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Archive for April, 2009

Guarde seu Donald no armário

Este post é um resumo do artigo do Carlos Alberto Júlio, presidente da construtora Tecnisa e autor de quatro best-sellers dos negócios, no Portal HSM (eis a versão na íntegra). Acredito mesmo que todos temos um pouco de Pato Donald dentro de nós, incluindo aqueles de nós que são Tio Patinhas ou Zé Carioca na maior parte do tempo. Basta bobear, perdemos o foco e voltamos a Donald. E escorregar é fácil num momento como o atual, em que a multifuncionalidade é tão valorizada (multifuncionalidade e foco não são ideias excludentes, embora pareçam, mas isso é outra história) e em que as equipes se enxugam ao máximo para que sobre mais dinheiro no final do mês. Enfim, estou convencida de que foco é um conceito e tanto quando a gente realmente o entende.

“Donald é o típico faz-tudo. De vez em quando, ao lado do primo Peninha, atua como repórter no jornal A Patada. Noutras ocasiões, figura como ajudante nas aventuras de caça ao tesouro empreendidas por Tio Patinhas. Não raro, assume mais atividades, atacando até mesmo de super-herói, por meio de seu alter ego, o Superpato.

“Pode-se dizer que Donald é versátil. No entanto, também é legítimo afirmar que seja um sujeito sem foco. Até mesmo na vida pessoal, parece um sujeito sem rumo. Desperdiça energia na infindável contenda com o vizinho Silva. É incapaz de estabelecer uma relação sólida com a bela Margarida, frequentemente seduzida pelo sortudo e frívolo Gastão.

“Um pato faz de tudo. Nada, anda e voa. Mas realiza tudo isso sem muita qualidade.

“E o que o ilustre habitante de Patópolis tem a ver com o universo das organizações e de seus gestores e colaboradores?

“Simplesmente, tudo! More »

Twitter é útil para empresas e menos invasivo

Pondo um pouquinho mais de sal na sopa… (sem abandonar a metáfora do fogão…), olha aí a matéria do IDGNow sobre como empresas de varejo brasileiras vêm aproveitando super bem o Twitter e, importante, fazendo isso com MUITO MENOS INVASÃO DE PRIVACIDADE do que ocorre em outras tantas ferramentas da internet. O artigo se chama “Poder viral do Twitter estimula ofertas do varejo brasileiro no serviço” e é assinado pela Lygia de Luca. São citadas Tecnisa, Submarino, SESC, Camiseteria e Vivo.

O Twitter está se tornando, para alguns varejistas brasileiros, um novo canal de vendas. Entre os fatores que atraem a participação, está o retorno dos usuários e a possibilidade de um ‘tweet’ promover um viral da marca de forma positiva.

O serviço, que possui 9 milhões de usuários, funciona como um sistema ‘opt-in’ para os consumidores, de quem a empresa consegue se aproximar, aponta o Chief Executive Officer da consultoria e.life, Alessandro Lima.

Além disso, a divulgação invade menos a privacidade. “É uma forma de seguir a empresa com mais rapidez, porque você consulta sempre que quiser. Se o usuário ‘retwittar’ a oferta, vai ter o dado compartilhado com mais 70 pessoas, a média de seguidores de cada usuário”, diz Lima.
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Twitter + baixa retenção = fracasso?


Deu no Blog da Nielsen e já repercutiu no Coxa Creme: 60% dos usuários que entram no Twitter nos Estados Unidos não retornam no mês seguinte. Isso representa uma taxa de retenção mensal baixa para os padrões da internet social – de 40%. (A Reuters fez rima com o fato: “Many Twitters are Quick Quitters”. Agora vejam o que o updater Mentor Muniz Neto, publicitário, escreveu sobre isso no Coxa Creme:

O ponto de David Martin, vice-presidente do Nielsen Online, é importante e fica claro no gráfico que abre este post (figura 1): existe uma relação clara entre cobertura e retenção. Com uma taxa de retenção de 40%, o Twitter vai ter sempre uma cobertura muito baixa, cerca de 10% da audiência da internet. Retenção, como afirma Martin, não é garantia de audiência massiva, mas é pré-requisito.
A situação fica mais grave ainda quando comparamos os números Twitter com Facebook e MySpace na época em que esses estavam começando (figura 2). As outras duas redes possuíam uma retenção que é quase o dobro do Twitter e hoje estão em 70% de cobertura (EUA, vale lembrar).

