Uma das cantoras de maior sucesso na história da música pop, Britney Spears é um exemplo de como as marcas e reputações são construídas e destruídas em questão de dias no mundo interconectado da Web. Sim, a marca e seu valor, imagem e reputação, cada vez mais, dependem da opinião e da aprovação do consumidor/usuário 2.0, que, além de consumidor, é gerador de mídia.
Após uma carreira de sucesso meteórico, seguida pela decadência coroada com uma escandalosa careca, a marca Britney Spears ressurgiu com o sucesso do single “Womanizer”, TOP 10 na maioria dos rankings musicais na semana de seu lançamento e recorde de vendas e downloads no mundo todo, exatamente quando todos imaginavam que ela estava acabada. Seu disco pós derrocada vendeu, relativamente, mais que os pré-derrocada. Vai entender!
Ao contrário da história tradicional da propaganda, que pregava que se construía uma marca em 20 anos para se destruir em 5 minutos com escândalos, a nova ordem mercadológica que celebriza ícones mostra que marcas se constroem e destroem instantaneamente… e que marcas mortas podem ressuscitar a qualquer momento, devido à chamada contra-tendência.
No mundo das redes e comunidades diversas e divergentes, o que é tendëncia para uns, é passado para outros; o que é agradável a alguns, é pernicioso para tantos… Micromarketing está na ordem do Marketing. E Instant Branding, como definimos, quantifica sua Reputação a cada segundo, como se o valor de uma marca fosse dado por uma conta-corrente diária de reputação, que esta acumula positiva ou negativamente em função da percepção (e, portanto, mobilização para ação, julgamento, influência, boca a boca, etc) que gera nos diversos atores externos que são impactados por suas ações, produtos, serviços, mensagens, representações,…
