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Archive for August, 2009

John Seely Brown: “tinkering” é a chave

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Para quem não se lembra da fera, John Seely Brown foi o cientista-chefe do Parc, o lendário laboratório de P&D da Xerox em Palo Alto, Califórnia, onde surgiu boa parte das inovações revolucionárias que transformaram nossas vidas nas últimas décadas. Hoje atua como consultor e professor, ou “chief of confusion” como ele prefere dizer, e terá artigo na HSM Management de novembro-dezembro, sobre pessoas. Mr. Innovation himself.

PS: “Tinkering” significa consertar, remendar, remixar. Inusitado. Brasileiro é (ou deveria ser) bom nisso, não?

Digital Age - Minhas impressões

Pessoal,

estive essa semana em São Paulo para participar do evento Digital Age 2.0, que foi organizado pelo IDG!NOW. Esse post tem o objetivo de compartilhar com vocês as minhas impressões sobre o evento.

Se eu tivesse que resumir esse evento em uma expressão, ela seria : O poder está com as pessoas e não mais com as empresas. Isso confirma várias das minhas impressões que já havia registrado aqui no blog (confira aqui). As pessoas estão no poder, seja como consumidores, seja como funcionários. Como disse Tony Hsieh (mais detalhes aqui), CEO da Zappos, as pessoas criaram uma via de mão dupla ao se apossarem da Web.

As pessoas, com o advento da Internet, passaram a ser mais questionadoras e a exigir mais transparência nas relações que elas realizam no cotidiano. Questionamento esse que as leva a querer se relacionar mais com pessoas do que com as empresas. Vivemos em uma era em que a padronização, caracterizada principalmente pelo atendimento dos Help-Desks, acabou. O consumidor exige maior personalização dos produtos e maior transparência nos relacionamentos. Tony Hsieh afirmou categoricamente : “Seja verdadeiro e transparente e você não terá nada a temer”. More »

O papel das empresas - Parte II - A lição Tony Stark

homem-de-ferro

Pessoal,

Existem duas coisas que gosto muito de fazer nas minhas horas livres que é assistir filmes e ler quadrinhos, mais especificamente filmes de aventura e quadrinhos de super-heróis da Marvel. Quando é possível conciliar os dois ao mesmo tempo, surge os melhor dos mundos. Pois bem, hoje assisti mais uma vez o filme “Homem de Ferro” e relembrei vários insights que tive ao assistir o filme pela primeira vez e que gostaria de escrever em um post e o legal foi isso ter acontecido nesse momento, pois, dessa forma, é possível encaixar esses insights relembrados com a série sobre o papel das empresas.

Vamos analisar o filme sob o ponto de vista empresarial e de sustentabilidade.

Tony Stark é um empresário prodígio e um playboy milionário chamado de “DaVince” por alguns e de “Mercador da Morte” por outros devido a sua excelente competência em construir as armas mais poderosas e avançadas tecnologicamente e vendidas ao exército americano em nome da paz. Paz essa que era uma verdadeira falácia e que ele só percebeu quando, em um evento em que ele apresentou suas mais nova invenção, o míssil Jericó, o comboio militar que o levava de volta para casa é atacado e todos os soldados que estavam ali para protege-los são mortos. Não restando mais nada a fazer, Tony Stark sai do carro e tenta se proteger. É nessa hora que ele é confrontado com sua responsabilidade quando um míssil, fabricado pela sua própria indústria, explode e o fere mortalmente.

A partir desse instante, de nada vale o poder desse empresário bem sucedido. Ele é confrontado contra o seu legado que está sobre o poder dos mercenários que foram contratados para matá-lo.O acampamento todo está cheio de armas fabricado pelas suas indústrias. A sorte dele é que ele é aprisionado junto a outro cientista que mostra todas as consequências de seus atos e consegue transmitir a ele uma nova razão para viver e um novo significado para sua vida. More »

Wagner Brenner no HSM Knowledge Circle

Algumas semanas atrás a HSM realizou em São Paulo o Fórum Mundial de Marketing e Vendas. Paralelamente ao evento, iniciamos um antigo sonho nosso. Convidamos um grupo seleto de profissionais de marketing de grandes empresas para começar o que chamamos de HSM Knowledge Circle. Através de encontros periódicos com palestrantes nacionais e internacionais queremos incentivar a discussão sobre o futuro do Marketing e da Comunicação. Para o primeiro encontro tivemos o fundador do Update or Die  - Wagner Brenner. No vídeo abaixo você pode dar uma espiada no que rolou de melhor no encontro.