Aí o Neto tira uma pergunta da minha boca: “Cobertura é mesmo tão fundamental hoje, como era no passado? Ou as redes sociais se tornaram ferramentas de word-of-mouth e por isso, qualificação é mais importante que abrangência?” Na verdade eu iria além, questionando se essa limitação da ferramenta não seria até saudável e desejável, uma vez que, quem não volta, é porque não viu função ali (e se ficasse atrapalharia). Sei que esse é um ponto de vista mais de mensagem que de mídia, mas tem o argumento do word-of-mouth…

De novo o Neto: Social networks vêm e vão o tempo todo. Quem é que não entendeu isso ainda? Second Life, Orkut, Last.FM, Blip, Facebook, MySpace, Twitter, pouco importa o nome. Twitter só serve para indicar como tudo isso é volátil. Para nós, que trabalhamos com comunicação, o importante é saber qual é o fenômeno da semana e como melhor utilizá-lo. Onde é que as marcas que atendemos devem estar para despertar [e reverberar] a atenção hoje. Amanhã só deus sabe.

Qual é o fenômeno da semana, disse o Neto. Não estou certa de ser assim, embora seu raciocínio seja claro e cristalino. Fico pensando: o que diria Clay Shirky sobre a volatilidade das redes sociais como um todo? O que diria Guy Kawasaki sobre a “dispensabilidade” do Twitter especificamente? Os números falam alto, mas nem tudo é matemática. Bem, o que importa é que a discussão está quente. E vai esquentar ainda mais. E nós, da HSM, ficaremos do lado do fogão, o leitor pode ficar tranquilo.

Fortune 500 & Blogging

O Society for New Communications Research lançou um relatório discutindo o uso de Blogs pelas empresas Fortune 500. O relatório indica que apenas 81 das Fortune 500 (16%) possuem blogs abertos para o mercado. Em comparação, 39% das Inc. 500, 41% das faculdades e 57% das Top 200 Charities possuem blogs comunicando informações abertamente. Esses dados são americanos e mostram que as “maiores” estão adotando as novas mídias sociais com mais lentidão. Alguns outros dados:

- 28% dos blogs da Fortune 500 possuem links para suas contas no Twitter

- 5 das Top 10 possuem blogs: Wall-Mart, Chevron, GM, Ford, Bank of America

- 90% dos blogs das Fortune 500 possibilitam que os leitores deixem comentários

- 10% dos blog das Fortune 500 possuem podcast e 21 % incorporam vídeo

Faça o download do relatório completo aqui.

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Social Media Guideline, toda empresa deve ter um

O incidente que ocorreu com a Domino’s Pizza comprova, mais uma vez, a força das mídias sociais na disseminação de informações e deixa um alerta: a ameaça pode surgir de dentro da própria empresa. Ignorar o fato de que os funcionários são, antes de tudo, usuários de mídias sociais pode ser fatal.

Apesar de muitas empresas reconhecerem o poder das mídias sociais e o seu potencial impacto na reputação de suas marcas e produtos, poucas dedicam tempo e recurso para o efetivo monitoramento das redes, sem contar que o desenvolvimento de estratégias para evitar e lidar com incidentes ainda é quase nula.

Hoje, com um número cada vez maior de adeptos nas redes sociais, as empresas devem monitorar não apenas o que falam seus consumidores, mas também o que dizem seus funcionários.

A melhor forma de não se tornar uma vítima das circunstancias é deixar claro os limites existentes na relação entre empresa e funcionário. Entretanto, não basta elencar uma relação de regras de conduta, é necessário esclarecer como funcionam as mídias sociais e os perigos existentes para a reputação de ambas as partes, além de apresentar caminhos e possibilidades.

Algumas empresas já fizeram sua lição de casa e criaram seus Social Media Guideline que, em alguns casos, se tornaram verdadeiras bíblias entre os funcionários.

O curioso é que muitos desses guidelines estão disponíveis na web para qualquer um acessar. Penso que isso faça parte da estratégia das empresas, pois, à medida que divulgam para o mercado, e não apenas para os seus funcionários, as empresas demarcam seus territórios e deixam claro sua posição e o que esperam de seus profissionais (o que aumenta a responsabilidade do outro lado).

Se a sua empresa ainda não tem um guia de como usar as mídias sociais e quer ter um,  veja após o jump alguns exemplos que com certeza vão servir de inspiração para você.

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Tendências da TI : A visão do Google para Cloud computing

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Pessoal,

                 via @google (Twitter), tive acesso a um post do blog do Google Enterprise que apresenta a visão do Google para cloud computing com o Título “What we talk about when we talk about Cloud Computing”. O post foi feito pelo Sr. Rajen Sheth, senior product manager do Google apps.

