O post do Julio Sergio, sobre o preço que se paga por ser um CEO, é muito relevante e atual e eu adicionaria mais dois componentes que devem, certamente, contribuir para o estresse daqueles que chegam ao topo de uma organização.
O primeiro é, na realidade, conseqüência desse estresse: a detereorização da saúde. Claro que isso varia de pessoa para pessoa (sim, eles são pessoas também). Conheço desde casos de CEOs que nunca pegaram sequer uma gripe em toda sua carreira até outros mais dramáticos. Por exemplo, conheço um episódio verídico no qual, literalmente, o presidente de uma multinacional entrou em surto psicótico dentro de sua sala. Após sua recuperação, foi demitido.
O segundo tem a ver com algo que ouvi recentemente, na palestra proferida por Christina Carvalho Pinto no último Fórum Mundial de Marketing e Vendas: em média, um CEO permanece no cargo por dois anos.


Mudanças organizacionais profundas inevitavelmente produzem conflitos que normalmente são evitados. Mas estudos demonstraram que o uso inteligente deles ajudam o change manager a ser bem sucedido na empreitada.
Não. Esta é minha resposta, e não pretendo mudar de opinião. Essa tem sido minha visão desde que eu li A Whole New Mind (Uma Mente Completamente Nova, em tradução livre), de Daniel Pink, em 2005. Pink propõe que abandonemos nossas atividades realizadas com o lado esquerdo do cérebro – em parte porque não podemos competir com os indianos e chineses – e utilizemos o lado direito dele, o lado criativo.
O número de internautas residenciais ativos no Brasil subiu para 22,7 milhões em março, maior número já apurado em pesquisa mensal feita pela Ibope//NetRatings desde setembro de 2000, informou a companhia nesta quinta-feira.
Pergunte a novos gerentes a respeito dos primeiros dias deles como chefes e você ouvirá estórias sobre desorientação e até mesmo desespero. Muitos dos chefes novatos não percebem quão dura é a diferença entre trabalho individual e management.
Não é notícia nova que os maridos freqüentemente desaprovam esposas que os ofuscam. A novidade é que suas filhas também podem sofrer das mesmas dificuldades em aceitar uma mãe bem-sucedida.
Exercícios físicos regulares e de baixa intensidade, como por exemplo um passeio sem pressa, podem aumentar os níveis de energia de um indivíduo em torno 20% e diminuir a fadiga em torno de 65%, descobriu uma equipe da Universidade da Geórgia.
