami.
A atual crise está mais para uma monção… aquele tipo de fenômeno climático característico da Ásia amarela, que pode se comportar ora como uma simples tempestade, ora como um tsunami. Depende das condições em que acontece.
A novidade é que a economia global será cada vez mais parecida com aquela região da Ásia. Será regida por monções cíclicas, que poderão, de tempos em tempos, e dependendo das condições, se transformarem em tsunami, como esta em que vivemos hoje tem sido para diversos países.
Estudos do SRC (Strategy Research Center) da DOM Strategy Partners apontaram para o que os analistas e pesquisadores da empresa convencionaram chamar de “Receita Infalível para a Eclosão de Crises Sistêmicas Globais”, ou, em português claro… como chegar da Marola ao Tsunami em pouco tempo. Vejamos os indícios:

•    Mercados entrelaçados com hedges globais num mundo dolarizado
•    Multinacionais, governo e bancos americanos operando no mundo todo
•    Informação disponível instantaneamente em fluxo intermitente e interdependente a qualquer um
•    Oportunidades espalhadas pelos quatro cantos do mundo
•    Sistemas de Governança Global insuficientes
•    E a eterna Condição Humana buscando sua Indulgência do Curto Prazo
•    Surge o Dilema da Confiança Positiva:
•    Há um fundo de verdade nos ganhos e sucessos de diversos players (empresas, investidores, governos, trabalhadores, etc)

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ExpoManagement 2009 lança o “Século de Drucker”

Crise nos mercados financeiros, empresas vulneráveis, instituições políticas em xeque. Esses fenômenos só fazem confirmar a transição que atravessamos rumo a um novo tipo de economia, caracterizada pelo trabalho do conhecimento – exatamente como o previu o pai da administração moderna, Peter Drucker.

Em 2009, será celebrado no mundo inteiro o  Centenário de Peter Drucker, para lembrar que o mestre não apenas antecipou essa transição, mas também apontou os melhores caminhos para ela, que se apoiam em eficácia na gestão, liderança, ética e responsabilidade social. A HSM tem a honra de anunciar que a ExpoManagement São Paulo 2009 foi escolhida, pelo The Drucker Institute e pela The Drucker School, como o evento oficial e exclusivo no Brasil para essa comemoração. Convidamos você, portanto, a reunir-se com os mais renomados líderes, acadêmicos, homens e mulheres de negócios e experts mundiais do management nesta ExpoManagement especial. Juntos, conseguiremos transformar o século 21 no “Século de Drucker”, revendo seus conselhos para implementar o trabalho do conhecimento e criando assim um futuro melhor. Sim, porque o futuro pode ser melhor ou pior; só depende de nós. Como o próprio Drucker gostava de dizer, “ a única maneira de prever o futuro é inventá-lo.”

30 de novembro é o primeiro dia da ExpoManagement 2009. Que seja também o
primeiro dia do “Século de Drucker

Cabeça não é HD - Parte 2

Este é um post-comment. Acontece que o updater @jorgecarvalho trouxe para cá um assunto que muito me interessa: o uso de nossa capacidade cognitiva em atividades que vão além do armazenamento de informação. Então, resolvi aproveitar o post e o seu ótimo título para amplificar um pouco mais essa discussão por aqui.

Não preciso contar para ninguém que a quantidade de informação que existe hoje fora da sala de aula supera de longe a quantidade de dados e informações existentes dentro dela. E que as crianças deveriam aprender a lidar com toda essa informação que já está disponível, do que memorizá-la para que um dia, talvez, possam usá-la. Certo?

Porém, mesmo sabendo disso, as escolas e universidades brasileiras (inclui as universidades a pedido do Felipe Pacheco) - com raras exceções, preferem ignorar a realidade e seguir adiante com suas pastelarias. A grande ironia é que as vítimas dos seus ingredientes são crianças e adolescentes que já vivem em uma sociedade em rede, mas que mesmo assim precisam se enquadrar nos esquemas obsoletos e mesquinhos de pais e educadores sem visão.

No último final de semana, acompanhei o martírio do meu sobrinho de apenas oito anos ao se preparar para as provas trimestrais. Sem exagero, foi de dar dó. A quantidade de informação que ele deveria saber na “ponta da língua” era impraticável. A mãe, louca para que o filho seja um dos primeiros da classe - e presa a um paradigma que já era obsoleto há trinta anos, ali do lado que nem um leão de chácara. Sua grande ameaça, a antiga e famosa chamada oral. De tudo que vi naquele dia a única coisa que faltou, comparado às histórias que minha mãe contava sobre sua infância, foi a vara de marmelo. O resto foi exatamente igual: pressão, medo e tristeza.