O  post tem o objetivo de esclarecer melhor o que é cloud computing e o seu papel para as grandes empresas. Resumidamente, as grandes vantagens para um empresa em aderir a esse serviço está no ganho de escala com a redução de custos com investimentos em expansão da sua infra-estrutura de TI para suportar o negócio e, consequentemente e segundo beneficio, na liberação dos recursos para investimentos no core business da empresa e aumentar a vantagem competitiva da empresa adaptando-se as mudanças de cenário com maior facilidade. More »

Google intermediará conteúdo de alta qualidade?

Em seis meses, o Google deve aprontar mais uma. E das grandes. O próprio Eric Schmidt, CEO, teria dado a entender isso, quando indagado sobre se a empresa pretendia ser geradora de conteúdo. Ahn? Isso mesmo! Deixem eu começar pelo começo. Faz um tempo vem-se especulando sobre o Google produzir conteúdo original. Questão de incluir o elo que falta na corrente: como o Google cria demanda por conteúdo, deveria providenciar a oferta também. E os boatos aumentaram depois de uma novidade como What’s Popular, o Digg do Google. Então, uma jornalista foi lá e perguntou para o Eric Schmidt sobre esse diz-que-diz. O Eric negou, alegando que o Google não é uma empresa de conteúdo e garantindo que não se moverá nessa direção. Mas admitiu ter planos para aproveitar a oportunidade de mercado.

Em seis meses, afirmou o CEO do Google, será lançado um sistema que trará notícias de alta qualidade para os usuários de busca sem eles estarem procurando por isso. Algoritmos mais avançados e filtragem mais sofisticada determinarão o que o usuário quer saber mas nem sabe que quer. E, além de entregá-lo, o Google vai, naturalmente, vender propaganda premium para aparecer ao lado do conteúdo premium. OK, não é produção de conteúdo, mas intermediação. Ou será, na prática, uma terceirização de produção?

Se isso for realmente verdade, pode haver um terremoto no mundo dos fornecedores de conteúdo. Ah, John Battelle é minha fonte. Uma boa fonte.

Pesquisa revela hits da internet “premium”

O Facebook e o Firefox (da Mozilla) são os aplicativos mais usados mesmo nesta amostra. O Twitter vem crescendo loucamente, mas filhotes seus como Tweetdeck e Twhirl também vêm junto, no mesmo passo. O navegador Google Chrome já possui 15% deste mercado. E, se o horário de pico das redes sociais é 21h-22h, o Facebook tem atividade quase o dia inteiro. Essas são algumas das descobertas da pesquisa Wakoopa (leiam sobre ela no link; é feita com uma amostra “premium”, de “usuários de vanguarda” que são apontadores de tendências, digamos assim), que eu soube pelo @arthurcesar e que ele soube pelo blog.macmagazine. Vejam os principais resultados: More »

Encontro na ESPM questiona os mitos do mobile marketing

A Confraria Network é um projeto de network que visa integrar talentos das áreas de propaganda, marketing e administração, através de encontros e eventos.

Na quarta-feira, 22/04 foi a vez do tema “Desmistificando o Mobile Marketing”. Os 3 convidados: João Carvalho (Ponto Mobi), Eric Santos (Praesto Convergence) e Melissa Betrão (Yahoo Mobile) apresentaram soluções e sugestões para um perfeito aproveitamento e entendimento das ações de mobile marketing e advertising.

Facilidade para lançar campanhas junto às operadoras, uma internet móvel cada vez mais veloz e barata, e que já conta com 20 milhões de usuários, boas experiências on-deck e off-deck  e um mundo de possibilidades de ações além do iPhone, foram os principais pontos de discussão do evento.

Além  disso, relatos de cases de sucesso e novidades como formatos rich media em mobile advertising inspiraram a platéia que com certeza, vão esquecer os esteriótipos de mercado e considerar cada vez mais  a inclusão de ações mobile em suas campanhas.

Oportunidades de encontro entre profissionais publicitários e experts do mercado de mobile são muito importantes pois levam o conhecimento de causa para quem precisa de informações úteis e eficientes sobre uma mídia excepcional porém ainda pouco empregada se comparada às outras.

