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Limite - 6 (dar limite ao outro)

briga.jpgLembrando, pesquisa Gallup nos EUA deu que 77% das pessoas odeiam seu trabalho; pesquisa da Betania Tanure, Antonio Carvalho Neto e Juliana Oliveira Braga no Brasil mostrou que 84% dos gestores se sentem infelizes em suas empresas. Por isso, fizemos uma novela de posts com seis soluções para cada um virar seu jogo. E, tchan, tchan, tchan, tchan, chegamos ao último capítulo: é preciso estabelecer limites para que os outros não invadam sua praia. Óbvio, mas ninguém faz, só se engole sapo. Também fácil de falar, mas difícil de fazer. Na escola do meu filho, a Te Arte, aqui em São Paulo, a inovadora pedagoga Tereza Pagani faz com que crianças dos 2 aos 6 anos convivam, em vez de serem separadas em turmas, reproduzindo as famílias grandes de antigamente, que tinham crianças de todas as idades. O princípio é que aprendam a conviver socialmente e –importante– a se impor umas às outras. Brigas são freqüentes, como vocês podem imaginar. Então, as crianças têm de fazer o exercício do limite. Se alguém bate no meu filho, ele tem de dar um limite para o agressor, gritando “Limite!” e segurando o braço do outro. Se ele bate, ele recebe o limite (e precisa levar isso numa boa, pois é da vida –resiliência). É claro que não dá para fazer o mesmo nas empresas, com chefes, colegas, subordinados, clientes, fornecedores. Mas cada um pode inventar um jeito próprio de dar limite, com humor (dizendo “Segura a onda, Epaminondas!”), por escrito, sei lá. O que não dá é para se sentir desrespeitado continuamente –isso acaba com qualquer um. Mas é necessario autoconhecimento (ver post Limite - 5), para saber o que realmente incomoda e exige a prática de dar limite e o que é melhor simplesmente deixar p’ra lá.

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