Sei que milhares de crianças passam por isso diariamente. E que as escolas particulares, em especial, com o intuito de manter seu status quo e de mostrar serviço, se aliam a pais que adoram o esquema enlatado “preparação para o vestibular” que começa logo após a alfabetização (uma pena), onde simulados pré-vestibulares ocorrem mensalmente a partir do quinto ano do ensino fundamental.

Mas meu Deus, quem precisa disso?

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A herança das “milícias” invadindo o Senado

brasiliaMais um escândalo atinge a esfera pública brasileira. Velhos personagens, que nunca saem de cena, voltam ao centro do palco como protagonistas de maracutaias dignas de páginas policiais. Os holofotes, desta vez, estão direcionados ao presidente do Senado, José Sarney, que a cada dia que passa se afunda mais e mais em um atoleiro de revelações recheadas de episódios sórdidos sobre sua conduta e de seus auxiliares diretos.

Estamos diante, novamente, de uma total falta de ética e de esquemas de fraude de arrepiar qualquer cidadão. Aproveito, então, para fazer um paralelo com o mundo corporativo. Acho que seria de bom tom - ou quem sabe de fundamental importância - o Senado brasileiro se espelhar nas boas práticas de governança tão pregadas no universo dos negócios.

O que o mundo corporativo tem a ensinar ao nosso Senado? Tudo. Não é possível ficarmos passíveis a inúmeras irregularidades de revoltar o País. Precisamos de transparência na prestação de contas (como uma espécie de “accountability”); de uma gestão pública eficiente, capaz de permitir um total controle de gastos, que vete abusos, atos secretos e acabe de vez com funcionários fantasmas; de um contundente planejamento estratégico; da instalação de comitê de auditoria para fiscalizar as contas da Casa e os atos de seus administradores.

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Sputnik Observatory, um novo TED?

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harrisO Sputnik Observatory é uma organização educacional sem fins lucrativos que desde 1994 se dedica ao estudo da cultura contemporânea. Para o desenvolvimento do novo portal deles, foi chamado o designer Jonathan Harris. O resultado é muito parecido com o TED.  São diversos vídeos onde os principais pensadores mundiais nas áreas das Artes, Tecnologia e Ciências são entrevistados. Todo conteúdo está aberto e pode ser baixado em diversos formatos. O mais interessante é que a medida que você navega, os vídeos assistidos vão sendo jogados em uma espécie de caminho que posteriormente pode ser gravado com o nome e descrição que você mesmo escolher. Esses “caminhos” ficam gravados e qualquer pessoa pode acessá-los. Para o lançamento, o tema explorado é Bactéria. Por que bactéria? A bactéria sobreviveu desde os primórdios da humanidade, não pela sua capacidade de lutar e ganhar, mas pela sua capacidade de se integrar, fazer netwooks e trocar informação. Já está nos meus favoritos.

Acesse aqui.

Realidade aumentada e o uso pelas empresas

Luiz Gonzaga da Silveira Jr, professor dos cursos de Jogos Digitais e Engenharia da Computação da Unisinos, deu esta entrevista ao site Baguete sobre realidade aumentada (RA). É um assunto que esquenta a cada dia que passa. Vale a pena conferir:
 
Qual deve ser a preocupação das empresas na hora de criar uma ação de RA?
O contexto a ser empregada a RA deve ser previamente bem definido, incluindo perguntas básicas como “é adequado o uso de RA na minha ação?” “vai agregar alguma informação signficativa?!” isso porque costuma-se criar um alarde enorme, mas sem sustentação, em torno de tecnologias da moda. 
Veja o caso do Second Life. A Realidade Aumentada foi “descoberta” agora por algumas áreas, como publicidade e jogos, e criou-se um mito de que tudo vai ficar mais interessante e chamativo se tiver RA. Isso não é necessariamente verdade e portanto, deve-se tomar muito cuidado para não investir tempo e dinheiro de forma equivocada. 
O grande exemplo é o jogo Eye of Judgement da Sony, que é visualmente muito interessante, mas, após algum tempo, os jogadores se sentem incomodados com os objetos 3D, porque o jogo é mais interessante que as animações em si.