Veja aqui os links para as apresentações:

- Ponto Mobi

- Praesto

(via)

Bill Clinton no World Business Forum

É com bastante entusiasmo que a HSM USA comunica que nesse ano, o World Business Forum em NY, terá a presença do ex-presidente dos Estados Unidos  Bill Clinton. O time de palestrantes já conta com: George Lucas, Gary Hamel, Paul Krugman, Jack Welch, entre outros. Pena que esse ano não estarei lá. :-(

Página velha com assunto muito novo

marcelo-coutinho
Tem uma ótima entrevista com o Marcelo Coutinho da Casper Líbero e do Ibope hoje na Gazeta Mercantil. É o velho jornal prestando ainda valiosos serviços para que as empresas descubram os novos modelos de negócios. Sim, muita coisa vai acontecer por aqui, mas hoje, ninguém que alimenta esse blog, pelo menos quase ninguém, vive disso, ou seja, precisamos encontrar um modelo de viabilizar um monte de coisas na net.
Na visão do Marcelo sobrarão, 2, 3 empresas mundiais que conseguiram ganhar dinheiro, porque terão escala com o hard news, o resto, vai ter que encontrar um jeito de prover análises. Ou seja, concentração nos fatos, capilaridade nas análises. O hard news perde valor, mas ele lembra também a função social desses fatos como modo de interação humana, e ganha mais valor ainda o filtro, a capacidade de sinalizar para a rede de relacionamento essa habilidade de seleção, ufa, como editor começo a vislumbrar uma espacinho para mim, afinal, se fiz alguma coisa nos últimos anos, foi filtrar…

Outra coisa óbvia mais importante, esquecida por muitos é que rede sociais são fenômenos estudados pela sociologia desde 1890, elas já existiam por meios mais físicos. Se alguém leu as pessimistas previsões do Seth Godin sobre o fim dos jornais em papel imprensa até 2012, eis uma visão, talvez um pouco diferente, que ajuda a repensar a vida de produtores de contéudo, anunciantes e agências, tá na página C8.

Ah, lá também cita o exemplo da venda de 25% do blog Huffington Post em setembro de 2008, no meio da crise, precificando o blog em 100 milhões de dólares, valor, que como lembra Coutinho, era maior que muita empresa de mídia tradicional na data. Aliás, acabo de fazer o que ele descreve como conteúdo calda longa dos fãs, ponho na minha rede algo que descobri em outra, estendo sua vida…

Dentro do Googleplex

(Por Marcelo Tripoli via UoD)

Antes de começar o Ad:tech San Francisco, evento do qual estou participando (veja a cobertura aqui), aproveitei para ir conhecer algumas empresas do Vale do Sílicio. Foi uma experiência muito bacana, conhecer como algumas empresas são maiores do que eu imaginava (a sede do eBay é enorme) ou menor do que esperava (o Flickr tem menos funcionários que a iThink).

Como qualquer pessoa que vem para cá, uma das empresas que eu mais tinha vontade de conhecer era o Google. Existem alguns mitos e verdades que são ditas sobre o Googleplex de Mountain View, headquarter da empresa.

Pude ver de perto coisas que já havia lido sobre o Google: por exemplo, o funcionário do Google não pode andar mais de 150 passos para buscar comida. Vi também as bicicletas que você pode usar para ir de um prédio a outro (o Googleplex é enorme, geralmente comparado a um campus universitário).

O ambiente de trabalho do Google sempre foi um dos vários diferenciais da empresa, e essa visita me fez refletir sobre qual o impacto do ambiente na criatividade e inovação. Observando a atmosfera que eles geram para os funcionários, só pude concluir que esse impacto é muito alto.

Mesmo com toda a pressão de se trabalhar no gigante da internet, o ambiente diferenciado é feito para estimular o funcionário a fazer o melhor possível, ser criativo e pensar fora da caixa. E é isso que acontece: quem trabalha no Google tem espaço para se expressar, para experimentar e para potencializar o próprio ritmo criativo.

Fui guiado por 2 brasileiros que trabalham no Google, ou seja, tive um tour único do gigante da internet. Gostaria de agradecer ao Pedro e ao Caio por me mostrarem a empresa.

Veja um depoimento dos dois sobre como é trabalhar no Google. (o vídeo agora está ok)

YouTube Preview Image

Depois do jump, veja algumas fotos.

