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Archive for the 'Blogs' Category

Acerte a mão para inovar na Web 2.0

Uma das primeiras reportagens do Especial sobre Redes Sociais traz a visão de especialistas do mercado sobre o que é realmente inovar. Para eles, a inovação começa dentro de casa.

Gil Giardelli, coordenador dos cursos na ESPM de Inovação Digital, afirma, por exemplo, que o conceito de redes sociais no Brasil ainda está muito ligado as ferramentas mais populares como Orkut, Facebook etc. Já para Luli Radfaher, professor em Comunicação Digital da ECA-USP, usar bem as redes sociais é não mudar os fundamentos da comunicação.

Clique aqui e confira a matéria completa: Acerte a mão para inovar na Web 2.0

Foco no cliente

Cliente tem sempre a razão. Essa máxima é sempre lembrada em quase todos os artigos que lemos sobre marketing. De uma forma ou de outra o recado sempre é dado. O cliente deve ser ouvido sempre, observado e atendido prontamente. Seja o cliente externo ou interno, a atenção deve ser a mesma. Confira abaixo a opinião de especialistas sobre o tema e comente as suas percepções e vivências.

O desafio da prestação de serviço: a experiência do cliente

É possível aprimorar o database marketing por meio das redes sociais?

Endomarketing em nova perspectiva

Tendências para o varejo no e-commerce

Como convergir para o consumo popular

O que atrapalha a vida de um líder?

O dia-a-dia de um gestor é cercado de altos e baixos. Muitos deles estão tão focados em resolver o operacional que acabam tendo pouco tempo para ousar em suas estratégias e pensar em inovação. O que faz, muitas vezes, deixar o discurso bem longe da prática.

Pensando neste aspecto, o HSM Online quer saber: Qual é o maior entrave no dia-a-dia das lideranças? E o que você sugere para melhorar estes problemas? Clique aqui e participe deste debate.

O que é mesmo o tal de Marketing?

Em meio as avalanches tecnológicas, não há como negar que qualquer departamento de Marketing fique sem saber para onde ir e em qual canal deve divulgar a marca. Antes de se encantar com qualquer novidade não esqueça da essência do que significa a palavra Marketing. Confira o que especialistas na área pensam sobre o assunto:

10 dicas para um marketing mais estratégico

Você não vale nada, mas eu gosto de você

Estratégias Digitais de Marketing

Transparência e inovação: um novo jeito de fazer negócio

Os mimos que o mundo dá ou aqueles que pegamos

Como criar uma empresa 2.0?

Como trazer a agilidade da comunicação que as redes sociais têm para o dia-a-dia das empresas? Você deve ter alguma resposta ou pode até mesmo estar experimentado na prática fórmulas de melhorar um processo na empresa, seja com um Orkut corporativo, uma wiki ou outro canal das ferramentas digitais.

Para acrescentar um toque a mais no seu projeto, confira as dicas que o professor Luis Augusto Lobão, da Fundação Dom Cabral, separou sobre as redes sociais dentro das empresas. Veja também como anda a confiança dos executivos no Brasil e no Mundo referente aos seus gestores e outras novidades em lideranças.

Leia mais:

Estatísticas de redes sociais: Web Ecology Project

Mensurar a interação social na web 2.0. Esse é o objetivo do Web Ecology Project.

bigdata-small-final

O gráfico acima foi feito com base no conteúdo de (e nas respostas a) 12 usuários de Twitter de alta popularidade, para determinar sua relativa influência nessa rede social. Primeiro, pelo que entendi, foi analisado um ecossistema of 134.654 tweets, 15.866.629 followers e 899.773 followees. Então, partiu-se de 2.143 tweets gerados pelos 12 perfis acima durante dez dias – e foram coletadas 90.130 respostas de outros usuários para tanto. Uma das descobertas foi a de que o Mashable é mais influente do que a CNN no Twitter (a gente já sabia, mas agora é estatística).

LEGENDA DAS CORES: branco = tweet original; verde = retweet; vermelho = reply; azul = menção.

A dica é que dá para ir acompanhando, pelo Twitter, o que andam medindo.

UPDATE: E tem essas estatísticas da web em geral, powered by Google Reino Unido. via e via e via

Building 43, entendendo a Web

O Building 43 é um projeto colaborativo onde o objetivo é fazer sentido de toda essas novidade que aparecem na web. O idealizador é Robert Scoble, que anteriormente comandava as entrevistas no FastCompany.TV. No Building 43 ele continua o trabalho iniciado na FastCompany.TV e  conversa com empreendedores, executivos, etc sempre tentando dar um gosto do que acontece dentro dessas novas empresas. Se você se interessa em conhecer melhor o espírito empreendedor das empresas online nos EUA, as entrevista do Scoble são um bom começo.