Você acha que a RA deve se consolidar no Brasil? Em quanto tempo?
Acho que está consolidada em todos os níveis no Brasil, estamos formando profissionais capacitados, a tecnologia já foi dominada pela academia e está ganhando os seus principais veiculadores, com um certo sucesso. Resta desenvolvemos ferramentas de suporte mais robustas e resolvermos problemas relativos a qualidade das câmeras e iluminação, além das limitações dos sistemas computacionais. Assim, teremos soluções mais baratas, visualmente mais interessante e que funcionam em ambientes menos controlados.

A realidade aumentada tende a ficar mais restrita ao meio acadêmico e de games?
Não. O exemplo é a publicidade, os sistema empregados em esporte, como o tira-teima, além das aplicações da indústria de aviões de combate que já empregam há anos e com grande sucesso. Outras áreas como medicina, aviação, marketing, turismo, dispositivos móveis, dentre outras, já tem seus cases e estão buscando torná-los mais estáveis e vendáveis. 

Depois do jump, a explicação do especialista da Unisinos para o que é Realidade Aumentada e seus quatro tipos.
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Prisoner of the State | Para entender a China

Adorei a lista de livros que nos ajudam a entender nossos tempos, publicada na post abaixo, e queria destacar principalmente o de Zhao Ziyang, porque compreender a China é obrigatório para todos, claro, mas para gestores de negócios em particular.

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Depois do jump, o texto do vídeo em inglês.

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Newsweek: Os 50 livros para nosso tempo

Quais são os 50 livros para o mundo em que vivemos hoje? Não estamos falando de uma lista de melhores mas sim dos mais pertinentes. Essa foi a indagação que a revista americana Newsweek resolveu responder. Abaixo a lista com os 10 primeiros.

1- The Way We Live Now - Anthony Trollope

2- The Looming Tower - Lawrence Wright

3- Prisoner of the State - Zhao Ziyang

4- The Big Switch - Nicholas Carr

5- The Bear - Willian Faulkner

6- Winchell - Neal Glaber

7- Random Family - Adrian Nicole LeBlanc

8- Night Draws Near - Anthony Shadid

9- Predictably Irrational - Dan Ariely

10- God: A Biography - Jack Miles

Desses 10 ai de cima, eu já li e recomendo o Big Switch (A Grande Mudança em português). Já falamos do livro por diversas vezes aqui no blog e o considero fundamental para quem quer entender a revolução digital que passamos hoje.  Nicholas Carr estará no Brasil no final do ano como palestrante da ExpoManagement.

Outro livro da lista que tem muito a ver conosco é a posição 9 com Dan Ariely. Esse eu não li mas estou muito animado para ver a sua palestra no Fórum de Marketing em Agosto. É claro que já falamos dele aqui no blog, sua especialidade é a Economia do Comportamento.

E você? Já leu algum dos livros da lista? Deixe um comentário falando o que achou.

Veja a lista completa: aqui

Virus of the Mind

(Por Walter Longo via Y&R UoD)

Esse agora é o livro de cabeceira: Virus Of The Mind, explica tudo sobre Memética, como somos influenciados por pensamentos e afirmações que estão praticamente “no ar”…Vale a pena pesquisar e entender mais sobre o assunto, ainda mais para quem se interessa ou trabalha com comunicação e publicidade, para entender e aprender como as marcas também se aproveitam disso para ganhar lugar não só na cabeça, mas também no coração dos consumidores, sem que eles nem percebam o que está acontecendo.

Quem quiser pode acessar a versão digital gratuita no Google Books: aqui

Cabeça não é HD

Gordon Brown, um dos principais pesquisadores do Microsoft Research Silicon Valley Group, acaba de lançar um livro a respeito das transformações trazidas pela capacidade de “gravarmos tudo” o que acontece a nossa volta. Total Recall, explora uma transformação importante, principalmente se pensarmos  na longevidade humana. Agora não temos mais que lembrar tudo, existem serviços e produtos que nos ajudam nesse processo. Nossa mente fica livre para trabalhos mais complexos como criar e analisar.

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via @ChrisAnderson

iPhone 3GS, o primeiro vídeo

Você deve estar se perguntando: O que será que tem de novo nesse tal de iPhone 3GS. Esse post não vai ser chato, falando de todas as atualizações e novidades do telefone. Vou falar de uma nova utilidade pra ele, a possibilidade de gravar vídeo na nova câmera de 3MP. Com um só click você posta ele no You Tube. Abaixo o primeiro deles, espere por muitos outros pipocando por ai.

