Bill Gates apresentou, durante o Microsoft CEO Summit 2008, um demo de uma interface de computador multi-touch chamada TouchWall. O sistema permite transformar qualquer superfície em uma tela sensível ao toque. Para ter um gostinho, veja o vídeo abaixo.
A propósito do PAS, o Programa Amazônia Sustentável, eu queria reproduzir um raciocínio que reflete a essência da gestão, que tem de gerenciar pessoas com interesses diversos cotidianamente (nem tô falando em democracia…). Seu autor é o professor Roberto Guimarães, da FGV-Ebape (Rio de Janeiro), que foi chefe da seção de análise e política social da divisão da ONU que cuida das perspectivas sociais do desenvolvimento e está envolvido no IHDP, International Human Dimensions Programme on Global Environmental Change, programa conjunto de várias instituições, incluindo a Universidade das Nações Unidas. Disse ele, em palestra na ExpoManagement 2007 (em novembro do ano passado):”Se reuníssemos vários representantes da sociedade ligados ao meio ambiente em uma sala e perguntássemos o que deveria ser feito para resolver o problema da Amazônia, o que aconteceria? O madeireiro consciente diria que é preciso plantar árvores –para cada árvore cortada, uma seria replantada. O ecologista diria que o problema não são só as árvores, mas todo o ecossistema, e que este deveria ser mantido intacto; a proposta dele seria cercar a Amazônia. Se o Chico Mendes estivesse na sala, ele perguntaria: Vocês sabem quantas pessoas vivem na Amazônia? São 23 milhões! Temos de dar condições de vida para esse povo –e sua solução seria criar uma reserva extrativista. Os indigenistas, por sua vez, diriam que a Amazônia tem a maior diversidade cultural do mundo em seus territórios indígenas, com populações que ainda tiveram pouco contato com a civilização, e que todos os de fora deveriam ser expulsos.” Quem será que estaria certo? A resposta, garantiu Guimarães, é “todos”. “Se aceitarmos uma única opinião, estamos endossando o ecofascismo. O conflito não significa que as pessoas estão em posições antagônicas, apenas que estão em posições distintas. Elas têm de se reunir e resolver juntas o problema.” (Ah! Vale a pena levar essa sabedoria, gestão pura, para os interesses contrários que você gerencia em sua empresa também. Não existem necessariamente o certo e o errado.) PS: Só pra deixar claro, respeito muuuuito a ministra Marina Silva.
(Por Paula Rizzo via UoD)
Vejam o videozinho tutorial com algumas facetas do novo serviço do Google:
Dica do Victor Marx.
Nosso mais novo Updater é Mário Castelar, Diretor de Inovação da Nestlé Brasil, que chega para nos mostrar toda sua experiência em negócios e na vida.
Castelar, é uma honra tê-lo aqui.
Por que será que inventamos a expressão “e-mail marketing”? Ela é claramente equivocada. As ações de comunicação via e-mail são em princípio iguais àquelas nas quais usávamos cartas e telegramas e nunca chamamos nossas cartas de “carta marketing” nem nossos telegramas de “telegramas marketing”.
Sempre que ouço a expressão penso que o usuário está distraido ou não sabe o que está falando.
Na verdade o uso intensivo dessas expressões estrangeiras me lembra o samba “Torresmo à milanesa” do Adoniran Barbosa, no trecho onde um dos pedreiros convida o colega para sentar e conversar sobre “coisas que nós não entende nada”.
Sou um amante de livros. Já ouvi muita gente falar da “morte” do papel. Acredito que ainda não inventaram nenhuma plataforma melhor para ler do que o papel. Ao mesmo tempo, espero de braços abertos por algo melhor e mais prático. Como todo amante da leitura, minhas estantes já não são grandes o suficiente para comportar tanto papel. Com o tempo, os livros vão ficando velhos, amarelados e empueirados.
Para ter uma idéia de quanto algumas pessoas gostam de livros, a CBS visitou uma livraria escondida em Wisconsin que é uma das maiores dos Estado Unidos. São 12 casas lotadas de livros!!!
Abaixo, o vídeo promocional da Expomanagement 2008 Argentina que acontecerá nos dias 27 e 28 de Outubro em Buenos Aires.
Encerrando minha novelinha “2100, o ano dos nossos bisnetos”, aqui vão as outras projeções do feríssima Robert Ayres e sua equipe para então:
- Dando a lógica, a água potável não será mais de graça ou não-medida na maioria dos lugares. Novas tecnologias possibilitarão que as cidades tratem e reciclem água de esgoto com uma qualidade maior do que a oferecida hoje pela água natural subterrânea. Mas, claro, levará muitas décadas para o público aceitar água reciclada na torneira, apesar de os astronautas já fazerem isso rotineiramente. A moda atual por água natural engarrafada provavelmente atingirá um pico e diminuirá antes de 2100.
- A população global, decrescente, será razoavelmente bem nutrida, porém com uma dieta muito menos baseada em animais do que os países ricos têm hoje. Essa mudança ocorrerá espontaneamente, graças a preocupações com saúde e fatores ambientais. Como a maior parte da agricultura será dedicada a comida para humanos e não para animais, a carne bovina e a suína de animais alimentados por grãos serão muito mais caras. E os peixes não provenientes de aqüicultura também serão um luxo caro (os direitos de pesca oceânica devem ser privatizados, regulamentados e monitorados por satélites).
