Por que será que inventamos a expressão “e-mail marketing”? Ela é claramente equivocada. As ações de comunicação via e-mail são em princípio iguais àquelas nas quais usávamos cartas e telegramas e nunca chamamos nossas cartas de “carta marketing” nem nossos telegramas de “telegramas marketing”.
Sempre que ouço a expressão penso que o usuário está distraido ou não sabe o que está falando.
Na verdade o uso intensivo dessas expressões estrangeiras me lembra o samba “Torresmo à milanesa” do Adoniran Barbosa, no trecho onde um dos pedreiros convida o colega para sentar e conversar sobre “coisas que nós não entende nada”.
