22/03/2010   RSS posts: 1539comentários: 3.016 updaters: 559
Seja bem-vindo(a) ao Blog da HSM / Alameda Mamoré, 989, - 13º andar / Barueri, Alphaville SP

Archive for October, 2009

Google reinventa o Orkut

novoorkut

O Google lançou ontem a nova versão da rede social mais popular do Brasil, o Orkut. A plataforma foi redesenhada e passará a permitir que o usuário selecione quais amigos terão acesso ao seu álbum de fotos, a cor de sua homepage e poste fotos e vídeos em sua descrição. Também será possível enviar testemunhos em vídeo.

Embora permita maior organização das informações de amigos e navegação mais rápida, a plataforma vai exigir mais do navegador do usuário – o Google aconselha os internautas a ter a edição mais atualizada do Chrome, Firefox, Safari ou Internet Explorer.

A mudança é claramente uma estratégia da empresa para recuperar usuários, que estão migrando para outras redes sociais – como o Facebook – em busca de novas funcionalidades. No novo Orkut, o usuário receberá, por exemplo, sugestões de amigos para adicionar à sua rede de contatos, funcionalidade já utilizada pelo Facebook. A diferença é que as sugestões do Orkut serão baseadas em serviços do Google, como o Gmail.

Para “brincar” no novo Orkut, no entanto, é preciso convite – mesma estratégia utilizada pelo site na época de seu lançamento. Quando a informação foi divulgada, nesta quinta-feira, centenas de pessoas já imploravam por um convite em outra rede social bastante popular, o Twitter.

E você, está curioso para conhecer essa “novidade” do Google?

Headlines da Semana no Marketing

radar_hsmAí vão os destaques da semana no Marketing. Qual chama mais a sua atenção, que você acha mais interessante? E a que não tem nada a ver?

Vendas de Natal no Walmart já são maiores neste ano

Sucesso faz Nestlé ampliar linha de panettones

Corinthians lança linha de computadores

Kraft faz promoção em 1.750 pontos-de-venda do Brasil

Estrela e Record lançam boneca de personagem de novela

Warner disponibiliza músicas do Rappa em pen drive

Yázigi prevê aumento de 30% na demanda de cursos à distância

Nestlé leva colaboradores para China em ação de incentivo

Red Bull aposta em evento cultural para promover marca

Pedigree “adota” 6 mil cães

Absolut lança embalagem para o verão

Clintes Claro poderão pagar taxi com celular

Trousseau lança linha SPA

Brasil é o país da América Latina com melhor imagem

Pânico abre loja no Shopping West Plaza para vender produtos

Avon lança mais um perfume masculino

Escrever tornou-se velho

sso é uma carta para mim. Vou dividir com você. Originalmente não era para ninguém ler. Mas uma palavra escrita, pede para ser lida.

Senti uma sensação estranha essa semana. Li o primeiro capítulo de “Memórias Póstumas de Brás Cubas” em meu kindle.

Sim. Eu comprei um. Comprei por impulso, assumo. Comprei pela novidade mais do que pela necessidade. Sou refém do que vejo. Pelo livro “A Lógica do Consumo”, de Martin Lindstorm, sou um pobre coitado. Sou vítima da neurociência. Sou vítima da velocidade.  Imito. Como quando comprei um ipod.  O seu fone branco foi o passaporte. Faço parte agora, podia afirmar.

A sensação estranha, que menciono logo no início, foi ver Machado de Assis ser reencarnado por cargas elétricas. Milhões de microcápsulas, cada uma com milésimos de milímetros, imprimiram eletronicamente o que foi escrito há tempos. Ele (Machado), não esperava isso. Nem mesmo eu. Um colapso de mundos.

Quando esses universos colidiram, eu estava ali. Segurando um gadget branco com menos de 300 gramas. Fiquei dividido. Ainda tinha alguns livros para terminar. Mas não sabia onde. Ler no kindle me tornaria moderno, barra, atualizado, barra, cool.

Não, não quero fazer uma resenha sobre o aparelho. Vou mencionar por alto que ele é 3G com ampla cobertura nacional, o que permite o acesso a lojas de livros da amazon em quase toda parte, pronto, propósito nerd cumprido. Mas “who cares”, o que diabos Machado fazia ali? E por que eu comprei o kindle mesmo?

Livros tornaram-se um velho hábito. Não atual. Distante. Como escrever. Escrevo hoje como quem reafirma, - eu ainda sei. Não escrevo para você. Escrevo para mim. Quero uma prova real. Eu ainda sou mais que 140.