- Educação, entretenimento, as artes, a saúde, proteção ambiental e serviços de segurança serão de longe os maiores empregadores. A produção industrial será em grande parte robótica ou automatizada, e quase totalmente controlada por computadores. A construção civil será também em grande parte robótica, usando componentes pré-fabricados.
Os keynotes do Steve Jobs são famosos por mostrar as novidades da Apple e por serem verdadeiras aulas de como se fazer apresentações. Este vídeo do coach de comunicação Carmine Gallo mostra algumas técnicas que podemos aprender com Jobs.
Trailer do primeiro documentário brasileiro sobre o fenômeno dos blogs.
Esse é um projeto de Pranav Mistry do MIT Media Lab.
Demorou (snif, snif), mas alguém pediu para eu contar mais sobre as outras projeções do físico Robert Ayres para o ano de 2100. Vou falar então do transporte urbano, Silvio: ao contrário dos delírios futuristas que aparecem vez em quando (como o desta foto), os automóveis particulares não serão muito diferentes dos de hoje, só menores e mais econômicos. Metais leves (até magnésio), fibra de vidro e compósitos substituirão metal e aço na carroceria e chassis. E motores elétricos nas rodas fornecerão a energia motriz, enquanto células de combustível gerarão a energia. Já nos veículos coletivos, como táxis e ônibus, a produção e armazenamento de hidrogênio (por microorganismos ou eletrólise) substituirão o sistema atual de energia de propulsão baseada em hidrocarbonetos. E apenas eles devem circular nas áreas urbanas densamente povoadas.
(por Marcelo Tripoli, via UoD)Estou participando do WOMM-U, o congresso anual promovido pela Word of Mouth Marketing Association (Womma)O evento reúne durante 2 dias marqueteiros e publicitários de grandes empresas como Unilever, Dell, Apple e Disney. As apresentações trazem para mesa um tema presente na pauta dos gestores de marketing dos quatro cantos do planeta: Como uma marca pode atingir seus objetivos utilizando ferramentas de marketing boca-a-boca.Me surpreendeu o formato do evento. Existem poucas sessões gerais (as famosas keynote sessions). A maior parte das atividades acontecem em mesas redondas aonde até 12 profissionais orientados por um moderador colocam um tema para discussão e todos são convidados a interagir. Na foto você confere uma destas mesas em ação. Em breve irei compartilhar as principais idéias que estão rolando por aqui.

A revista Business Week listou as 25 empresas mais inovadoras de 2007. Com a economia americana derretendo, a tentação em cortar o budget de R&D é grande. As empresas que se destacam são aquelas que entendem que a vantagem competitiva está na diferenciação e inovação. Segundo o CEO do Google, Eric Schmidt, “durante uma recessão as empresas fortes investem em R&D“.
Para a líder do ranking Apple, o desafio será manter a onda de inovação em 2008 e consolidar sua presença no mercado global de smartphones.
1- Apple
2- Google
3- Toyota Motor
4- GE
5- Microsoft
6- Tata Group
7- Nintendo
8- Procter & Gamble
9- Sony
10- Nokia
11- Amazon.com
12- IBM
13- Research in Motion
14- BMW
15- HP
16- Honda Motors
17- Walt Disney
18- General Motors
19- Reliance Industries
20- Boeing
21- Goldman Sachs
22- 3M
23- Wal-Mart
24- Target
25- Facebook
Estamos no mês 5 e eu devia ter postado isso no dia 5, mas vai no dia 7 mesmo (quase às 5 da tarde): curiosamente, o inventor da administração moderna, Peter Drucker, organizou muitas de suas geniais idéias de gestão em cinco tópicos. Eis cinco idéias que vale a pena anotar:
- Os executivos eficazes são os que se apropriam de cinco práticas ou hábitos de pensamento: 1) sabem administrar seu tempo; 2) perguntam-se “Como posso contribuir?” e concentram seus esforços nos resultados deles esperados e não no trabalho; 3) trabalham a partir de suas forças, não se baseando em (consertar) suas fraquezas ; 4) sabem colocar “first things first”, ou seja, priorizam as áreas em que uma execução superior poderá fazer diferença; e 5) sabem tomar as melhores decisões.
- São cinco os elementos de um processo eficaz de tomada de decisão: 1) a compreensão sobre se a situação em jogo é genérica ou excepcional; 2) a definição das condições-limite, ou seja, das especificações que uma eventual resposta tem de satisfazer; 3) a averiguação do que é certo fazer antes de levar em conta concessões e adaptações necessárias; 4) a elaboração da ação para executar a decisão antes de tomá-la; e 5) a verificação sobre se a decisão foi acertada, confrontando-a com o desenrolar dos acontecimentos.
- São cinco as funções básicas do gestor: 1) definir objetivos; 2) organizar o grupo; 3) motivar e comunicar; 4) medir o desempenho; e 5) desenvolver pessoas (incluindo a si mesmo, o que talvez seja o mais importante de tudo, para Drucker).
- São cinco os desafios do executivo atual: 1) tornar os colaboradores mais produtivos; 2) administrar o ciclo de vida da empresa; 3) criar mudanças; 4) equilibrar curto e longo prazos gerenciando o mercado dos produtos e serviços, o mercado do dinheiro e o mercado dos funcionários; e 5) gerenciar com vista unicamente à prosperidade da empresa.
- São cinco os mercados que apresentam as melhores oportunidades de crescimento no século 21: 1) lazer; 2) saúde; 3) educação; 4) varejo financeiro; e 5) informação e comunicação global.

