A vida na Terra em 2100

imagem_planeta_terra.jpgO Brasil já domina o ciclo de enriquecimento de urânio, como confirmou a Marinha brasileira num artigo na edição nº 6 da revista “Brasileiros“. Em outros tempos eu torceria o nariz para isso, mas com a sinuca de bico em que se encontra a energia no mundo, já não sei mais nada. Claro que, com essa possibilidade de a Petrobras ter descoberto mais uma mega-reserva de petróleo na baía de Santos, como o diretor da ANP “deixou escapar” esta semana, não temos de ficar tão desesperados assim, mas de qualquer modo…O físico Robert Ayres escreveu um artigo em HSM Management sobre como será o mundo em 2100. Vejam só o que aguarda nossos descendentes na área de energia:

  • A energia elétrica será abundante e barata. A maioria das atividades consumidoras de energia será na forma de eletricidade, transmitida por microondas da superfície da Lua ou de satélites solares em órbita.
  • A energia nuclear terá papel significativo, assim como a energia hidrelétrica, a energia eólica, a energia de marés, os painéis fotovoltaicos (de energia solar) terrestres nos telhados, a gaseificação de carvão (para hidrogênio) e os combustíveis de álcool obtidos por enzimas geneticamente criadas a partir da biomassa do lixo. (Claro que não iam dar moleza e citar o etanol de cana de açúcar, né?)

Em qualquer uma dessas vias energéticas, parece que o Brasil tem boas chances. Sem falar no fato de que o Ipen tem feito altas pesquisas nessa área.(Se quiserem saber o que Ayres projetou em outras áreas, me digam!)

6 Respostas para “A vida na Terra em 2100”


  1. Icone Gravatar 1 Jorge Carvalho

    Estranho ele nem ter citado a energia solar. Já ouvi diversos cientistas falarem que o sol será a grande fonte de energia do futuro.

  2. Icone Gravatar 2 Adriana Salles Gomes

    Acho que panéis fotovoltaicos e painéis solares são a mesma coisa, Jorge.

  3. Icone Gravatar 3 Adriana Salles Gomes

    Pronto, já arrumei no texto. Realmente “fotovoltaico” parece grego…Sorry!

  4. Icone Gravatar 4 Adriana Salles Gomes

    Ah! E parece que o Brasil detém a sexta maior reserva de urânio do mundo, com apenas 25% do potencial geológico conhecido, e agora poderá passar de importador dos serviços de enriquecimento de urânio para exportador. Deve alcançar a auto-suficiência em 2016. Louco, né? E são só 10 países nesse clubinho fechado do urânio…

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