http://www.vimeo.com/6321966

Podcasting com Andreas Weigend

Como cientista-chefe da Amazon.com, a maior empresa de varejo online do mundo, Andreas Weigend especializou-se em entender como clientes se comportam na internet e ajudou a Amazon a construir sua cultura centrada no cliente e focada em métricas e resultados. Atualmente, trabalha como consultor para MySpace, Nokia, Lufthansa e Alibaba na China, entre outras empresas.

No último Fórum Mundial de Marketing e Vendas, foi um dos palestrantes. Ele nos concedeu uma entrevista exclusiva. Para escutar o podcasting (em inglês), é só clicar no play.

[audio:http://podcast.hsm.com.br/podcasts/fmmv2009/andreas_weigend.mp3]

Faça o download aqui.

Caso queira conferir a cobertura de sua palestra, acessa o portal HSM Online:
- A recomendação é o dado mais importante

- Os benefícios que o Twitter tem a oferecer

A mulher está liderando: isso é bom ou ruim?

mulher-lider

Rosana Rossoni, 40 anos, dois filhos, sem diploma universitário, cheia de ideias criativas sentiu na pele a arrogância desmedida de quem está no poder. Só que , ao contrário do que poderia imaginar, essa postura condenável não veio de um chefe homem, mas de uma mulher. Viu alguém de fora - muito mais jovem e com vários canudos debaixo do braço - assumir um posto acima do seu, empregando um estilo implacável, ao lhe dizer logo de cara: “Você não está aqui para pensar e sim pra fazer”.

Ao ouvir essa história recentemente fiquei perplexo. Nada contra alguém mais jovem e preparada chegar tão cedo ao poder, muito menos sendo mulher. Minha indignação se deve apenas à postura arrogante que vi por anos e anos em minha longa trajetória se repetir por uma mulher. Comecei a conversar com outras tantas amigas que só reforçam o quadro da arrogância por parte da mulher quando ascende ao poder. Será que por terem sido tão discriminadas, acham que ao chegar lá precisam se impor por meio da opressão, forma de liderança que sempre combateram?

Claro que, tradicionalmente, a mulher vem sendo discriminada, desde os idos da história. Cenário que não mudou com o tempo. A discriminação continua presente nas empresas, embora seja oculta, velada. Quantas mulheres estão no poder? É fato que elas são maioria no ambiente de trabalho, mas minoria em cargos de liderança. Um contrassenso se olharmos para o que as empresas pregam quando dizem que têm uma política de diversidade - discurso para inglês ver e imprimir uma imagem de que são “boazinhas”.

No entanto, vejo todo o esforço na conquista de um espaço que lhes é mais do que merecido - quem não se lembra do memorável episódio da queima de sutiãs em plena praça pública? - se transformar em um instrumento de força, opressão e até mesmo de um poder cego, capaz de derrubar tudo e a todos que cruzarem seus caminhos.

Infelizmente, esse mau uso do poder que tanto almejaram acaba levando-as à rejeição, pondo em risco as suas conquistas. Muitas ainda não se acostumaram com o poder e acreditam que só por meio da força - característica que sempre condenaram nos homens, mas acabam replicando o mesmo modelo quando chegam ao topo - conseguem impor a sua liderança.  

As verdadeiras líderes precisam, na verdade, despertar para essa questão fundamental para continuarem na luta pelo seu espaço. Meninas, não se esqueçam da força que vocês têm se souberem usar e abusar das poderosas armas que são tão peculiares à natureza feminina, como flexibilidade, capacidade de atuar sobre várias frentes, sensibilidade, papel multidisciplinar, intuição e poder de persuasão.

Sabemos o quanto lhes custa caro chegar ao topo. Estar no poder é sinônimo de abdicar da vida pessoal e por isso tantos talentos femininos preferem sucumbir e voltar para casa, ou mesmo desprezam convites para serem promovidas em detrimento de uma vida melhor com os filhos, com o marido. A chave para o sucesso - seja ele qual for - está em suas mãos. O que fazer com tudo o que foi conquistado só depende de vocês. Por que, então, continuar replicando os mesmos padrões se brigaram tanto por mudanças?

