O Brasil já domina o ciclo de enriquecimento de urânio, como confirmou a Marinha brasileira num artigo na edição nº 6 da revista “Brasileiros“. Em outros tempos eu torceria o nariz para isso, mas com a sinuca de bico em que se encontra a energia no mundo, já não sei mais nada. Claro que, com essa possibilidade de a Petrobras ter descoberto mais uma mega-reserva de petróleo na baía de Santos, como o diretor da ANP “deixou escapar” esta semana, não temos de ficar tão desesperados assim, mas de qualquer modo…O físico Robert Ayres escreveu um artigo em HSM Management sobre como será o mundo em 2100. Vejam só o que aguarda nossos descendentes na área de energia:
- A energia elétrica será abundante e barata. A maioria das atividades consumidoras de energia será na forma de eletricidade, transmitida por microondas da superfície da Lua ou de satélites solares em órbita.
- A energia nuclear terá papel significativo, assim como a energia hidrelétrica, a energia eólica, a energia de marés, os painéis fotovoltaicos (de energia solar) terrestres nos telhados, a gaseificação de carvão (para hidrogênio) e os combustíveis de álcool obtidos por enzimas geneticamente criadas a partir da biomassa do lixo. (Claro que não iam dar moleza e citar o etanol de cana de açúcar, né?)
Em qualquer uma dessas vias energéticas, parece que o Brasil tem boas chances. Sem falar no fato de que o Ipen tem feito altas pesquisas nessa área.(Se quiserem saber o que Ayres projetou em outras áreas, me digam!)
