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O empresário Eike Batista decidiu que pretende ocupar todos os espaços na mídia perdidos após a separação de Luma de Oliveira, olha que a tarefa não é fácil, quando se separou dela, perdeu ativos insubstituíveis no imaginário masculino, nem pelos bilhões que já acumulou.
Mas o assunto aqui é outro, negócios. É claro que todo executivo sonha com bônus milionários, quem não queria ganhar 44 milhões de dólares de bônus? O Rodolfo Landim ganhou isso logo no primeiro ano, apenas numa transação, vários outros superexecutivos do grupo “alguma coisa X” de Eike também rechearam a carteira. A que custo? O de ler na entrevista do chefe na Época Negócios, que não apenas se deixa fotografar com um taco de beisebol ou com um livro Toys for the boys diante da Mercedes da sala, que “é a cenoura que você dá aos executivos para que vistam a camisa da empresa”. Já não deveriam estar crescidinhos, na idade e na hierarquia, para serem tratados de outro modo? O que é o bônus para você? Complemento? Reconhecimento? Extra? Alma?