É melhor continuar sendo mulher, ascender pelo talento e permanecer no poder pela competência. Sem arrogância desmedida.

Como as mulheres estão redefinindo o trabalho e o sucesso – Womenomics

Recebi um resumo de um novo livro sobre mulheres, falando emalamulher de equilíbrio profissional x pessoal. O livro, que deve ser lançado esta semana nos Estados Unidos, Womenomics: Write Your Own Rules for Success (Escreva suas próprias regras de sucesso), traz uma série de estudos de casos e estatísticas sobre essa relação da mulher com seu tempo, carreira e família.

O livro traz estatísticas que são bem similares as que mostrei no Livro Você Dona do Seu Tempo :

• 78% dos casais nos EUA trazem receita em dupla para casa
• 63% acreditam que não tem tempo suficiente para esposas ou parceiros (aqui, eu levantei que 78% das mulheres não tinha tempo para sexo e relacionamentos).
• 74% dizem que não tem tempo suficiente para seus filhos
• 35% dos adultos estão usando tempo significativo para cuidar de um parente mais velho.

De acordo com o estudo, boa parte dos casais, estão reduzindo suas ambições profissionais para terem mais tempo. “As prioridades estão mudando e o estresse profissional é a causa.”

O livro ainda faz a comparação entre as gerações X e Y e a relação com a qualidade de vida… enfim, chega a conclusão que administrar o tempo é essencial hoje em dia. É uma competência que se ficar de lado, vai dar problemas.

8 passos para mudar uma organização

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Thomas Malone fechou o segundo dia do Special Manegement sobre Organizações Inteligentes, listando 8 passos para mudar uma organização:

1. Instituir um senso de urgência - Identificar crises potenciais ou grandes oportunidades.

2. Formar uma coalizão poderosa - Montar um grupo com poder suficiente para liderar o esforço de mudança.

3. Criar uma visão do futuro - Convincente e irresistível, que possa ser comunicada em menos de cinco minutos.

4. Comunicar a visão - Comunique (com palavras e exemplos) dez vezes mais do que você julgar necessário.

5. Dar autonomia para outros agirem conforme a visão - Remova obstáculos (pessoais e organizacionais).

6. Obter algumas vitórias imediatas - Planeje (e celebre) sistematicamente os primeiros triunfos.

7. Consolidar e divulgar melhorias - Não declare vitória cedo demais.Continue a disseminar as mudanças.

8. Institucionalizar novas abordagens - Estabeleça os elos entre mudanças, cultura organizacional e sucessão.

(Adaptado de KOTTER, John P. Leading Change: Why Transformation Efforts Fail. Harvard Business Review, p. 96-103, jan. 2007.). Vale conferir a cobertura completa no portal da HSM!

Do comando e controle para a coordenação e o cultivo

malone01O professor Malone começou a tarde de hoje afirmando que para termos sucesso no mundo em que estamos entrando, precisaremos de um novo conjunto de modelos mentais. Embora esses novos modelos não devam excluir a possibilidade de comandar e controlar, eles precisam abranger uma gama bem mais ampla de possibilidades, tanto centralizadas quanto descentralizadas.

Precisamos mudar a nossa forma de pensar, deixando de comandar e controlar para coordenar e cultivar. Quando você coordena, organiza o trabalho de modo que coisas boas aconteçam, esteja você no controle ou não, já que a coordenação enfoca as atividades que precisam ser realizadas e as relações entre elas.O cultivo pode ajudar o gerente a adaptar a abordagem gerencial à situação que tem em mãos. Às vezes você precisa dar comandos diretos às pessoas, outras vezes, só precisa ajudá-las a desenvolver suas próprias forças naturais. Cultivar é encontrar o equilíbrio certo entre controlar e ceder.

Para ser um gerente eficaz no mundo em que estamos entrando, você não pode se prender a uma mentalidade centralizada. Precisa ser capaz de se mover com flexibilidade no continuum da descentralização, porque a maioria de nós já entende a centralização.

