22/03/2010   RSS posts: 1539comentários: 3.016 updaters: 559
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Author Archive for Marcelão

Esqueçam a Tecnologia

Pessoal, 

Hoje estou estreando, na intranet do BB, mais um espaço para trocar idéias sobre tecnologia (categoria Hi-Tech) com as pessoas, escrever algumas coisas malucas e encontrar outros malucos que pensam como eu. A primeira vista, pode parecer estranho para vocês iniciar uma coluna na categoria Hi-Tech com o título “Esqueçam a tecnologia”, mas a intenção é essa mesma. Meu objetivo é discutir a tecnologia não como bits and bytes ou produtos tecnológicos de última geração, mas sim discutirmos sobre as transformações que ela nos proporciona e as oportunidades que ela nos oferece nos negócios, na nossa vida e na sociedade como um todo.

Mas por quê devemos esquecer a tecnologia? Ontem, eu estava assistindo a uma palestra no site do TED (www.ted.com) do fundador da revista Wired, Kevin Kelly, em que ele discutia tudo o que aconteceu nos últimos quinze anos. Proponho a você leitor que volte no tempo e pense junto comigo : será que nós imaginaríamos, a quinze anos atrás, que teríamos um mundo como ele é hoje? Será que nós pensaríamos em dispositivos móveis, tecnologia wireless (sem-fio), redes sociais como twitter e linkedin, wikipedia, internet banda larga, youtube? Será que nós teríamos conhecimento de casos da vida real como da estudante universitária Geisy Arruda e seu micro-vestido? Será que um menino de 15 anos conseguiria dar idéia de tema de samba-enredo para escola de samba ganhadora do carnaval carioca em 2010?

Pensem junto comigo : Será que é possível ter limites para a tecnologia? Eu diria que não há limites. Se não há limites, então temos que deixar de pensar na tecnologia como limitadora e expandir a nossa criatividade e o uso que podemos fazer dela. More »

Silvio Meira e suas provocações

Pessoal,

a próxima edição da revista HSM Management traz uma nova entrevista com o professor Silvio Meira que, com certeza, será imperdível. Silvio Meira que também esteve palestrando para nós da Diretoria de Tecnologia do Banco do Brasil (Já comentei sobre isso aqui) falando sobre universalidade da computação.

Gosto muito das observações do professor Silvio Meira porque elas são bastante provocativas. Por essa razão, recomendo que assistam a pequena, mas recheada de sabedoria, entrevista que o professor concedeu a Rede Mídia :

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Aprender, Desaprender e Reaprender. Simples, mas extremamente preciso.

Um abraço.

“Keep the Faith”

Gestão do Conhecimento Não Tem Nada de Abstrato

gestao-do-conhecimento

Pessoal,

um dia desses tive que ouvir de uma pessoa que gestão do conhecimento era algo muito abstrato. Na verdade, o que ele quiz dizer foi que ela não sabia gerenciar as pessoas e transformar o conhecimento delas em inovação, por essa razão, ele tentou desqualificar a gestão do conhecimento. Para mostrar e referendar o fato de que gestão do conhecimento não tem nada de abstrato, leiam o excelente artigo publicado pelo meu amigo e xará, Marcelo Mello, cujo título é exatamente esse :

Há quem pense que a Gestão do Conhecimento é um tema muito abstrato, sem o devido fundamento na realidade das empresas e que as pessoas que vem se dedicando ao seu estudo são sonhadores utópicos pouco afeitos ao enfrentamento dos reais problemas organizacionais. Há quem pense que o discurso que defende o compartilhamento de conhecimento e a colaboração como base para a construção de um novo modus operandi na complexa aldeia global não passa de “papo furado”. Há também aqueles que não entendem como alguém pode defender que um dos papéis dos gerentes é fomentar as conversas entre as pessoas como forma de aumentar a capacidade produtiva da organização. Há ainda os que vêem o empowerment e a abertura para a livre expressão de críticas e questionamentos por parte dos colaboradores, independentemente de posição hierárquica, como uma terrível ameaça ao poder que não foi conquistado, mas sim recebido de brinde junto com um cargo no topo na “cadeia alimentar” organizacional.