Não consegui fazer o embed mas aqui tem uma entrevista com Mark Zuckerberg, fundador do Facebook.

Fortune 500 & Blogging

O Society for New Communications Research lançou um relatório discutindo o uso de Blogs pelas empresas Fortune 500. O relatório indica que apenas 81 das Fortune 500 (16%) possuem blogs abertos para o mercado. Em comparação, 39% das Inc. 500, 41% das faculdades e 57% das Top 200 Charities possuem blogs comunicando informações abertamente. Esses dados são americanos e mostram que as “maiores” estão adotando as novas mídias sociais com mais lentidão. Alguns outros dados:

- 28% dos blogs da Fortune 500 possuem links para suas contas no Twitter

- 5 das Top 10 possuem blogs: Wall-Mart, Chevron, GM, Ford, Bank of America

- 90% dos blogs das Fortune 500 possibilitam que os leitores deixem comentários

- 10% dos blog das Fortune 500 possuem podcast e 21 % incorporam vídeo

Faça o download do relatório completo aqui.

<via>

A Blogosfera vai ganhar peso. Bem-vindo, Presidente Lula!

blogosferaPessoal,

               seguindo o exemplo do presidente americano, Barack Obama, a blogosfera e o Twitter ganharão um integrante de grande notoriedade : O presidente Lula. Não se trata aqui de exaltar o governo do presidente Lula, mas ninguém pode negar que ele é um grande comunicador e deve muito de sua trajetória politica a essa sua habilidade.

               Muitos criticam que o presidente comete erros de português, principalmente em relação a concordância dos verbos, mas ele sabe falar de forma simples. Lembro-me quando o Brasil alcançou o Investment Grade das agências de avaliação de risco e ele resumiu em uma única frase : “Para aqueles que não sabem o que isso significa, isso quer dizer que o Brasil agora é considerado um país sério”. More »

No Brasil, geração do free pratica o copyright

Topei hoje com um levantamento muito interessante da blogosfera brasileira, ainda que informal. Desses que fazem pensar. A intenção foi investigar como os blogueiros, representantes da geração que defende o “share” e o “free”, comportam-se em relação aos direitos autorais sobre seu próprio conteúdo. Ou, em outras palavras, se há gap entre discurso e prática. Quem fez a pesquisa, no dia 20 de fevereiro último (e a divulgou em 22 de março aqui), foi o Ricardo Cavallini, consultor especializado em comunicação interativa, professor de marketing direto da ABEMD e autor do livro O marketing depois de amanhã.

O resultado é surpreendente -para mim, pelo menos.
Dos blogs, 78% não permitem que copiem seu conteúdo e valem-se do copyright (©) como muralha. Mesmo com a informalidade da pesquisa (que acaba gerando imprecisões ou falhas como, por exemplo, uma relativa ao blog Sim Virtual, contabilizado como adepto do copyright mas que adota Creative Commons, alerta do próprio Cavallini), é um percentual significativo demais para ser ignorado. Como diz o especialista, esse é apenas “um norte” sobre o que acontece no mercado. Em detalhe, o resultado foi o seguinte:

  • Blogs que não permitem cópia- 54 (42%)
  • Que não permitem via termos do portal- 6 (5%)
  • Que não permitem (mas não dizem seus termos)- 40 (31%)
  • Que permitem- 28 (22%)

Qual a explicação? De duas uma, ao que tudo indica: contradição do tipo “faça o que eu digo, não o que eu faço” ou desconhecimento. Cavallini aposta mais na segunda alternativa. “Acredito que boa parte deles o faça por desconhecimento, e não apenas dos que adotam o modelo copyright. Sei de casos de blogs adeptos do Creative Commons que reclamam quando seu conteúdo é copiado, sem entender que o CC permite isso justamente.” Preocupações com a receita, imagem ou audiência não elucidariam o “fenômeno”, segundo Cavallini. “Tirando os blogs que fizeram acordos comerciais com portais, cuja negociação seria complicada, não consigo ver o uso do CC afetando o modelo de receita dos blogueiros. Também não acredito que o compartilhamento poderia prejudicar a imagem ou a audiência dos mesmos.”