Micromensagens. Passo adiante e leio. Não lembro de nenhuma. Não lembro a última coisa que twittei. Não quero que aconteça o mesmo com meus livros. Paúra, pode ser. Vou ter calma, calma para mudar.  Um publicitário calmo? Será que existe? Será que sobrevive? Sobreviverá quem tem calma para pensar?

Quem diria?, moderno é o RPM. Revoluções Por Minuto fazem mais sentido agora que nos anos 90. Paulo Ricardo, jamais pensei que te mencionaria. Mas sua banda hoje seria, RPS, Revoluções Por Segundo.

Vou deixar o meu kindle na gaveta. Vou terminar meus livros. E então mudarei. No meu ritmo. Vou respeitar meu tempo, do meu cliente, dos meus amigos, da minha namorada, barra, mulher, dos meus desejos. E por fim dos meus livros.

Lidar bem com as mudanças não significa mudar de direção a cada vento. Take care. Cuide-se. Digo isso para mim. Serve para você?

20 verdades (tuitáveis) sobre as revistas

YouTube Preview Image

Dados dos EUA. 

E eu gostei de “long-term journalism”. Pela lógica, em um mundo que pode vir a se caracterizar pela volta do longo prazo, isso faz sentido.

via Andre Felipe

Top of Mind 2009

Saiu o resultado anual da pesquisa que registra as marcas mais lembradas pelos consumidores.

- Coca-Cola, Omo e Nike foram as mais lembradas entre todas as categorias (ranking geral).

- Seda, Zero Cal e Dove se destacaram como as mais lembradas do público feminino enquanto Pirelli, Mercedes-Benz e Honda ganharam com os homens.

- Skol foi a marca com maior crescimento de lembrança versus a última pesquisa.

- Kibon, Arno e Lux se destacaram entre a classe C.

Veja o ranking completo no site do Top of Mind 2009, publicado pela Folha de São Paulo.

São Paulo, a mais digital da América Latina

saopauloA cidade de São Paulo acabou de ser eleita a mais digital de toda a América Latina, de acordo com uma pesquisa realizada pela Motorola e pela Convergencia Research.

 

Durante um ano, o estudo analisou o nível de digitalização de 150 cidades em 15 países da região, considerando itens como infraestrutura, serviços, e-binding e o compromisso assumido com a redução da desigualdade digital.

 

Também foram estudados o emprego de tecnologias de informação e comunicação entre os cidadãos, empresas e outras instituições públicas.

 

A capital paulista foi considerada a melhor nos aspectos governo eletrônico, serviços disponíveis ao cidadão pela internet, compromisso com a inclusão digital e pelas aplicações de tele-saúde e tele-segurança. 

 

Outra brasileira também entrou no ranking das top 25: Salvador ficou em 12º lugar, à frente de metrópoles como Buenos Aires. Mérida e Chihuahua, no México, dividiram a segunda e terceira posições, e San Luis, na Argentina, ocupou o quarto lugar. Confira o ranking completo: 

 

1 - São Paulo (Brasil)

2/3 - Chihuahua (México)

2/3 - Mérida (México)

4 - San Luis (Argentina)

5 - Guadalajara (México)

6 - Florida (Uruguai)

7 - Santiago (Chile)

8 - Bogotá (Colômbia)

9 - Chacao-Caracas (Venezuela)

10 - Las Condes (Chile)

11 - Los Olivos (Peru)

12 - Salvador (Brasil)

13 - San Joaquín (Chile)

14 - Medellín (Colômbia)

15 - Buenos Aires (Argentina)

16/17 - Tuxtla 2 (México)

17/17 - Viña del Mar 2 (Chile)

18 - Boca del Río (México)

19 - Marcos Paz (Argentina)

20 - Callao (Peru)

21 - San Nicolás de la Garza (México)

22 - San Pedro Garza García (México)

23 - Puerto Montt (Chile)

24 - La Serena (Chile)

25 - Valência (Venezuela)

Confira o DOM VideoBiz

Começamos uma série de vídeos online para explicar melhor os conceitos e as idéias que defendemos na DOM. É a série DOM VideoBiz. Abaixo você pode acompanhar os 2 primeiros programas.

YouTube Preview Image YouTube Preview Image

O que vocês acharam?

E se a Microsoft tivesse inventado o Twitter?

<via @avinashkaushik>

ReCaptcha - De grão em grão…

(Por Lorenzo Mendoza via UoD)

Acredito cada vez mais que conectar as pessoas pode ser a melhor maneira de mudar o mundo, ajudar alguma causa ou adiantar muito a velocidade das coisas.

