
Adorei ouvir hoje do Jack Welch, em videoconferência mediada pelo empresário Eduardo Bom Angelo, na ExpoManagement 2009, que a vida sem paixão é vida sem propósito. Quando falou de liderança, o CEO enfatizou o quanto é importante reconhecer as pessoas. “Não me dê um broche, me dê um cheque para eu pode fazer o que eu quero”. Para ele, a remuneração com dinheiro pode ser cruel, mas afirmou que não conhece uma pessoa que não goste. “Para mim o dinheiro sempre foi importante, e eu adoro enriquecer as pessoas”.
Entre os conselhos deixados pelo grande guru, está o de sempre se conectar com pessoas interessantes, alguém que sabe o que você não sabe. “Você tem que ter um apetite insaciável para aprender o que as pessoas têm e você não tem. Para ele, existem três maneiras de aprender:
1 - Vá à escola, leia o máximo que puder e pergunte o que não sabe a alguém que sabe mais que você.
2 - Todo mundo sabe alguma coisa que você não sabe.
3 - Não diga o que você sabe a eles. Descubra o que as outras pessoas sabem. Não perca tempo falando sobre o que você sabe.
Ah, se todos os líderes pensassem assim…
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O professor Clóvis de Barros Filho foi a oferta do Sírio Libanês para os presentes na Expo no final do dia. Adotou seu tom gritante e sua expressão facil irônica para falar as coisas sérias de sempre. O histriônico do título não é crítica, é constatação, não sei se seus tiros saem pela culatra, ou acertam seus alvos. Conheço Clóvis, tem conteúdo, é irônico e está acostumado a pregar em platéias avessas a grandes transformações, essa deve ser a explicação da adoção do estilo.
Uma das empresas mais inovadoras do mundo, a 3M dá aula quando o assunto é inovação. A reputação da companhia é reconhecida no mundo todo por seus mais de 20 mil produtos que mudaram a vida das pessoas, a maioria fruto de estudos científicos, de observação do consumidor, ou por puro descuido mesmo, como o caso do post-it que era uma cola que não colava e se tornou um produto com faturamento de US$ 2 bilhões anuais.
Depois da palestra do Aráoz houve uma breve apresentação/homenagem a Peter Drucker. Está-se celebrando o centenário de nascimento do austríaco que foi para os Estados Unidos, ajudou a criar a ciência da gestão mas ainda é pouco ouvido. Se fosse mais, não teríamos presenciado o que presenciamos em 2008/2009, apenas para dar exemplos recentes.
Antes de ser headhunter Claudio Fernández-Aráoz é engenheiro, isso para mim explica a queda e quantidade de estatísticas apresentadas durante sua palestra. Muitas interessantes e didáticas, se bem que quando se trata de pessoas, sempre desconfio de números. Se tivesse que resumir em um ponto, este seria: cuidado com as pessoas que se encarregam de trazer pessoas para sua empresa. Em última instância, cuidado até mesmo com você, a insegurança pode bloquear o acesso das pessoas certas para sua organização.
Para começar, a Playboy não é revista de mulher pelada, apesar da foto ao lado. É uma grande marca: sexy, moderna, divertida, ágil, emocional e relevante não só para homens, mas até para mulheres. A cinquentona Playboy está mais em forma do que muita garotana de vinte e poucos anos.
A filha do fundador da Playboy tem um discurso consistente e uma aparência bem mais conservadora do que se poderia imaginar. Sinceramente esperava da herdeira da Playboy, se não, uma roupa para pousar para a revista, nem um conjuntinho de executiva ascendente. Fora isso, a palestra foi interessante. Pontos de destaque: Marcas x empresas que atuam no setor. Os exemplos dados por Hefner? Virgin x British Airways, Nike x Reebok, Harley Davidson x Honda. As primeiras tinham atrás de si alguma atitude, um contato íntimo com o consumidor, um desejo de entendê-lo e com ele conviver.



Eu queria falar do lado obscuro do “updating”, que, na verdade, nem é um lado: é o “updating” mal compreendido. Trata-se de inovar à toa, só pela moda de fazer algo novo. A vítima da moda no caso é a fabricante de biscoitos Piraquê, que está substituindo as embalagens clássicas (e revolucionárias) feitas pela artista plástica 
Existe uma tendência mundial chamada Food Service, o conceito deste mercado é alimentação fora do lar, ou como os americanos chamam - OOH - Out of Home. Este mercado tem crescido muito nos últimos anos, e quando o camparamos com o varejo tradicional, o crescimento chega ser quase o dobro.