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Author Archive for Adriana Salles Gomes

Realidade aumentada e o uso pelas empresas

Luiz Gonzaga da Silveira Jr, professor dos cursos de Jogos Digitais e Engenharia da Computação da Unisinos, deu esta entrevista ao site Baguete sobre realidade aumentada (RA). É um assunto que esquenta a cada dia que passa. Vale a pena conferir:
 
Qual deve ser a preocupação das empresas na hora de criar uma ação de RA?
O contexto a ser empregada a RA deve ser previamente bem definido, incluindo perguntas básicas como “é adequado o uso de RA na minha ação?” “vai agregar alguma informação signficativa?!” isso porque costuma-se criar um alarde enorme, mas sem sustentação, em torno de tecnologias da moda. 
Veja o caso do Second Life. A Realidade Aumentada foi “descoberta” agora por algumas áreas, como publicidade e jogos, e criou-se um mito de que tudo vai ficar mais interessante e chamativo se tiver RA. Isso não é necessariamente verdade e portanto, deve-se tomar muito cuidado para não investir tempo e dinheiro de forma equivocada. 
O grande exemplo é o jogo Eye of Judgement da Sony, que é visualmente muito interessante, mas, após algum tempo, os jogadores se sentem incomodados com os objetos 3D, porque o jogo é mais interessante que as animações em si.

Você acha que a RA deve se consolidar no Brasil? Em quanto tempo?
Acho que está consolidada em todos os níveis no Brasil, estamos formando profissionais capacitados, a tecnologia já foi dominada pela academia e está ganhando os seus principais veiculadores, com um certo sucesso. Resta desenvolvemos ferramentas de suporte mais robustas e resolvermos problemas relativos a qualidade das câmeras e iluminação, além das limitações dos sistemas computacionais. Assim, teremos soluções mais baratas, visualmente mais interessante e que funcionam em ambientes menos controlados.

A realidade aumentada tende a ficar mais restrita ao meio acadêmico e de games?
Não. O exemplo é a publicidade, os sistema empregados em esporte, como o tira-teima, além das aplicações da indústria de aviões de combate que já empregam há anos e com grande sucesso. Outras áreas como medicina, aviação, marketing, turismo, dispositivos móveis, dentre outras, já tem seus cases e estão buscando torná-los mais estáveis e vendáveis. 

Depois do jump, a explicação do especialista da Unisinos para o que é Realidade Aumentada e seus quatro tipos.
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Prisoner of the State | Para entender a China

Adorei a lista de livros que nos ajudam a entender nossos tempos, publicada na post abaixo, e queria destacar principalmente o de Zhao Ziyang, porque compreender a China é obrigatório para todos, claro, mas para gestores de negócios em particular.

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Depois do jump, o texto do vídeo em inglês.

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Post-its de domingo: crianças na web, nomes e investidores de risco

Hoje volto ao formato habitual dos post-its. Lembrando: eles são dicas de inspirações para inovar que se encontram online e as escrevo semanalmente em homenagem a Peter Drucker. O mestre dizia aos gestores que usassem o final da noite de domingo para planejar a semana entrante e assim ganhar eficiência e eficácia. Eu adaptei o conselho, sugerindo que usem esse tempinho para uma navegação descomprometida pela internet que possa gerar novas e importantes ideias – e o mapa está aqui. (São pequenas dicas, por isso as batizei de post-its, mas nada impede que virem grandes business plans.)

  • Para começar, deem um pulo no Migux, espécie de orkut infantil brasileiro. Em cerca de um ano de existência, tem já 1,5 milhão de crianças cadastradas. Conforme explicação para os pais no site, trata-se de um ambiente imersivo onde, por meio de avatares e em situações multiusuários, as crianças podem criar sua página pessoal (em forma de casinha personalizável), comunicar-se com seus amigos individual ou coletivamente, deixar recados nos murais da sua rede, colecionar objetos, jogar e fazer várias atividades educativas e divertidas. Não sei se acho bom ou ruim como mãe (um ponto positivo nesse aspecto, sem dúvida, é eles terem preocupação explícita com segurança e estimularem a participação dos pais), mas, certamente, é uma tendência importante para gestores de marketing.
  • A segunda parada é uma firma de consultoria em criação de nomes e marcas como outra qualquer, mas tem um diferencial: seu blog traz uns bons insights sobre essa área. Chama-se Name Development, o que já diz muito sobre ela. No mínimo serve como benchmark para o pessoal que faz isso para sua empresa.
  • Venture capitalists, investidores de risco, capital empreendedor. Seja qual for o nome de sua preferência, esse certamente é o “nó do borogodó” do desenvolvimento empresarial e de inovação no Brasil, como já o apontou Silvio Meira em sua excelente  entrevista à HSM Management. Por isso achei que valia a pena vocês lerem este artigo e entenderem como funciona o investimento empreendedor nos Estados Unidos, em  especial sua organização em rede. Eu particularmente sou da opinião que toda empresa brasileira (e/ou seus acionistas) deve constituir um braço de venture capital. Ou não vamos sair tão cedo da lama. Vi no TechCrunch mesmo.