Conheci só agora, enquanto via essa apresentação do “Future of Work” e sobre colaboração, essa iniciativa chamada ReCaptcha. Computadores não conseguem ler livros, nem buscar palavras dentro de textos digitalizados, porém quantas pessoas a cada minuto estão realizando cadastros ou operações onde é necessário a confirmação de que voce é um ser humano, não um robô.

A iniciativa do ReCaptcha é de que voce tem apenas que digitar duas palavras, a primeira é para verificar e a segunda uma imagem de um livro onde voce ajuda a digitalizar parte dele. Pelos cálculos deles todos os dias aproximadamente 150.000 horas são usadas para digitalizar livros. Simples e genial.

Tendências da TI : Modelos de Negócio Baseados em TI

Pessoal,

já escrevi em posts anteriores que as áreas de TI existentes dentro das empresas estão passando e ainda passarão por uma grande transformação nos próximos anos. A mudança é fundamentalmente de postura, deixando de ser uma área reativa, que espera ser demandada para desenvolver soluções, e passando a adotar uma postura mais pró-ativa e buscando apresentar soluções de TI que ofereçam maiores e as mais inovadoras oportunidades de negócio para as empresas.

As áreas de TI sempre foram vistas como ferramentas para executar os processos de forma mais rápida e com menor custo. Essa é uma visão muito baseado no modelo mental da revolução industrial em que se procura otimizar processos para reduzir os custos de operação e transação. Mas a TI pode ser muito mais que simples ferramenta de redução de custos, ela pode ser uma ferramenta para fazer as coisas de formas inteiramente diferentes, servindo como um componente de um modelo de negócio inovador. More »

A estratégia segundo quem entende

porterA estratégia será o tema de duas das palestras mais esperadas da ExpoManagement 2009, que acontece entre 30/11 e 2/12 em São Paulo. Michael Porter e Kenichi Ohmae, as duas maiores autoridades mundiais no assunto, vão abordar a estratégia por pontos de vista diferentes e complementares.

Porter, que lidera o Institute for Strategy and Competitiveness, levará os participantes a pensarem no papel da estratégia na inovação e na mudança e em como definir em qual negócio uma empresa está realmente competindo. Além disso, falará especificamente sobre estratégia competitiva para empresas brasileiras.

Já Kenichi Ohmae, conhecido internacionalmente como Mr. Strategy e um dos cinco maiores especialistas em gestão do mundo, focará na competitividade do mercado na definição da estratégia em momentos de mudança. Em suas palestras, Ohmae tem ensinado as corporações a olhar além das fronteiras nacionais e obter sucesso em mercados globalizados.

Em comum, os dois palestrantes trarão para o público da ExpoManagement 2009 sua visão certeira sobre os negócios no cenário mundial e direcionamentos para que as empresas desenvolvam estratégias inovadoras e se mantenham competitivas.

Veja a programação completa dessas e de outras palestras e inscreva-se para as palestras paralelas gratuitas no hotsite: expomanagement.com.br

O Futuro é para Empresas Abertas: The Network Companies

opendoorCada vez mais as empresas buscam um modelo organizacional e de operações mais enxuto e flexível, objetivando sua adequação rápida às condições de mercado e buscando vantagens competitivas pela constante inovação e reinvenção de si mesmas.

Dentro desta filosofia, as empresas passam a focar seus negócios no seu core business, buscando na Tecnologia da Informação (TI) subsídios que possam automatizar processos mecânicos e burocráticos não ligados diretamente a sua atividade fim. Isto tem gerado uma maior divisão de trabalho entre as empresas, envolvendo vários perfis de fornecedores, parceiros e terceiros, cada qual com suas especializações, conseqüentemente estreitando as relações entre os vários players de um determinado setor.

A Internet, de certa forma, quebrou o conceito de clusters geográficos, gerando o conceito de clusters (redes, comunidades) empresariais por setor de atuação, foco, similaridade e complementaridade de estratégias, objetivos e ações. Entretanto, temos visto como principais inibidores à evolução e formação destes novos ambientes de negócios, a heterogeneidade dos estágios tecnológicos de empresas e a diferença de tamanho entre as empresas - ainda que pertencentes a um mesmo segmento.

As empresas participantes dessas redes de negócios online devem ter em mente a necessidade de homogeneização de tecnologias e protocolos de comunicação entre si, pois somente desta forma todos os participantes serão capazes de “conversar com o outro”, ou seja, enviar e receber dados e informações em formato compatível com seus sistemas internos de gestão (ex. erp, crm, eis, sfa, etc).

Uma vez superadas as barreiras tecnológicas, as relações intra e interempresariais, quando convergidas a um mesmo ambiente digital (um e-marketplace, por exemplo), formam clusters empresariais que realizam negócios que competem em seus aspectos redundantes na venda, colaboram entre si no momento da compra e contribuem para a heterogeneização do ambiente com seus aspectos não redundantes e complementares.