UPDATE: Conversei agora com o Cavallini e ele me contou que. de 22 de março para cá, vários dos blogs pesquisados já reviram a posição e adotaram o Creative Commons. Isso comprova a tese do desconhecimento, o que é uma ótima notícia. Vale a pena dar um pulo no site do Creative Commons e entender os tipos de licença existentes, desde as que exigem crédito e conteúdo inalterado e autorizam somente a reprodução sem fins lucrativos até o extremo oposto. No blog do Cavallini, ainda tem uma entrevista dele com um advogado sobre como funciona o direito autoral na legislação brasileira.

Em tempo: Cavallini também é updater e editor do blog Coxa Creme. Depois do jump, os nomes dos blogs e seus posicionamentos, uma breve explicação sobre a pesquisa e breves esclarecimentos sobre a licença Creative Commons para facilitar compartilhamento de conteúdo.
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Niche tweeting: você também fará um

Hoje o Guy Kawasaki, investidor e empreendedor, lançou no Twitter um conceito que merece a atenção das empresas, na minha humilde opinião, para a gestão de relacionamento tanto com os clientes externos como com os internos: “niche tweeting”, ou o “tuitar de nicho”, numa tradução “liberal”. Dentro do site TodaysMama foi montado um “twitter” com foco nas mães e em suas questões. Confiram aqui.

Três coisas para dizer:
1. Achei interessantíssimo.
2. Com a onda do marketing mobile tomando proporções havaianas (estamos acompanhando o crescimento em posts como este) e com as pessoas cansadas –ou esgotadas– pelo excesso de informação, comunicar-se em 140 toques pode virar fácil-fácil o novo paradigma. Até receita culinária já estão experimentando fazer em 140#.
3. Recomendo prestar muita atenção na evolução dessa ferramenta de microblog: assim como Gillette virou gilete, Twitter pode estar prestes a virar tuíter. Conversão da marca no nome genérico do produto faz parte de ser um novo paradigma.

Marketing em mecanismos de busca (SEM): 8 dicas

Vale a pena repassar oito lições para alavancar resultados no search engine marketing (SEM), ou marketing em mecanismos de busca. A informação completa veio do Top Rank Online Marketing.  Depois do jump, vocês encontram o texto detalhado, só que mantido em inglês.

  1. Sempre teste tudo.
  2. Conte a história certa para a pessoa certa.
  3. Não se deixe enganar pelo longo alcance do Google.
  4. Se for lançar blog como parte do pacote, saiba blogar, linkar e interagir na blogosfera.
  5. Teste a usabilidade – como se usuário fosse. (Assegure a compatibilidade com Firefox, Safari e Internet Explorer.)
  6. Limite a navegação com uma boa forma e diversão para segurar o usuário.
  7. Use ferramentas analíticas a seu favor.
  8. Use bastante a mídia social – Twitter, YouTube etc.

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First books first: O Marketing da Nova Geração

2625947.jpgConfesso: eu tenho apego especial aos primeiros livros dos autores. Eles possuem um componente de “paixão” que, inevitavelmente, transforma-se em “amor” nos títulos seguintes – não que isso não seja muito bom também, mas é diferente. Eles incluem um quê de “necessidade” de empreender –quase uma urgência– que, do livro número 2 em diante, passa a ser mais “vontade”.  Em suma, os primeiros livros embutem uma surpresa diante das próprias descobertas que não há como ser repetida, não importa quantas descobertas novas se façam.

Na ExpoManagement, semana passada, pude participar do lançamento de dois primeiros livros de participantes deste blog. Um foi o do Sandro Magaldi, o para mim brilhante “Vendas 3.0″, já comentado pelo Jorge neste post; o outro, o do Mário Castelar, diretor de inovação da Nestlé, um dos maiores responsáveis tanto por essa empresa suíça ser vista como a madrinha dos lares brasileiros como pelas várias inovações que ela tem feito nos últimos tempos. Eu peço licença para falar deste primeiro livro do Castelar aqui: “O Marketing da Nova Geração”.

Comecei a lê-lo neste fim de semana mesmo e já me ganhou ao tratar daquilo de que todo mundo no meio empresarial está precisando: humanismo. “Parece que estamos mesmo ingressando numa era nova na qual a lógica financeira terá que conviver com a lógica humanista e as pessoas sentem que podem e devem discutir isso”, como o Castelar comentou comigo. O livro expõe a dificuldade das estruturas que servem ao “marketing communication” para se adaptar a esse mundo novo, onde pessoas comuns geram conteúdo e conseguem interessar outras pessoas e, eventualmente, atraí-las para suas redes e, quem sabe, para  suas causas. Um mundo no qual a informação circula sem edição e onde cada um pode assumir diferentes papéis ao mesmo tempo e os objetos conversam uns com os outros. Vejam só o tamanho do desafio para as empresas! É esse desafio que o livro ajuda a entender.