Case de design Havaianas, premiado em Cannes

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Acabou de ganhar o leão de ouro no Festival de Publicidade de Cannes, categoria design, e está sendo motivo de orgulho de todos os brasileiros. A explicação do case pelo autor: “Como transformar 30 cm de borracha e duas tiras, a preço médio de 8 dólares, numa marca mundial. Juntando o simples com a alegria. Exuberância com irreverência. O design com a cor. Toda manifestação da marca, seja ela na mídia que for, tem sempre na sandália o seu ponto de partida. Refletindo a cultura e a alma brasileiras, vamos formando uma identidade única. Deixando de ser uma simples sandália de borracha, para se transformar na primeira marca mundial verdadeiramente brasileira.”

Parabéns para a equipe responsável, que inclui o Danilo Siqueira, vulgo @letsvamos, e mais gente bamba da AlmapBBDO (confiram aqui). Como o Danilo me corrige ao lado, trabalho em grupo.

via @vtheodoro

Dois Peters e uma conversa de gente grande

Em 2009, Peter Drucker (à esquerda) completaria 100 anos. Pena que ele não chegou até esse aniversário. Como disse o Jim Collins na última ExpoManagement, precisamos dele mais do que nunca, como as trevas precisam da luz (o tom é meio dramático, certo, mas nem por isso menos realista).

O jeito, então, é ficar revisitando o pensamento do Drucker, que de tão abrangente e elaborado sempre nos surpreende, por mais que o conheçamos. Inspirada nas necessidades do momento histórico, no centenário de Drucker e no post do Peter Senge (outro de meus pensadores favoritos), destaquei alguns trechos de uma conversa brilhante entre os dois Peters, que publicamos alguns anos atrás na HSM Management:

  • Futuro dominado pelos idosos 1: … talvez nos afastemos da cultura de extrema juventude dos últimos 40 anos, exceto nos países de língua inglesa. Existe uma lei antiga: é o grupo populacional maior e de crescimento mais rápido que determina a mentalidade e o estado de espírito de uma era (Drucker). Quem tem dúvida se esse raciocínio se aplica ao Brasil não pode deixar de ler a excelente entrevista de Alexandre Kalache a HSM Management (que eu tive o prazer de fazer): Efeito Copacabana.
  • Futuro dominado pelos idosos 2: A cultura jovem dominou tanto a forma como raciocinamos que tendemos a encarar os mais velhos como pessoas que perderam sua juventude, em vez de como pessoas que estão entrando numa fase realmente fundamental da vida. Um antigo ditado chinês afirma que a mente humana só se torna interessante após os 50 anos, (Senge)
  • Como lidar com um mundo de mudanças tão rápidas e sem precedentes: A primeira coisa é aceitar que é preciso lidar com a mudança e não acreditar que isso é algo que você faz numa tarde de sexta-feira depois das 15 horas. A segunda coisa é criar receptividade à mudança e há apenas uma forma de fazê-lo: construindo um “sistema de abandono organizado de produtos”. Como disse um sábio britânico do século 18, nada concentra mais a atenção de um homem do que saber que será enforcado no dia seguinte. Não há nada que concentre mais a atenção de um gestor do que saber que um produto será abandonado em dois anos. Só assim ele buscará a inovação ativamente, em vez de adiá-la…. Já conheci várias pessoas cuja identidade está associada a um produto. Isso é um problema para o abandono… Há uma carta de Beethoven para Schubert na qual ele diz para o novato: Não desperdice seu tempo terminando uma coisa se ela for muito penosa. Comece algo novo. (Drucker) 

To be continued…

Jantar no céu e outras inovações

Jantar no céu: quem aceita o convite?

Eu não, que eu tenho medo de altura. Mas essa empresa organiza jantares assim, para você ter a sensação de ser a loira na mão do King Kong lá no Empire State Building. (Também podem ser outros tipos de evento, como reuniões, casamentos e shows.) Em Nova York, em Paris, e em quase qualquer lugar do mundo. Tem até uma bandeirinha do Brasil no site, acho que disponibilizarão o serviço aqui também. (Mas não me convidem, que não vou nem morta!!!)

