Hoje volto ao formato habitual dos post-its. Lembrando: eles são dicas de inspirações para inovar que se encontram online e as escrevo semanalmente em homenagem a Peter Drucker. O mestre dizia aos gestores que usassem o final da noite de domingo para planejar a semana entrante e assim ganhar eficiência e eficácia. Eu adaptei o conselho, sugerindo que usem esse tempinho para uma navegação descomprometida pela internet que possa gerar novas e importantes ideias – e o mapa está aqui. (São pequenas dicas, por isso as batizei de post-its, mas nada impede que virem grandes business plans.)
- Para começar, deem um pulo no Migux, espécie de orkut infantil brasileiro. Em cerca de um ano de existência, tem já 1,5 milhão de crianças cadastradas. Conforme explicação para os pais no site, trata-se de um ambiente imersivo onde, por meio de avatares e em situações multiusuários, as crianças podem criar sua página pessoal (em forma de casinha personalizável), comunicar-se com seus amigos individual ou coletivamente, deixar recados nos murais da sua rede, colecionar objetos, jogar e fazer várias atividades educativas e divertidas. Não sei se acho bom ou ruim como mãe (um ponto positivo nesse aspecto, sem dúvida, é eles terem preocupação explícita com segurança e estimularem a participação dos pais), mas, certamente, é uma tendência importante para gestores de marketing.
- A segunda parada é uma firma de consultoria em criação de nomes e marcas como outra qualquer, mas tem um diferencial: seu blog traz uns bons insights sobre essa área. Chama-se Name Development, o que já diz muito sobre ela. No mínimo serve como benchmark para o pessoal que faz isso para sua empresa.
- Venture capitalists, investidores de risco, capital empreendedor. Seja qual for o nome de sua preferência, esse certamente é o “nó do borogodó” do desenvolvimento empresarial e de inovação no Brasil, como já o apontou Silvio Meira em sua excelente entrevista à HSM Management. Por isso achei que valia a pena vocês lerem este artigo e entenderem como funciona o investimento empreendedor nos Estados Unidos, em especial sua organização em rede. Eu particularmente sou da opinião que toda empresa brasileira (e/ou seus acionistas) deve constituir um braço de venture capital. Ou não vamos sair tão cedo da lama. Vi no TechCrunch mesmo.

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