Reputação tem a ver com imagem e com confiança/credibilidade. Imagem é o efeito exógeno da reputação – ou seja, só há reputação se esta for percebida (e precificada) pelo stakeholder externo, principalmente o cliente/consumidor. Quando se trata de reputação, advogar em causa própria causa poucos efeitos práticos.
Já credibilidade e confiança são ativos etéreos e altamente voláteis que marcas, pessoas, conceitos e idéias inspiram. Esta impacta mais sobre o acionista, sobre o investidor.
É isso mesmo: para nós da DOM Strategy Partners, a conta é simples: Reputação Corporativa = Credibilidade X Imagem, ou Sucesso no Mercado de Capitais X Sucesso no Mercado, ou ainda Satisfaça Acionistas X Satisfação Clientes e Consumidores. Os outros públicos são secundários neste aspecto, apesar de relevantes e estratégicos.
A verdade é que no mundo da comunicação, quando a reputação é o ativo em questão, a imagem é a variável estética e a credibilidade a ética.
Ambas são absolutamente necessárias, uma vez que não existe fato sem boato, como não existe boato sem fato que sejam, com o tempo, assumidos como verdade. Afinal, “espalhar” reputação positiva é bom e comprová-la é melhor ainda.
Vem aí o Reputation Index Brasil
Depois de 10 meses de intenso trabalho de research, pesquiasas, entrevistas e análises, em Outubro publicaremos o primeiro Reputation Index Corporativo do Brasil, classificando as 1000 maiores empresas do país em termos de Reputação Corporativa, esta aferida pelo produto da Credibilidade (Governança/Gestão e Sustentabilidade) X Imagem (Marcas, Relacionamentos). Imperdível. Adivinha quem ficou em 1o. lugar?