Enfim, há uma enorme diversidade de pontos de vista e muitas abordagens para todo e qualquer tema que venha a ser discutido, seja na baila da Administração ou em qualquer outra área do conhecimento, e é fantástico que assim seja. Da multiplicidade de opiniões, desde que respeitosamente expostas por meio do diálogo, é que podem surgir novas e mais efetivas interpretações da realidade e, por conseguinte, o aprimoramento de nossa capacidade de ação. E é exatamente esse o objetivo precípuo da Gestão do Conhecimento: a evolução de nossa capacidade de ação, a fim de nos dar condições de vivermos uma nova era, a era do conhecimento, repleta de complexos desafios e de perguntas para as quais não temos respostas prontas. Como bem colocou Albert Einstein, “os problemas significativos que enfrentamos não podem ser resolvidos pelo mesmo nível de pensamento que os criou”, ou seja, a crescente complexidade das situações que enfrentamos atualmente, quer seja no nível individual, quer seja no âmbito das diversas organizações de que fazemos parte, somente poderá ser efetivamente abarcada se conseguirmos desenvolver um novo portfólio de ações construído sobre novas e mais efetivas formas de interpretar o mundo.

É justamente aí que entram a Gestão do Conhecimento, as conversas e relacionamentos organizacionais e os novos paradigmas de gestão de pessoas, com seus conceitos, práticas e atitudes ainda em maturação, mas que já podem, e devem, ser discutidos e utilizados pelas organizações que desejam manter-se vivas no inóspito ambiente competitivo dos dias atuais. Para sobreviver e continuar a realizar sua missão, as organizações precisam aprender a aprender constantemente. Como afirma Arie de Geus, ex-Vice Presidente de Planejamento da Royal Dutch/Shell, “a capacidade de aprender mais rápido do que seus concorrentes pode ser a única vantagem competitiva sustentável”. É fundamental revisitar e reavaliar as premissas tradicionais de gestão alicerçadas no hoje inefetivo paradigma do “comando e controle” e buscar alternativas que se mostrem mais adequadas ao enfrentamento dos desafios dos quais não podemos fugir. Hoje, infinitamente mais importante do que controlar as pessoas, é propiciar a elas as condições necessárias para que desenvolvam todo o seu potencial e se sintam compelidas a empregar esse potencial em prol da organização.

Contudo, não é nada fácil para os gerentes abandonar o histórico papel de meros feitores e passar a atuar realmente como facilitadores, líderes e coachs, comprometidos em fazer florescer em cada colaborador o que ele tem de melhor e aptos a transformar um simples aglomerado de funcionários em uma verdadeira comunidade de trabalho que compartilha uma visão de futuro e que é capaz de aprender individual e coletivamente. Para isso, entre outros fatores, é necessário acreditar e investir em elementos que não são tangíveis: colaboração, comprometimento, conhecimento, aprendizagem, solicitude, respeito mútuo, sustentabilidade, etc. Tudo isso pode parecer muito etéreo para quem está acostumado apenas a planejar, organizar, executar e controlar, mas tenho convicção de que são essas as sólidas fundações sobre as quais se erguerão as empresas do século XXI.

Vivemos um tempo de transição, uma época de profundas mudanças que demanda uma completa revisão de nossos modelos mentais. Em momentos como esse, é natural que haja os que vêem na mudança uma ameaça ao seu status quo e a tudo o que já foi adquirido, mas há também os que enxergam a mudança como uma oportunidade de construção de uma nova realidade, mais adequada, mais justa e mais humana, uma oportunidade de contribuir para uma real melhoria de nossas empresas e de nossa sociedade. A estes últimos devemos nossa gratidão, pois se não fosse por eles, talvez ainda estivéssemos administrando nossas organizações preocupados apenas com tempos e movimentos e produzindo carros de qualquer cor, desde que fossem pretos.

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É isso aí.

Um abraço.