Leia o artigo E-Coopetition Se Fortalece com as Redes Colaborativas

Pesquisa de mercado de última geração - ZMET

Pedro Cruz e Josiah Foster

Na esfera das pesquisas de mercado, Philip Kotler observou durante sua apresentação no Fórum Mundial de Marketing e Vendas da HSM em agosto último, que a técnica ZMET (Zaltman Metaphor Elicitation Technique) tem sido aplicada com sucesso. Seu criador, Dr Gerald Zaltman, “pai” do neuromarketing, diz que focus groups e questionários são perda de tempo, pois os consumidores não verbalizam os reais motivos de suas decisões de compra. “Você precisa ultrapassar o cérebro verbal e chegar ao cérebro metafórico.
O ZMET chegou ao Brasil e durante coletiva de imprensa realizada hoje com o  VP de planejamento da África, primeira agência brasileira a utilizar a ferramenta, Pedro Cruz e Josiah Foster, antropólogo, fundador da Mindroads, consultoria que representa o método, explicaram: - “a técnica utilizada no ZMET consiste num processo de entrevista patenteada que combina antropologia, sociologia, psicologia cognitiva, linguística e neuromarketing. Diferentemente das técnicas de pesquisa que em geral exploram as ideias em nível superficial, o ZMET traz à tona o poder das metáforas, símbolos e outras comunicações não verbais para ir além do que as pessoas dizem. Os clientes podem encontrar os estímulos inconscientes que determinam os porquês das escolhas dos consumidores, incluindo o comportamento de compra.”
O método ZMET foi desenvolvido após estudos provarem que as decisões que tomamos diariamente são emocionais e não racionais.
Resumidamente, o que o aplicador faz é pedir para um grupo de pessoas que coletem imagens que remetam à ideia de, por exemplo, futebol e seleção brasileira. Buscam-se, com isso, as metáforas profundas que subjazem ao nosso pensamento. Dessa maneira, migra-se do hemisfério esquerdo (verbal) do cérebro para o hemisfério direito e o inconsciente. A metáfora encontrada neste caso foi gladiadores (preparo físico, sacrifício, batalha) que inspirou o comercial da Brahma.

Confiram!

YouTube Preview Image

Sobre a vaidade

pavaoA vaidade, em geral, é interpretada como algo negativo, e muito difícil de ser avaliada sob a ótica moral. Na visão de muitos, vaidoso é aquele que quer chamar a atenção, que deseja se destacar dos demais, o que tem seu fundo de verdade. Em essência todos nós demonstramos algo de vaidade em nossos atos, ou seja, a vaidade se apresenta como um dos fundamentos das ações humanas. Como afirmou Mathias Aires, a vaidade é sem limites, durando mais do que nós mesmos, através dos túmulos aparatosos que mandamos fazer.

Um dos desafios que enfrentamos, desde muito cedo, em nossas vidas é ter que administrar conflitos. Dado que a vaidade é um processo desenvolvido pelo homem que vive em sociedade, desde o nosso nascimento, somos submetidos a toda sorte de situações que nos levará a buscar se destacar de alguma maneira dos demais. Portanto a vaidade esta intimamente conectada com o processo de individualização do ser humano, que passados os primeiros anos de vida, de alguma maneira, buscará ser diferente do grupo do qual é parte integrante, o que significa caminhar no sentido oposto ao da integração. Neste ponto surge talvez o primeiro grande conflito a ser administrado.

Durante a infância temos como objetivo ser igual aos demais e ser bem aceito pelos grupos que formamos parte, sem importar quem é o mais rico ou o mais inteligente. Já na fase juvenil, para ser bem aceito pelo grupo é necessário se destacar, por outro lado isto traz conseqüências, sendo a solidão a principal delas. Por isso, a solução é buscar diferenciar-se dos pais e fazer parte de alguma tribo. A vaidade exige uma competência para lidar com a individualização que os adolescentes em geral têm dificuldades para desenvolver.

Clique aqui e leia o artigo completo.

Vida sem propósito e foco

A leitora do blog, Silvia Lacerda enviou outra questão interessante:

Gostaria de ouvi-lo a respeito da Gestão do Tempo fora do trabalho, quando não se tem metas, objetivos claros, muitos interesses e pouca energia (muitas vezes em função do stress da correria do dia a dia).

Tempo fora do trabalho é essencial para construir a sua identidade futura, para dar sentido ao seu tempo com coisas prazerosas e que fazem você ter a sensação de que o tempo está sendo bem vivido e não simplesmente “corrido”.

More »



Close

Close