Ouvi o vídeo, postado pelo Jorge, com o depoimento do Louis Rossetto sobre os blogs. Li os comentários ao meu post anterior e me ocorreu uma idéia. Houve um tempo em que a comunicação se propagava numa linha reta sucessiva: emissor > meio > receptor, com esse padrão sendo repetido até um ponto no qual começava o retorno (feed back).Enquanto o caminho de ida era claramente reto e totalmente controlado (pelo menos no primeiro estágio do processo), o retorno era difuso, talvez por falta de canais de expressão.Quantas vezes ouvi dizer que os jornalistas tinham a caneta (no tempo do bumba), os radialistas o microfone, enquanto as pessoas comuns não tinham seu meio próprio de expressão? Agora, penso que as mensagens se propagam em círculos, enquanto nós – pessoas comuns - podemos trocar idéias, relatar experiências e receber críticas, sugestões e adesões, fora do controle da mídia. Apenas jogando ao mar garrafas com bilhetes.
2 Respostas para “A propósito de garrafas”
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Tem um consultor de empresas chamado Jair Moggi que prega a antroposofia e a espiritualidade nos negócios, não sei se vcs conhecem. Ele fala que estamos entrando na era do pensamento em circulos (muitas idéias simultaneamente), que substituirá em algum momento a linearidade do pensamento lógico cartesiano. Uns entrarão primeiro, outros irão a reboque. Talvez seja isso que está acontecendo nos blogs e nas garrafas atiradas ao mar…Muitos pensamentos circulares…
sobre coisas aparentemente díspares…Aparentemente -
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Adriana,
Você está ligada hein!
castelar