Technologic Overkill”,  um robô tentando se manter relevante em um mundo tomando pela tecnologia.

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<via>

Post-its de domingo: crianças na web, nomes e investidores de risco

Hoje volto ao formato habitual dos post-its. Lembrando: eles são dicas de inspirações para inovar que se encontram online e as escrevo semanalmente em homenagem a Peter Drucker. O mestre dizia aos gestores que usassem o final da noite de domingo para planejar a semana entrante e assim ganhar eficiência e eficácia. Eu adaptei o conselho, sugerindo que usem esse tempinho para uma navegação descomprometida pela internet que possa gerar novas e importantes ideias – e o mapa está aqui. (São pequenas dicas, por isso as batizei de post-its, mas nada impede que virem grandes business plans.)

  • Para começar, deem um pulo no Migux, espécie de orkut infantil brasileiro. Em cerca de um ano de existência, tem já 1,5 milhão de crianças cadastradas. Conforme explicação para os pais no site, trata-se de um ambiente imersivo onde, por meio de avatares e em situações multiusuários, as crianças podem criar sua página pessoal (em forma de casinha personalizável), comunicar-se com seus amigos individual ou coletivamente, deixar recados nos murais da sua rede, colecionar objetos, jogar e fazer várias atividades educativas e divertidas. Não sei se acho bom ou ruim como mãe (um ponto positivo nesse aspecto, sem dúvida, é eles terem preocupação explícita com segurança e estimularem a participação dos pais), mas, certamente, é uma tendência importante para gestores de marketing.
  • A segunda parada é uma firma de consultoria em criação de nomes e marcas como outra qualquer, mas tem um diferencial: seu blog traz uns bons insights sobre essa área. Chama-se Name Development, o que já diz muito sobre ela. No mínimo serve como benchmark para o pessoal que faz isso para sua empresa.
  • Venture capitalists, investidores de risco, capital empreendedor. Seja qual for o nome de sua preferência, esse certamente é o “nó do borogodó” do desenvolvimento empresarial e de inovação no Brasil, como já o apontou Silvio Meira em sua excelente  entrevista à HSM Management. Por isso achei que valia a pena vocês lerem este artigo e entenderem como funciona o investimento empreendedor nos Estados Unidos, em  especial sua organização em rede. Eu particularmente sou da opinião que toda empresa brasileira (e/ou seus acionistas) deve constituir um braço de venture capital. Ou não vamos sair tão cedo da lama. Vi no TechCrunch mesmo.

Polêmica no novo livro do Chris Anderson

Como muitos já sabem, o novo e aguardado livro do Chris Anderson (Free: The Future of a Radical Price) acaba de ser lançado nos Estados Unidos. Ainda não li o livro mas assisti a uma palestra onde Anderson apresenta o livro. O conteúdo é muito interessante e atual, diversos setores terão que repensar o seus modelos de negócio para concorrer com opções gratuitas. Quem quiser pode assistir aqui.

Surgiu na internet, uma discussão sobre um possível plágio no texto de Free com algumas passagens copiadas do Wikipedia. O autor confirmou o equívoco, pediu desculpas e comenta que irá corrigir  nas futuras versões impressas e digitais.

Isso mostra um pouco a revolução que está acontecendo. Ninguém mais pode escrever ou falar alguma coisa sem ser questionado abertamente. A transparência veio para ficar, as pessoas estão cansadas de ler  jornal, assistir televisão ou ler um livro e passivamente absorver a informação. Antigamente não tinhamos escolha. Me lembro do meu avô lendo o jornal e falando “quanta bobagem que esse sujeito está falando, como podem dar espaço para um ignorante como esse”.

Velhos tempos onde a criação e distribuição de informação eram controladas (poderosamente) por poucos.

Update:

Agora é Malcolm “Blink” Gladwell quem critica o livro. Em seu resenha na revista New Yorker ele explica algumas  falhas na análise de Anderson. Alguns exemplos usados no livro quando olhados mais de perto demonstram que não sustentam a teoria “grátis”. Toda vez que falamos no You Tube, por exemplo, devemos lembrar que o Google perde perto de US$400 milhões todos os anos só com infraestrutura.  Leia na íntegra aqui.



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