Prefiro um almoço no fundo do mar, no restaurante Ithaa, nas Maldivas.

Ou um jantar mesmo, mas no breu, no restaurante Dans Le Noir, em Londres, onde se come totalmente no escuro (os garçons são cegos inclusive, em nome da eficiência).

Publiquei esse post originalmente no Gourmet UoD, mas como tem tudo a ver com inovação e, por isso, com gestão 2.0 também, trouxe para cá.

via e via

Post-it de domingo| Inovação e disciplina em música

YouTube Preview ImageCom licença, pessoal. Vou recorrer a um vídeo neste post-it novamente. O Jim Collins tem batido na tecla de que o grande desafio das empresas nessa economia pós-industrial que se inicia é saber inovar com disciplina. Outros o têm ecoado, usando outros nomes talvez, mas com as mesmas ideias. E eu encontrei uma metáfora musical para isso, num momento de inovação musical com a disciplina da tradição mantida. A música é ”For the Love of God”. Na inovação, Steve Vai e sua guitarra “animal”. Na disciplina, a Holland Metropole Orchestra (lembrem que orquestra era a metáfora preferida de Peter Drucker para organização bem gerenciada e boa de operações). Com detalhe importante: algumas vezes, a inovação é da orquestra e o Steve é que segura a melodia. (Observem também o papel do maestro, cuidando tanto para que o conjunto funcione com qualidade como para que os talentos individuais, do Steve e dos outros solistas, se destaquem.)  

Requisitos deste post-it são tela cheia para não perder nada e fone de ouvido com volume lá em cima para mergulhar na metáfora.

 

SPFW, teoria do circo e autenticidade

Post de Andre Felipe, via UoD

Recomendo que vocês leiam o post abaixo até o fim, seguindo após o jump. Ele ilustra, com exemplos brasileiros, o artigo sobre princípios de autenticidade publicado na última HSM Management, que abordava o caso Disney. E também é exemplo de que o extremo oposto do medo da mudança –que é a mudança a qualquer custo– tampouco funciona bem, ainda que para aproveitar oportunidades. TC podia virar ferramenta de gestão das empresas para tirar a prova dos 9 da mudança, que tal? O Andre Felipe é craque nisso!

 :) 

Do tempo em que eu trabalhei em parceria com o Marcelo Rosenbaum não sobrou muita coisa em pé. A Teto fechou, o Namesa também. Mas o que sobrou foi bacana: A Banca de Camisetas e a Teoria do Circo.

A Banca todo mundo conhece, mas a Teoria do Circo (TC) ficou obscura durante todo esse tempo. Até hoje, pois é meu dever revelar a teoria aqui e agora.

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Naqueles tempos, o Marcelo andava muito solicitado (deve andar ainda mais hoje) e atendíamos, quando era o caso dele precisar de um designer gráfico, todo tipo de demanda - das mais glamurosas até as mais esquisitas. E foi numa dessas que a TC surgiu.

Belo dia o Marcelo me liga perguntando seu eu poderia ir com ele em uma reunião em que trataríamos de uma repaginada geral no Bar do Elias, tradicional bar ligado ao futebol e especialmente ao Palmeiras, pela sua proximidade com o Parque Antártica, na Pompéia.

Fomos. Chegando lá, uma reunião que lembrava o casting de um filme do Almodovar juntou, numa mesma mesa, o Marcelo, eu, o dono do bar (filho do Sr. Elias que, doente, já não tocava mais o estabelecimento) e um certo consultor de marca cujo nome eu lamento demais em não lembrar. Mas vamos tratá-lo, aqui, como Dr. Fantástico.

Dr. Fantástico falava de maneira muito gentil e empolada, usava um óculos com lentes assustadoramente grossas e um blazer com amplas ombreiras, no estilo Didi. Dr. Fantástico era o líder do processo de reforma do Bar do Elias, e depois de um breve preâmbulo sobre a história e a importância do bar para a região, nos apresentou sua proposta de reposicionamento para  o tradicional estabelecimento:

O tema para o novo Bar do Elias era o seguinte: CIRCO.

A justificativa desse conceito é justamente o que se tornou a Teoria do Circo, e o raciocínio, aqui resumido, exige a sua de atenção. A conferir:

  1. Bar -> Bebida
  2. Bebida -> Amigos
  3. Amigos -> Descontração
  4. Descontração -> Arrelia
  5. Arrelia -> CIRCO

Se eu e o Marcelo já não estávamos entendendo nada, já com uma certa sensação de que o chopp da casa estava misturado com algum tipo de chá de cogumelo, imagina a cara do Palmeirense dono do bar.

