Demorou (snif, snif), mas alguém pediu para eu contar mais sobre as outras projeções do físico Robert Ayres para o ano de 2100. Vou falar então do transporte urbano, Silvio: ao contrário dos delírios futuristas que aparecem vez em quando (como o desta foto), os automóveis particulares não serão muito diferentes dos de hoje, só menores e mais econômicos. Metais leves (até magnésio), fibra de vidro e compósitos substituirão metal e aço na carroceria e chassis. E motores elétricos nas rodas fornecerão a energia motriz, enquanto células de combustível gerarão a energia. Já nos veículos coletivos, como táxis e ônibus, a produção e armazenamento de hidrogênio (por microorganismos ou eletrólise) substituirão o sistema atual de energia de propulsão baseada em hidrocarbonetos. E apenas eles devem circular nas áreas urbanas densamente povoadas.