E-lance: para que serve?

lsf_8638O professor Thomas Malone explicou durante o Special Management da HSM que a idéia de usar profissionais de fora para realizar certas tarefas não é nada nova nos negócios. Em vez de contratar funcionários permanentes para redigir e produzir folhetos de marketing, por exemplo, algumas empresas contratam redatores e designers gráficos freelancers para fazer o trabalho. Em vez de fazerem todos os subcomponentes de seus produtos, muitos fabricantes costumam comprar peças de fornecedores.

Novamente a queda dos custos de comunicação torna o freelance e a terceirização mais práticos. Ao reduzirem os custos de transação de encontrar, selecionar, trabalhar com e pagar pessoas por um projeto, as novas tecnologias de comunicação facilitam a organização de equipes temporárias. E a liberdade dessa forma e-lance de trabalhar é muito atraente para muitos.

Malone enfatizou que em uma economia de e-lance a unidade fundamental não é a corporação, mas o indivíduo. As tarefas não são distribuídas e controladas através de uma estável cadeia administrativa. Em vez disso, são executadas de maneira autônoma por fornecedores independentes. São freelancers que se unem em redes fluidas e temporárias para produzir e vender bens e serviços. Quando o trabalho termina, a rede se dissolve.

É o que acontece em Hollywood, quando produtores, diretores, atores e outros especialistas se unem com o propósito de fazer um filme. Depois de pronto, eles debandam e se reagrupam em outras combinações para outros projetos.

Mas fazer freelance não é o correto para todos os negócios.”Algumas empresas devem manter grupos de funcionários juntos por longos períodos de tempo a fim de resolver problemas difíceis ou executar projetos complexos. As necessidades de outras empresas são tão estáveis que a flexibilidade extra proporcionada pelas equipes organizadoras de e-lancers não valeria o custo.

Malone destacou a questão do cuidado com as pessoas. Os freelancers têm muito mais escolhas e liberdade, mas as necessidades básicas como trabalhador, de segurança, assistência médica, reconhecimento, treinamento e convívio com os colegas? Se essa tendência continuar, precisaremos encontrar maneiras de substituir a segurança e os serviços embutidos no velho contrato de emprego. Se não fizermos isso, correremos o risco de criar um mundo solitário e desagradável, onde as necessidades humanas dos trabalhadores não serão satisfeitas. O professor acredita que sociedades profissionais, sindicatos trabalhistas, agências de funcionários temporários, associações de ex-alunos universitários, novas organizações bem como as organizações tradicionais podem preencher esses papéis, e muitas delas poderiam ainda ampliar os seus serviços.

O que você faz com suas 24hrs?

(Por Wagner Brenner via UoD)

Comer, dormir, trabalhar, estudar, tomar banho, conversar. Os gráficos abaixo, do NY Times, mostram como as pessoas usam suas 24 horas diárias. Separei dois grupos em especial: empregados e desempregados (homens, 25/64).

Quem será que está usando melhor o tempo? (ouch!)

HOMENS / 25~64 / EMPREGADO

HOMENS / 25~64 / DESEMPREGADOS

Para interagir com o imperdível gráfico clique aqui.

O papel das empresas - Parte I

Pessoal,

            o último post que publiquei, que foi sobre a Web 3.0,  eu fechei afirmando que, para alcançarmos todos os benefícios que a economia digital e social poderá nos trazer, era preciso repensarmos o papel das empresas na sociedade. Então, quero iniciar uma nova série de posts comentando sobre, na minha opinião, qual deveria ser o papel das empresas nesse novo mundo. Quero discutir porque as empresas devem existir.

Hoje (2608), estou participando do evento da IDG!NOW, o Digital Ages, que tem como objetivo discutir a realidade dos negócios com o advento da Internet nos campos do marketing, publicidade, comunicação. Quem me acompanha nos blogs de que participo, sabe que procuro discutir a tecnologia não como bits e bytes, mas sim em como ela transforma tudo no nosso mundo. Dito isso, no meu entender, a Internet é a nossa grande chance de RE-criarmos uma nova sociedade, uma nova humanidade, uma HUMANIDADE 2.0 como diria o meu amigo Gil Giardelli. Parafraseando um famoso politico, Nunca na história desse mundo estivemos tão perto de fazer uma revolução de baixo para cima, uma RE-Evolução.