Foi a nossa primeira e única reunião com o Bar do Elias. E eu nunca mais tive notícias do Dr. Fantástico.

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Hoje começa o SPFW. More »

Camiseteria.com, uma empresa 2.0

Um tempo atrás escrevi um post sobre a tendência de “niche tweeting”, ou twitter de nicho, em que cada site teria uma ferramenta de microblogging para seu público, um “twitter para chamar de seu”. E olhem só: isso não vale só para redes sociais. Uma empresa como a Camiseteria.com, camisaria de camisetas que fabrica e vende pela internet e faz extensões de linha como ecobags, já pratica o twitter de nicho, que ela chama de “blog box”. Confiram. Pode ser útil para muitas empresas.

Tem mais: a Camiseteria.com está promovendo a cocriação, ou inovação aberta, de que falei nesse outro post. Agora vem rolando um concurso “Crie sua estampa”, e com prêmios em dinheiro, o que torna o processo mais profissional e com mais chances de se estabelecer para uma vida longa. A imagem que ilustra este post é de uma das estampas concorrentes. Detalhe: quem escolhe a estampa vencedora é o público, que vota e comenta à la twitter.

Tem mais ainda: o fundador da Camiseteria.com, Fábio Seixas, terá um artigo na HSM Management de julho-agosto, na seção Empreendedorismo. Não deixem de conferir.

Teria mais até (essa empresa é usuária de primeira hora do Twitter para marketing, tem blog etc.), porém deem um pulo na Camiseteria.com que eu vou encerrar por hoje.

:)

Post-it de domingo: A maneira certa é a melhor maneira

Como nossos leitores devem estar chegando em casa cansados do feriadão, e talvez com muito frio no caso dos que se localizam na região centro-sul do País, o post-it deste domingo à noite será curto e grosso. Ou melhor, será um vídeo curto e franco, que aborda um aspecto fun-da-men-tal em qualquer inovação. Com vocês, ninguém menos que He-Man!! (Sim, aquele do “Eu tenho a força!” e “Pelos poderes de Grayskull”.)
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E seria essa também uma explicação para a crise atual?

Via @vtheodoro

Cocriação na indústria alimentícia: 3 casos exemplares

Nos Estados Unidos, a cocriação ou inovação aberta, que é o tema do Dossiê da próxima HSM Management (julho-agosto), está prestes a bombar, no setor de alimentos industrializados inclusive. Tenho três casos para dividir com vocês; predominantemente experimentais e, portanto, sem escala ainda, acho que sinalizam que as empresas estão “sentindo” o terreno e preparando o que deve vir por aí.

1. A Dunkin’Donuts fez este ano um concurso para os consumidores criarem um sabor. (E o vencedor foi o que inventou o donut sabor toffee (caramelo), como o das balas toffee, mistura de chocolate, mel, leite e açúcar).

2. A fabricante de sorvetes Ben & Jerry’s promoveu um concurso, com inscrições encerradas em maio, que disponibilizou estação de criação de sabores para o público.

3. A Kettle Brand,  marca de batatas fritas de pacote, criou um desafio semanal de novos sabores para suas chips, e os consumidores embarcaram mesmo na ideia pelo jeito (é por tempo limitado e vai gerar uma edição limitada pelo que entendi). A Kettle ainda faz um dinheiro extra com a história, porque vende para os consumidores o kit de criação de sabor (este da foto que ilustra o post).

E no Brasil? Alguém está fazendo isso na indústria alimentícia? Lá vai o bonde… (Nem preciso falar de como o envolvimento dos consumidores na produção contribui potencialmente para fidelização, preciso?)

via Pop Candy

Blog da Petrobras: um modelo a seguir?

Está o maior bafafá hoje no Twitter em torno do blog da Petrobras, chamado “Fatos e Dados”. Pelo que entendi numa leitura en passant dos tweets, ele, lançado em 2 de junho último, conseguiu não ser visto como golias (representante de uma megacorporação e do governo) e ocupou o papel de davi na luta contra a grande imprensa, que seria, esta sim, o golias. Não sei se concordo com a visão, ainda não me detive no assunto e seria irresponsabilidade fazer algum juízo de valor. Mas, de qualquer forma, é um case a acompanhar de uso da web 2.0 pelas empresas. Eu, se fosse gestor de marketing ou de comunicação agora, de qualquer companhia ou setor, acompanhava todos os dias o blog da Petrobras, pelo menos durante a CPI. Vale a pena ler no mínimo a análise do assunto pela Beth Saad, professora da faculdade de comunicação da USP e executiva da Digital Happenings (junto com nossa updater Raquel Costa). E leiam também o post de hoje do blog, “O Blog é Nosso?”, que copiei abaixo.

blog Fatos e Dados tem recebido o explícito apoio de milhares de internautas, jornalistas e entidades como ABI, OAB, entre outras, o que demonstra o acerto da decisão da Petrobras de manter um canal de comunicação rápida e direta com o público, dedicado a apresentar fatos e dados recentes da Petrobras, o posicionamento da empresa sobre as questões relativas à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) e  esclarecimentos solicitados pela imprensa.

