Muito se fala sobre o crescimento do mercado de Food Service no Brasil e no mundo, eu mesmo já mencionei em meus artigos alguns números que refletem este crescimento, e a tendência é que continue neste ritmo para os próximos anos, principalmente no Brasil
Quando as empresas de alimentos lêem ou escutam notícias sobre Food Service a primeira coisa que elas pensam é: também posso pegar carona nesta onda. Acredito que podem e devem pegar esta onda, pois é um mercado muito promissor.
Algo que nunca comentei em meus textos e nunca li nada a respeito é sobre como entrar neste mercado. Para pegar a onda neste mercado são necessários alguns investimentos:
* Pessoas dedicadas (Vendas, Marketing e Trade Mkt)
* Treinamentos;
* Produtos Específicos;
* Embalagens Específicas;
* P&L próprio;
* Logística dedicada.
Talvez você possa estar se perguntando: Então para entrar no mercado de alimentação fora do lar são necessários todos estes pontos mencionados acima? Eu respondo: Este seria o mundo ideal, porém se a empresa tiver um ou mais destes pontos acima já é possível dar um primeiro passo.
Em minha opinião, ter uma equipe de vendas dedicada é imprescindível, não vejo como atender o mercado Food Service com equipe de vendas compartilhada, pois o “approach” ao cliente é totalmente diferente.
Sabemos também que o mercado de Food Service não é um mercado de embalagens e sim um mercado de solução ao operador, porém se a empresa sempre atuou no varejo é bem provável que nem todos os produtos e embalagens de seu portfólio sejam adequados a este mercado.
Então, antes de pegar esta onda é necessário que a empresa tenha em mente que para não ficar apenas na superficialidade deste instigante mercado, são necessários alguns investimentos, os quais nunca são divulgados junto com as cifras de crescimento e tendência de Food Service. Pense nisto!
Abs,
Alexandre Silva

Estava pensando sobre o sucesso e cheguei na seguinte conclusão. Existem três grupos de pessoas:
Estava conversando com o meu amigo Mário Castelar sobre o Carnaval e falávamos sobre esta indústria que gera milhares de empregos ao longo de todo e não apenas entre Janeiro e Fevereiro como muitas pessoas pensam.
Hoje o artigo será um pouco diferente, pois quero dividir com o leitor uma de minhas atividades favoritas: a leitura. Não lembro bem quando começou esta minha vontade de ler, mas acho que foi em minha adolescência, lembro que depois da leitura de um determinado livro, fiquei adpeto a leitura e depois disto não parei mais de ler.
A Pizza é um dos pratos mais democráticos que existe, ela é consumida por pessoas da classe D até a classe A, ainda mais quando falamos da cidade de S.Paulo, pois temos pizzas de todos os sabores e tamanhos. Porém nesta semana recebi por e-mail um artigo da folha de S.Paulo datado de 03.02.10 que me chamou a atenção: ” Teste acha outro peixe em duas marcas de Atum - Estudo da Proteste apontou que latinhas da Alcyon e Rubi traziam o peixe Bonito, que é menos nobre e mais barato”.
A alguns dias atrás estava discutindo com um colega de trabalho quais as melhores áreas para criar um plano de carreira para chegar até a posição de CEO de uma empresa, na verdade falávamos que para ser um CEO a pessoa teria que ter uma visão generalista e não especialista, mesmo assim as áreas que mais se destacavam como promissoras para que um profissional atingisse a posição de CEO eram as áreas de Finanças e Marketing e muito esporadicamente Vendas.
Comecei a utilizar o twitter a mais ou menos um mês atrás e o meu objetivo era acompanhar pessoas famosas e alguns amigos. Depois de um tempo pensei em utilizá-lo como divulgador do meu Blog:
Pessoal,
Este endereço acima foi uma iniciativa minha com a do Jornalista Oswaldo Quartim. Este Blog tem como objetivo informar, dar dicas, sugerir livros, enfim, tudo o que possa ajudar na Carreira das pessoas.
Conversando com alguns amigos, eles sugeriram que eu escrevesse sobre um tema que é essencial para qualquer tipo de empresa, estou falando sobre liderança. Existe milhares de livros sobre o assunto e enorme quantidade de sites que abordam o mesmo tema.
Vejo hoje muitas pessoas falando e optando por carreiras paralelas. Estas carreiras nem sempre são similares às suas funções principais.
Escrevi este artigo no dia 02 de Dezembro com o mesmo título, a idéia do primeiro artigo era comentar sobre a facilidade de troca de informações e depois convidei as pessoas a dizerem quais eram as suas especialidades e de que forma poderiam contribuir. O número de comentários foi bacana, várias pessoas se identificaram e se mostraram prontas a ajudar quem estivesse com uma necessidade específica.