“Keep the Faith”

Desafios da TI : Aproximar TI e Design

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Pessoal,

aproveitando que a próxima edição da revista HSM management abordará o tema do pensamento em design, quero abordar novamente a necessidade de que as áreas de TI nas empresas evoluam. Tenho certeza que ninguém questiona a capacidade técnica dos profissionais de TI que é excelente, a questão, que sempre debato, é quanto a outros aspectos que envolvem a TI como a capacidade de agir como parte do negócio e o desenvolvimento de competências não-técnicas como comunicação e negociação.

Entre esses aspectos está a capacidade de desenvolver soluções que sejam verdadeiramente funcionais, ou seja, não basta apenas que ela resolva a necessidade do cliente da solução, ela precisa ser de fácil uso, amigável e traga efetividade, mas a raiz do problema não está simplesmente em atribuir aos profissionais de TI essas deficiências, boa parte da causa desse problema está no fato que o modelo de gestão, atualmente vingente na maioria das empresas, afasta as áreas de TI da realidade dos clientes da solução.

Para se ter uma idéia de como as soluções desenvolvidas não são funcionais, um dia desses eu tive que ir a uma agência bancária cancelar 18 cheques. Quando o funcionário da agência começou a me entender, ele consultou todos os cheques que ainda estavam pendentes e começou a cancelar os cheques. Ocorre que para cada cheque que ele tinha que cancelar, ele tinha que marcar cada cheque e imprimir um formulário com uma declaração de que eu concordava com o cancelamento, ou seja, ele foi obrigado a realizar essa operação 18 vezes. Além disso, eu e ele tivemos que assinar cada declaração.

A pergunta é : Será que se o analista, que desenvolveu a solução, tivesse passado um dia na agência cancelando cheques, ele iria desenvolver a solução dessa maneira? More »

O Brasil nas Redes Sociais

Pessoal,

a agência Click realizou um radar completo do perfil dos brasileiros nas redes sociais. Confira no vídeo abaixo :

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São números que mostram a força e a paixão que os brasileiros têm em participar das redes sociais.

Para finalizar, cabe aqui ressaltar o dado de que 80% das pessoas confiam mais na opinião de amigos nas redes sociais do que em propaganda, assim como no vídeo “Socialnomics” que postei anteriormente (Clique aqui para assistir).

Um abraço.

“Keep the Faith”

P.S : Dica do @maurosegura

Vídeo : Interface gestual

Pessoal,

o Ipad é apenas o primeiro passo. Assistam, nos vídeos abaixo, os próximos passos da computação com a interface através de gestual :

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Assistam os vídeos interpretando-os como sendo novas plataformas computacionais. Aliás, vale lembrar aqui do vídeo do projeto Natal da Microsoft (assista aqui), que muitos interpretam como sendo um novo vídeo-game da Microsoft, uma evolução do X-box, mas na verdade é um projeto de plataforma computacional.

Abaixo, vocês assistirão também a um vídeo com apresentação feita por Blaise Aguera y Arcas (co-criador do photosynth) durante o TED 2010  sobre o futuro do serviço de mapas da Microsoft combinando o Bing maps com realidade aumentada :

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É como disse o Cavallini na sua entrevista na última HSM management : É a tecnologia onipresente. (Veja mais aqui)

Um abraço.

“Keep the Faith”

Tenha coragem e assuma riscos

blog_02Pessoal,

acabei de ler na última HSM Management a excelente entrevista do meu amigo Ricardo Cavallini, realizada pelos meus também grandes amigos Adriana Salles Gomes e Jorge Carvalho, sobre as mudanças que a tecnologia e a web 2.0 estão trazendo para o mundo dos negócios e oferecendo oportunidades de novos modelos de negócio e até novos conceitos como a evolução dos 4 Ps do marketing(Preço, praça, promoção e produto) para os 4 Es (Exchange(troca) em vez de preço, Experiência em vez de produto, Engajamento em vez de promoção, Everywhere (onipresença) em vez de praça).