O livro talvez já valesse só por isso. Mas ele ainda propõe soluções e ousa anunciar a volta da inocência. Ainda não cheguei lá, nos capítulos que explicam como a mágica acontece e como a inocência volta. Mas Castelar o descreveu lindamente no lançamento: “É um tempo em que, no lugar de matar, vamos ter que salvar um leão por dia”.

Sabem de outra coisa que me impressionou?  Eu só conhecia o Castelar pelo blog, não pessoalmente. Fomos apresentados logo depois de ele fazer uma palestra sobre o conteúdo do livro e fiquei encantada com o encantamento dele diante do interesse e do carinho de seu público, ele se definindo como “atarantado autor, marinheiro de primeira viagem”. Um executivo com a carreira de sucesso do Castelar ainda conseguir ter esse tipo de sensibilidade eu acho demais. É ou não é?

A rede de blogs do Huffington Post e seus segredos

Ariana Huffington compartilhou 4 dicas que ajudaram a desenvolver os blogs do Huffington Post (0 site é acessado por 20 milhões de visitantes únicos por mês e ganhou o Webby Awards em 2006 e 2007 por Melhor Blog Político).

1 - Facilite a contribuição dos seus colaboradores: A idéia é não ter que ensinar todo mundo a usar o Wordpress.  Facilite a vida daquela pessoa que  quiser contribuir por e-mail, telefone, fax (?) ou qualquer outra maneira.

2- Tenha um ponto de vista: Segundo Ariana, o jornalismo não deve ser um exercício em cobrir todos os lados da história, mas uma busca investigativa pela verdade. O único problema é, quem decide o que é a verdade? O benefício é que o leitor do seu blog saberá exatamente o que esperar do seu conteúdo e o que você representa.

3- Propicie um ambiente seguro: É difícil conseguir colaboradores se eles forem atacados pessoalmente a cada post escrito. Os comentários são importantes e devem ser monitorados constantemente. O exemplo usado por ela foi: ” se o Arnold Schwarzenegger resolver escrever sobre a Califórnia, precisa existir uma maneira de barrar os inúmeros comentários sobre seu papel em Conan - O Barbaro”

4- Cresça com seus Big Hits: Uma ótima maneira de ganhar novos e consistentes leitores é ser notado por outros sites. Ter um link em um blog ou site famoso trará um número X de leitores, o importante é saber quantos desses ficaram e viraram leitores assíduos.

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Blog, flog e a transparência

top-head.jpgAcabei de saber que o blog “Cansei da Cidade”, que citei aqui outro dia, é parte de uma ação publicitária da Renault para promover o Sandero Stepway. Aparentemente já estava escrito pequenininho no fim da página que era uma ação publicitária quando o visitei (se eu tivesse ido até o finzinho mesmo, teria visto, mas não fui –mea culpa) e agora a campanha foi escancarada nos posts: “Renault Sandero Stepway – Um novo movimento urbano”. Isso não invalida meu post, é claro, porque a pesquisa do Isma sobre o estresse existe mesmo, nem desdiz o fato de que o estresse está sendo “processado” nos blogs brasileiros. E, por outro lado, pode ser visto como um novo formato de publicidade do tipo que o Walter Longo mencionou (já falei aqui sobre isso aqui, ilustrando com casos como o do Wario Bros e o do Doritos).Mas vocês sabem que a descoberta me incomodou, de qualquer maneira? Embora esteja registrado que é uma ação publicitária, toda a cara é de um blog espontâneo. Ainda acho que precisam calibrar melhor esse formato, para não pegar mal como um flog (”fake blog”, ou seja, blog falso), como aconteceu com o flog do Wal-Mart, que teve repercussão ruim nos Estados Unidos. Na próxima HSM Management (edição novembro-dezembro) teremos um Dossiê inteiro sobre a nova era da transparência e suas regras, contando inclusive histórias como essa do Wal-Mart. Desconfio que as empresas vão ter de aprender essas novas regras. Ainda mais depois dessa crise –e da crise de confiança que ela vai deixar de herança.



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