Existem vários casos  que posso citar de eventos associados a essa revolução de baixo para cima como, por exemplo, o movimento dos moradores e associações de bairros da cidade do Rio de Janeiro que estão proporam o boicote ao pagamento IPTU no ano de 2008. A razão desse boicote é que a cidade do Rio de janeiro, segundo relatos, estava entregue a própria sorte quanto a sua manutenção com suas e calçadas esburacadas, grama sem cortar virando capim, árvores que não recebiam poda há muito tempo, proliferação de camelôs nas ruas, … E só quando se aproximaram as eleições é que o prefeito da cidade resolve fazer acontecer valendo-se daquela máxima de que a “última impressão é a que fica”. Resultado : os moradores cansaram-se dessa postura e resolveram pagar o IPTU apenas em Novembro fazendo com que o prefeito não tenha recursos para continuar com essa prática eleitoreira.

Na palestra do Sr. Tony Hsieh, CEO da Zappos (loja on-line de venda de sapatos), ficou claro como essa revolução deveria impactar as empresas. Para Tony, devemos reinventar o DNA das empresas visando encantar nossos clientes e, principalmente, funcionários e torná-los seguidores da marca da empresa. Quem achava que seria uma palestra sobre negócios, recheada com números, foi surpreendido com uma palestra que falou 99% sobre pessoas e 1% sobre negócios. More »

Em busca da autonomia no trabalho.Liberdade Demais?

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Enquanto muitas pessoas lutam para ter mais autonomia no trabalho, é bem verdade que algumas pessoas só querem que lhes diga o que fazer, para que possam fazer o seu trabalho e voltar para casa. Nem todas as pessoas querem autonomia. E nem todos os que querem mais autonomia são capazes de lidar bem com isso.

O professor Malone ponderou hoje que provavelmente ainda haja hoje mais pessoas que queiram e possam lidar com mais autonomia em seu trabalho que cargos que propiciem isso. Malone afirma que não queremos e nem precisamos que todos tenham autonomia total. “Isso deixaria muitas pessoas à deriva, com mais escolhas do que poderiam lidar”. Para tirar verdadeira vantagem do verdadeiro potencial das pessoas, no entanto, precisamos oferecer mais oportunidades para a ação autônoma. Ele afirma que é exatamente isso que as organizações novas, mais descentralizadas, farão.

Usina de Valor

A ManagemenTV estreia, hoje (25/08), uma série de 8 programas chamada: Usina de Valor. Todos conduzidos por José Carlos Teixeira Moreira, um dos maiores nomes do marketing e inovação no Brasil.

A série combina as descobertas dos profissionais, que refletem conceitualmente sobre o marketing, com as preciosidades observadas no cotidiano de pessoas genuinamente interessadas nos clientes, demonstrando o que de melhor e mais simples podem fazer para aumentar o valor.

No primeiro programa, Teixeira Moreira apresenta uma visão geral da constelação de valor, modelo que fundamenta sua abordagem e exemplifica a noção de valor percebido.

Confira a programação completa no website da ManagemenTV: http://www.managementv.com.br.

3 formas de difundir a descentralização nas empresas

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Thomas Malone começou a parte da tarde do seu programa de hoje defendendo que há três formas principais de difundir a descentralização nas empresas: em primeiro lugar, os executivos seniores de empresas centralizadas voluntariamente tornarão hierarquias menos centralizadas. Segundo, os concorrentes descentralizados tirarão participação de mercado das empresas centralizadas. Finalmente, as empresas centralizadas terceirizarão mais seu trabalho que as descentralizadas. Efetuar as transições para a descentralização é algo que está longe de ser fácil, afirma o professor, mas apesar disso, elas acontecerão à medida que os gerentes e empreendedores descobrirem e explorarem os lugares da economia em que a descentralização é mais útil.

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Thomas Malone começou a parte da tarde do seu programa de hoje defendendo que há três formas principais de difundir a descentralização nas empresas: em primeiro lugar, os executivos seniores de empresas centralizadas voluntariamente tornarão hierarquias menos centralizadas. Segundo, os concorrentes descentralizados tirarão participação de mercado das empresas centralizadas. Finalmente, as empresas centralizadas terceirizarão mais seu trabalho que as descentralizadas. Efetuar as transições para a descentralização é algo que está longe de ser fácil, afirma o professor, mas apesar disso, elas acontecerão à medida que os gerentes e empreendedores descobrirem e explorarem os lugares da economia em que a descentralização é mais útil.



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