Dentro os vários ensinamentos contidos na entrevista, gostaria de destacar a parte final da entrevista em que é abordada a questão do empreendedorismo no Brasil, mais precisamente, quanto a necessidade de assumir uma cultura pró-riscos em nossas empresas. Cavallini disse que precisamos entender riscos de outra maneira. Ao invés de analisarmos apenas pelo lado negativo, devemos encara-lo também pelo lado positivo, como  nos investimentos financeiros. Concordo em gênero, número e grau com o Cavallini, ainda mais no ambiente atual em que é preciso inovar cada vez mais e assumir riscos não rima, mas vai muito vem com inovação.

A minha experiência como consultor e mentor de vários líderes de projeto mostrou que quase 100% dos líderes preocupam-se apenas em identificar riscos para os projetos apenas pelo lado negativo, eventos que podem significar atrasos para o projeto. Esquecem-se que risco é apenas um número  resultado de uma equação simples : probabilidade X impacto. Se o impacto negativo, o que temos é uma hipótese de perigo para o seu projeto, se ele é positivo, temos uma oportunidade para o projeto. O resultado dessa equação, para cada evento de risco, é que determina nossas ações, ou seja, se negativo, devemos trabalhar para diminuir a probabilidade de que esse risco torne-se um perigo, se positivo, devemos trabalhar para aumentar a probabilidade de que esse risco torne-se uma oportunidade, ou seja, temos que tomar decisões no presente que só se concretizarão no futuro e que estarão sujeitas a situações também futuras. Com isso, estamos, a todo o momento, assumindo riscos. More »

Abram Alas para as Redes Sociais

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Pessoal,

ontem tivemos a vitória da Unidos da Tijuca no carnaval do Rio de Janeiro. Vitória essa fruto da inquietude do carnavalesco Paulo Barros que não deixa de ousar em seus desfiles e surpreendeu a todos com a idéia da comissão de frente da escola utilizando truques de ilusionismo. O mais interessante é que tudo começou com um adolescente de 15 anos, Vinicius Conceição Ferraz, que sugeriu através do Orkut ao carnavalesco Paulo Barros que o enredo da escola contasse a história dos segredos da humanidade, inspirada no livro Atlantis, do autor David Gibbins(leia reportagem aqui). 10, nota 10 para as redes sociais nesse desfile.

O que Paulo Barros fez foi utilizar o conceito de inovação aberta em que não importa de onde venham as idéias, se dentro ou fora da empresa, importa sim a relevância e a qualidade dela. Reparem que não foi um entendido de carnaval que fez a sugestão. Foi apenas um garoto de 15 anos que apresentou a idéia e foi ouvido. O fato dele ter sido ouvido também mostra outro aspecto importante da inovação aberta utilizando redes sociais que dar credibilidade a esse canal, afinal de contas, o rapaz torce pela escola Salgueiro e não para a Unidos da Tijuca, ou seja, ele sentiu-se mais confortável em fazer a sua sugestão onde havia possibilidade de que ela fosse aproveitada. Pessoas inovadoras atraem e gostam de trabalhar com pessoas inovadoras. More »

Dicas de liderança para o século XXI

Pessoal,

como sempre gosto de compartilhar o que encontro, segue a dica do site “Leader to Leader Institute” (Clique aqui para acessar). Lá você encontrará vários vídeos sobre liderança com depoimentos de pessoas do nível de Jim Collins, Richard Branson, AG Lafley, …

Como já escrevi em outros posts, só não estuda quem não quer. Não falta oportunidade de aprendizado e de muita qualidade para quem procura.

Um abraço.

Voltando da invasão a Disney

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Pessoal,

estou voltando das minhas férias e retomando as minhas atividades como blogueiro. Durante minhas férias, eu viajei para a Disney para descansar e ficar desconectado do mundo dos negócios e do mundo virtual. Não acessei o blog para ver as estatísticas, não li os sites que costumo ler regularmente e nem ao menos acessei o Twitter. O mais legal disso tudo foi constatar que o mundo não acabou.