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Vik Muniz no MASP

(Por Ge Rocha via Y&R UoD)

A reprodução da “Mona Lisa”, de Leonardo Da Vinci,  em geleia e pasta de amendoim, acima, é uma das obras mais famosas  do  Vik Muniz,  um dos meus artistas favoritos. Graças ao patrocínio do Bradesco Seguros,  ”Vik” acaba de chegar  a São Paulo. Uma verdadeira retrospectiva da carreira dele, ao longo dos últimos 20 anos, a exposição que abre hoje, sexta, no MASP, contará com mais 130 fotografias, nada convencionais. Com um estilo único, ele busca inspiração em pinturas consagradas e antes de fotografá-las acrescenta tudo que ver por perto - chocolate, macarrão, geléia, açúcar etc. É incrível!

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Tendências da TI : Consolidação do mercado,Cloud computing, TI verde e Virtualização

grid-smallPessoal,

                aproveitando que a Adriana comentou aqui no blog da HSM sobre o crescimento do Brasil no mercado de software, aqui vai mais um post sobre tendências da TI. Esse é sobre a tendência cada vez maior de consolidação do mercado de TI e as consequências dessa consolidação. 

 O último evento foi a aquisição da Sun Microsystem pela Oracle. Com isso a Oracle passa a ser um player de mercado que oferece não só software, mas também hardware, passando a competir diretamente com a IBM, além de posiciona-la como um importante player no mercado de cloud computing, pois para oferecer serviço de TI na nuvem, você precisará tanto de software quanto de hardware. Aliás, vale lembrar que quem criou o slogan “O computador do futuro é a rede” foi a SUN, antes mesmo do crescimento da Internet, criando assim o conceito de cloud computing.

Depois desse movimento de aquisição da Sun pela Oracle, passando a ter condições de oferecer serviço de Hardware e software, qual será o posicionamento futuro de empresas que só oferecem apenas um dos lados de TI, hardware ou software, como, por exemplo, a Microsoft(Software) e Cisco (Hardware)? More »

Post-its de domingo: de fansites a sites instrumentais

Vamos começar a semana com uma boa notícia? As exportações brasileiras de serviços de software cresceram 75% em 2008, somando US$ 1,4 bilhão, o que fez o Brasil subir da 10ª posição que ocupava em 2007 para a 5ª no ranking dos fornecedores mundiais da área. Como o mercado mundial cresceu 40%, houve um avanço real do país (o mercado movimenta US$ 70 bilhões hoje e pode chegar a US$ 100 bilhões em 2010 segundo a consultoria A.T. Kearney). Nem estamos mais tão longe da Índia assim!!! E é outro bom motivo para investir em TI e em inovar, e para ler estes dois post-its de domingo à noite (um valendo por dez), que são minha homenagem ao Peter Drucker e ao seu conselho de que usemos o finzinho do domingo como preparatório da semana que entra:

  • Deem uma olhada no site iDaft. Foi feito pelos fãs do som do Daft Punk. É um site onde o internauta pode tocar a música usando o teclado do seu computador ou até fazer sua própria versão dela. Como escreveu o Luiz Felipe Barros no UoD, “Conteúdo relevante e de qualidade gerado pelo público (consumidor), sem que a banda (marca) precise pedir, anunciar ou oferecer prêmio em troca”. É simplesmente a propaganda perfeita. Ideal. Máxima. Agora vá para a cama pensando no que sua empresa (ou marca ou produto) poderia fazer para merecer algo assim (espontâneo!).
  • São vários posts em um que farei agora, porque são vários sites instrumentais que vale MUITO a pena conhecer. Foram indicados (pelo Adam Westbrook) para jornalistas multimídia mas os recursos que oferecem servem para qualquer pessoa que queira se comunicar, fazer apresentações, repassar palestras a terceiros etc.: Soundcloud (versão áudio do YouTube); Mixcloud (ainda beta, é como o Soundcloud porém menos orientado a música e mais a fala);Audioboo (pode-se fazer upload de um som local – uma palestra, por exemplo); Jamendo (site de músicas sob licença Creative Commons; para você usar música de maneira totalmente legal); Vimeo (YouTube dos cineastas, com alta qualidade; leiam-se vídeos de efeito para suas apresentações); MulticoIr (banco de imagens do Flickr, livres de copyright portanto, em que você pode procurar por cor –o máximo); Soundslide (slides sonoros, quer mais? Só que, neste caso, o uso não é gratuito); Xtimeline (para fazer cronologias, nem preciso explicar o tamanho da utilidade, preciso?); Gunnmap (design de mapas pelo tema que você quiser e com cores separando as regiões e cidades); e Guardian Data Store (estatísticas e mais estatísticas sobre uma montanha de assuntos – logo acima). A dica veio, via Twitter (fonte de informação, como disse em meu post anterior, lembram?), do Luciano Bittencourt.



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