Luiz Gonzaga da Silveira Jr, professor dos cursos de Jogos Digitais e Engenharia da Computação da Unisinos, deu esta entrevista ao site Baguete sobre realidade aumentada (RA). É um assunto que esquenta a cada dia que passa. Vale a pena conferir:
Qual deve ser a preocupação das empresas na hora de criar uma ação de RA?
O contexto a ser empregada a RA deve ser previamente bem definido, incluindo perguntas básicas como “é adequado o uso de RA na minha ação?” “vai agregar alguma informação signficativa?!” isso porque costuma-se criar um alarde enorme, mas sem sustentação, em torno de tecnologias da moda.
Veja o caso do Second Life. A Realidade Aumentada foi “descoberta” agora por algumas áreas, como publicidade e jogos, e criou-se um mito de que tudo vai ficar mais interessante e chamativo se tiver RA. Isso não é necessariamente verdade e portanto, deve-se tomar muito cuidado para não investir tempo e dinheiro de forma equivocada.
O grande exemplo é o jogo Eye of Judgement da Sony, que é visualmente muito interessante, mas, após algum tempo, os jogadores se sentem incomodados com os objetos 3D, porque o jogo é mais interessante que as animações em si.
Você acha que a RA deve se consolidar no Brasil? Em quanto tempo?
Acho que está consolidada em todos os níveis no Brasil, estamos formando profissionais capacitados, a tecnologia já foi dominada pela academia e está ganhando os seus principais veiculadores, com um certo sucesso. Resta desenvolvemos ferramentas de suporte mais robustas e resolvermos problemas relativos a qualidade das câmeras e iluminação, além das limitações dos sistemas computacionais. Assim, teremos soluções mais baratas, visualmente mais interessante e que funcionam em ambientes menos controlados.
A realidade aumentada tende a ficar mais restrita ao meio acadêmico e de games?
Não. O exemplo é a publicidade, os sistema empregados em esporte, como o tira-teima, além das aplicações da indústria de aviões de combate que já empregam há anos e com grande sucesso. Outras áreas como medicina, aviação, marketing, turismo, dispositivos móveis, dentre outras, já tem seus cases e estão buscando torná-los mais estáveis e vendáveis.
Depois do jump, a explicação do especialista da Unisinos para o que é Realidade Aumentada e seus quatro tipos.
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Hoje volto ao formato habitual dos post-its. Lembrando: eles são dicas de inspirações para inovar que se encontram online e as escrevo semanalmente em homenagem a Peter Drucker. O mestre dizia aos gestores que usassem o final da noite de domingo para planejar a semana entrante e assim ganhar eficiência e eficácia. Eu adaptei o conselho, sugerindo que usem esse tempinho para uma navegação descomprometida pela internet que possa gerar novas e importantes ideias – e o mapa está aqui. (São pequenas dicas, por isso as batizei de post-its, mas nada impede que virem grandes business plans.)
Em 2009, Peter Drucker (à esquerda) completaria 100 anos. Pena que ele não chegou até esse aniversário. Como disse o Jim Collins na última ExpoManagement, precisamos dele mais do que nunca, como as trevas precisam da luz (o tom é meio dramático, certo, mas nem por isso menos realista).

Recomendo que vocês leiam o post abaixo até o fim, seguindo após o jump. Ele ilustra, com exemplos brasileiros, o artigo sobre
Um tempo atrás escrevi um post sobre a tendência de 
Está o maior bafafá hoje no Twitter em torno do 