Mesmo estando de férias, eu não consegui desligar o meu lado observador e essa é a razão do título desse post. O que constatei nos parques da Disney, e também no Seaworld e nos parques da Universal, é que houve uma verdadeira invasão brasileira. Parecia que eu estava no Brasil devido a grande quantidade de pessoas falando o português em todos os cantos dos parques e da cidade.

Como eu não tinha como comprovar estatisticamente, comecei a perguntar as pessoas que trabalham nos parques e nas lojas qual era a impressão delas. Em um restaurante, dentro do parque Disney Hollywood Studios, havia uma senhora brasileira no balcão que nos atendeu com muita cortesia e perguntei a ela qual era a impressão dela. Ela afirmou-me que quem estava sustentando os parques da Disney nesse período eram os brasileiros.  Não parei por aí. More »

O gerente de projetos e o tomador de conta

Pessoal,

encontrei esse excelente texto do Luiz Edmundo no site Web insider que trata da diferença entre um verdadeiro gerente de projetos e alguém que apenas toma conta do projeto. Ao final do texto, inseri um link para um vídeo que encontrei com uma simulação de uma situação de projetos com várias falhas. Será que vocês conseguem encontrar quais foram os erros cometidos e comentá-los?

Aproveitando, informo que estou saindo de férias e que durante esse tempo tentarei manter-me desconectado, o que será difícil, mas tenho que tentar. Volto no início de fevereiro para continuar a compartilhar conhecimento.

Então, ficam aqui mais uma vez meus desejos de um grande 2010 para todos com muito sucesso e saúde não só no campo profissional, mas também no campo pessoal.

Um abraço.

“Keep the Faith”

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“Qual é a dificuldade de ser gerente de projeto? É só saber perguntar para quem vai executar a tarefa: ‘quando é que você acha que fica pronto?’ e anotar no Project. E depois ficar cobrando: ‘Tá pronto? E agora tá pronto? E agora tá pronto?’

E se for o caso, reportar para o superior: ‘Chefe, olha aqui, o fulano falou que tal tarefa vai estar pronta dia tal’.

Esse foi o comentário que Heinz, um leitor, deixou no meu blog (Projetizando a Vida) no post “Oba! Quero ser gerente de projetos!“.

Não consegui identificar se foi Irônico ou se foi sério.

Ser gerente de projetos é muito mais do que montar e cobrar cronograma. E mesmo essas atividades não são tão simples como parecem.

Montar um cronograma é muito mais do que “colocar atividades no post”. Começa antes, na identificação dessas atividades, baseado nos produtos a serem entregues, na estimativa de esforço e determinação das precedências entre elas.

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Idéias gerenciais que mais influenciaram a década

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Pessoal,

encontrei no site da Harvard Business Review, artigo que relaciona as idéias que mais influenciaram a gestão na última década. Relaciono-as abaixo com meus comentários :

- Valor para o acionista como estratégia : Na minha opinião, a mais infeliz das idéias. Como diz o artigo: “valor para o acionista deve ser consequência, e não uma estratégia.” Lembro-me de um artigo do professor Mintzberg escreveu no final de 2007  em que ele afirmava que enquanto as empresas não se conscientizassem de que elas faziam parte de uma comunidade e que suas ações afetavam e eram afetadas por esse ambiente, não conseguiríamos evitar a catástrofe que estava por vir. A resposta a essa estratégia foi a maior crise financeira desde 1929;

- TI como comoditie : O assunto do momento em termos de tecnologia chama-se Cloud Computing. Isso tem a ver com o sonho de todo administrador de querer trabalhar apenas com custos variáveis. O artigo apresenta uma visão interessante de que essa onda teve início com o Bug do milênio que obrigou a ter uma atenção muito grande com os sistemas legados onerosos;

- Aumento do poder do consumidor : Em 2006, a revista “The economist” elegeu o consumidor como a personalidade do ano. Tem tudo a ver com uma série de evoluções tecnológicas e sociais que fizeram com que a voz do cliente ficasse cada vez mais alta. Tal fato é potencializado pelo crescimento veloz das redes sociais e o surgimento da geração Y; More »

