Quando a morte é notícia

Livro VidasNinguém gosta de falar de morte e jornalista menos ainda. Mas há uma função dentro das redações de preparar obituários de pessoas famosas que estão já com o perdão da palavra - com o pé na cova. Bem, esses que temos material pronto parece que nunca morrem  e o comum é a correria para preparar edições históricas de gente que não devia morrer - pelo menos não no seu plantão!!! Eu mesmo participei de duas coberturas inesquecíveis: princesa Diana e Ayrton Senna. Isso tudo é pra prestar uma homenagem ao - acredito - o jornalista mais antigo do Estadão, uma figura já lendária, que na minha época de jornal - lá se vão 10 anos - já era velhinho. Na redação, ele conhecido como Toninho Boa Morte e faz a zilhões de anos a seção falecimentos do caderno Metrópole. Tenho lembrado dele desde o lançamento do “O Livro das Vidas” que reúne os obituários do New York Times. Claro que os textos dos livros são saborosos, irônicos e muitas vezes, inusitados. O trabalho do Toninho é mais de formiguinha…mas que dá conforto para as famílias nesta hora díficil. Fica aqui, então, uma sugestão de leitura e o meu registro merecido ao trabalho dele!

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