Matéria do Estadão de hoje fala sobre o leilão que Ivan Zurita, presidente da Nestlé (sic), vai realizar para atrair para as suas premiadas vacas os sem-fazenda. Sempre achei o nível de exposição dele, nessa atividade particular, excessivo. Se fosse uma estatal, já teria que ter sido demitido, no caso dele, os resultados devem impor à matriz uma paciência maior. As velhinhas suíças não devem se incomodar que algumas celebridades compradoras dos bois, ou de parte deles, como explica o empresário, (ou será executivo?) também apareçam em estratégias de marketing da empresa.
Existe um limite entre essas duas atividades? Não deveria o presidente de uma empresa dessas focar todo o seu tempo, energia e espaço na mídia para maximizar os resultados dos acionistas que aprovam sua remuneração? Ou então, desta desligar-se e aí focar na atividade privada?