Dissonância cognitiva epidêmica

cansado

Pessoal,

segundo a wikipedia, dissonância cognitiva é um termo da psicologia. Descreve uma tensão inconfortável que pode ou não ser gerada por dois pensamentos conflitantes, ou comportar-se de forma conflitante com suas crenças. Basicamente se trata da percepção de incompatibilidade entre duas cognições, onde “cognição” é definido como qualquer elemento do conhecimento, incluindo atitude, emoção, crenças ou comportamento. A teoria da dissonância cognitiva prega que cognições contradizentes servem como estímulos para a mente obter ou inventar novos pensamentos ou crenças, ou modificar crenças pré-existentes, de forma a reduzir a quantidade de dissonância (conflito) entre as cognições.

A Teoria da Dissonância Cognitiva foi desenvolvida por Leon Festinger no meio do século XX. Ele define a Dissonância como uma tensão entre o que uma pessoa pensa ou acredita e aquilo que faz. Quando alguém faz uma ação que está em desacordo com aquilo que pensa, gera-se essa tensão e mecanismos psíquicos para repor a consonância são prontamente ativados. Das duas uma, ou aquilo que sabemos ou pensamos se adapta ao nosso comportamento, ou o comportamento adapta-se ao nosso conhecimento.

A melhor atitude que podemos adotar é que o nosso comportamento adapta-se ao nosso conhecimento, pois desta forma, estaremos sendo integros e alinhando a prática ao discurso. Quando ocorre o contrário, aquilo que cremos ou pensamos se adapta ao nosso comportamente, nós exigimos uma compensação e essa compensação pode ser alcançada de diversas formas, mas, geralmente ela se dá através de compensação financeira. No mundo corporativo, isso ocorre com muita frequência quando abrimos mão de nossos valores para que seja possível conseguir uma promoção, fato esse bastante incentivado devido ao ambiente de competição exacerbado dentro do ambiente corporativo. More »

Ranking das marcas dos clubes do futebol brasileiro

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Pessoal, 

foi publicado no site da Globo.com (clique aqui para acessar) estudo da Crowe Horwath RCS que aponta o potencial de mercado das principais marcas do futebol brasileiro. De acordo com o estudo, a evolução nas receitas dos clubes entre 2003 e 2008 foi de 115%, sendo que as que mais apresentaram maior crescimento foram a exploração do marketing e a venda de ingressos. A expectativa é que essa arrecadação pode ser maior ainda, pois daqui a quatro anos, após a copa de 2014 no Brasil, o valor das marcas dos 12 principais clubes brasileiros salte de R$1,9 bilhão para R$3,4 bilhões More »

Princípios de liderança

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Pessoal,

o tema liderança é sempre um dos mais debatidos quando estamos falando de gestão. Ainda assim é um tema em que não há um senso comum, pois se você perguntar a 30 especialistas, você terá 30 visões diferentes. Talvez seja melhor que liderança não deva mesmo ter um senso comum como se fosse uma receita, afinal de contas, liderança deve ser situacional e contingencial.

Diante disso, vou listar abaixo o que considero serem os meus princípios de liderança :

- Criar uma visão - > Essa é básica, mas não custa nada reforçar, afinal de contas, eu sigo a linha de que se você precisa comunicar 10 vezes uma mesma mensagem, comunique 10 vezes. Sem criar uma visão de futuro, dificilmente você conseguirá extrair de sua equipe o melhor deles e dificilmente você atenderá o que seu cliente necessita. Líderes precisam estar focadas na estratégia e em questionar o status quo vingente. Durante esse processo, é vital que sua equipe seja seja envolvida e compreenda o sentido e o significado que a sua visão de futuro possui;

- Fazer acontecer - > Como líder você deve ajudar a sua equipe a vencer as dúvidas e os obstáculos para alcançar suas metas. Todo projeto e toda inovação é carregada de incertezas. Diante disso, o líder deve funcionar um facilitador para que sua equipe não seja paralisada pelo medo de errar ou de seguir em frente. Ajude sua equipe a viver o agora e a projetar o futuro focando nas oportunidades e não nos problemas. Estabeleça um conexão entre o saber e o fazer; More »



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