As manifestações que temos recebido nos motivam ainda mais. Por isso, reafirmamos que continuaremos a dar transparência do relacionamento  da Petrobras com a imprensa, a postar análises do que for publicado sobre a Companhia, respeitando todas as opiniões sem nos furtar de emitir as nossas. Perguntas dos jornalistas e respectivas respostas da Companhia continuarão a ser publicadas no blog e, a partir de hoje, por volta das 0:00h do dia da publicação da matéria, data que normalmente é informada pelo jornalista.

Acompanhe e participe deste espaço de diálogo através dos seus comentários, que tentaremos liberar e eventualmente responder com mais agilidade.  Mais do que da Petrobras, esse blog é de todos nós.  O blog é nosso!

Viral sobre a GM e a era da transparência

Este post da Paula Rizzo, publicado originalmente no UoD, é a prova cabal da era da transparência, para os gestores que eventualmente ainda apostem em isso ser conversa para boi dormir. Não dá para saber de quem é a autoria (um consumidor insatisfeito, um consumidor publicitário insatisfeito, um fornecedor insatisfeito ou um concorrente), mas dá para saber das possíveis consequências que gera para a marca.

Confiram abaixo um vídeo viral detonando a campanha “reinvention” da GM (citada anteriormente aqui). O que impressiona é a qualidade da tiração de sarro. Uma locução que nada deve à original. E um site dedicado para o projeto. Os consumidores estão cada vez mais instrumentados mas convenhamos que a produção tá caprichada demais… ficam no ar as questões sobre a real autoria.

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70% dos usuários do Twitter seguem perfis de empresas

Já que dei o teaser, vou completar a informação, agora pública: foi a Tecnisa que vendeu um apartamento, de R$ 500 mil, pelo Twitter. Confiram aqui. E, antes que o Twitter seja abduzido pelo Google Wave, se é que será, vale compartilhar a pesquisa que a Bullet fez com usuários do Twitter no Brasil (amostra de 3.268 usuários, maioria de homens e concentrados em São Paulo e, secundariamente, no Rio de Janeiro). Visão rápida da floresta: cerca de 80% dos participantes seguem perfis de agências noticiosas (como a HSM e este blog, por exemplo), 84,5% costumam seguir amigos e 76,6%, pessoas cujo trabalho admiram. Se clicarem em pesquisa vocês verão o mapeamento todo da floresta – os gráficos começam no slide nº 39 e aqui destaco alguns resultados (ou árvores):
OPORTUNIDADES PARA AS EMPRESAS
  • 53,6% acham interessantes ações publicitarias na ferramenta, desde que com relevância.
  • Cerca de 70% afirmam que seguem ou já seguiram perfis de empresas, eventos ou campanhas publicitarias.
  • 33% já participaram de alguma ação publicitaria no Twitter e 51% nunca participaram mas têm interesse em fazê-lo.

FUNÇÕES

  • 79,9% usam o Twitter para compartilhar links e informações interessantes.
  • 92% usam para acompanhar o que outros comentam sobre assuntos diversos,
  • 84,2% usam para se manterem atualizados,
  • 72,6% para trocar conteúdo,
  • 70,1% como forma de expressão pessoal,
  • 49,2% para manter conversas.
  • 31% fizeram novos amigos com a ferramenta (quase 20% já conheceram pessoalmente alguém que conheceram 1º pelo twitter),
  • 85% acham que o Twitter aproxima as pessoas,
  • 87% confiam nas dicas compartilhadas ali e
  • quase 80% já seguiram dicas recebidas pelo Twitter e as aprovaram.

Mais sobre o Google Wave

Ontem o Marcelão escreveu aqui sobre o Google Wave. Tem gente apostando que o Wave será a onda que engolirá todas as outras ondas. Ruptura para valer. Achei boa ideia acrescentar o vídeo YouTube sobre ele, que eu vi em um post do Neto no Update or Die (que, aliás, me pareceu bancar que o Wave vai mesmo substituir e-mail, mensagens instantâneas e Twitter numa cajadada só).
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