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Archive for the 'competitividade' Category

Monty Python e o futebol dos filósofos

Primeiro, assistam ao vídeo, do começo ao fim: YouTube Preview Image

Agora respondam a esta pergunta – com sinceridade:
As pessoas na sua empresa estão jogando o jogo? Ou estão filosofando?

O genial esquete do renomado grupo de humor inglês é de 1972, mas vai ser montado ao vivo agora em maio em um estádio londrino.

O que o cliente quer?

Esta semana o HSM Online traz mais uma reportagem da série do Especial de Redes Sociais. Falando desta vez sobre o relacionamento entre empresa e cliente na Era das Mídias Sociais, a matéria procura mostrar a visão de alguns especialistas sobre o novo jeito das companhias se relacionarem. Confira um trecho da matéria e clique aqui para ler a reportagem completa.

Não há fatos tão novos assim quando pensamos em relacionamento entre empresa e cliente pela internet. Basta fazer o trivial de sempre e esperar o retorno, certo? Errado. O trivial que funciona, ou quase funciona no relacionamento presencial, nem sempre vai dar o mesmo resultado web. Especialistas garantem: ética, confiança e profissionalismo devem permear sempre as relações das empresas com os seus clientes, seja por qual meio a comunicação aconteça.

Giro da Semana em Gestão

Você sabe quais são alguns erros que levam as empresas a fecharem suas portas? Frederico Amory, consultor da Eficaz consultoria de gestão, especialista em reestruturação organizacional e empresas familiares, sugere 30 razões que podem levar as empresas a quebrarem. Entre elas estão algumas questões administrativas, financeiras e processos.

E por falar em processos, estruturá-los em épocas de tantas mudanças tecnológicas como estamos vivendo é fundamental. Desenvolver confiança, relacionamento e proximidade são algumas das características que devem ser preservadas e cultivadas pelos gestores, aposta Francisco Alberto Madia de Souza, diretor-presidente do MadiaMundoMarketing.

Governança de Riscos e Conformidades, padrões de excelência para a sobrevivência das empresas e um bom planejamento para fusões e aquisições também estão entre os temas que permearam os assuntos de Gestão desta semana no HSM Online. Confira!

30 razões que levam uma empresa a fechar as portas

Gestão e Realidade: atualidade exige mais serenidade das lideranças

Governança de Riscos e Conformidades pode ser a chave do sucesso

Padrões de Excelência garantem sobrevivência das empresas

Avaliação e planejamento são decisivos para fusões e aquisições

Esqueceram de mim. Preferiram o outro

orientacao_vocacional

Em um recente almoço de negócios, reencontrei um conhecido que não via há mais de dez anos. Quando perguntei o que ele estava fazendo, tive a seguinte resposta: “Estou na mesma empresa, no mesmo lugar”. O que poderia parecer uma boa notícia para muitas pessoas, me causou um pouco de preocupação.

Estabilidade é importante, desde que o profissional pule degraus ao longo de sua carreira. Mas fiquei calado, deixando a conversa rolar. Até que ele se vira e diz: “Julio, não entendo uma coisa. Dou resultados espetaculares para a empresa, sou responsável por uma grande parcela do faturamento da empresa, vivo batendo metas, sou bem avaliado e não saio do lugar”.

Bingo! Não tem como no mundo corporativo alguém querer ficar estagnado. Aqueles que possuem esse perfil buscam um emprego público. Há algumas semanas vi uma matéria muito interessante na revista Harvard Business Review que me levou a escrever esse blog. Assim como esse meu colega, tantas outras pessoas vivem o problema diariamente.

Em princípio, quando se pensa em avaliar os critérios de uma promoção, logo se imagina que impera fatores político, certo? Sim e não. A questão política existe, a subjetiva também e não raro assistimos à promoções equivocadas em que profissionais pouco preparados assumem cargos de liderança. Tenho certeza que você conhece pelo menos 5 exemplos, certo?

Cenários como esses são bastante comuns e acontecem bem mais do que imaginamos. Mas não é regra profissionais com credenciais e inúmeras competências serem preteridos a uma promoção porque representam uma ameaça ao seu superior. No caso do meu colega, é quase certo que ele foi vítima sim da competição acirrada que existe no mundo corporativo. E saiu perdendo.

Talvez nesses casos, a melhor solução seja mudar de emprego e ir atrás de uma oportunidade que valorize seu talento. No entanto, recomendo que se faça uma reflexão minuciosa de todos os pontos que o permitiriam alcançar voos mais altos. Pense se realmente você é visto pela organização como profissional elegível a subir um ou mais degraus.

Às vezes você bate metas, entrega resultados, mas não consegue liderar equipes. Aí, bem do seu lado, tem alguém que usa o poder de persuasão para gerenciar conflitos e motivar equipes por saber que esse é um aspecto que vai conseguir de cada um o melhor. Pronto, é essa pessoa que está na mira da chefia.

Os promovidos são profissionais produtivos, proativos, que se antecipam às demandas do gestor e apresentam soluções antes mesmo de alguém pedir. Além disso, têm visão estratégica e pensam na forma como a empresa pode fazer ainda melhor do que já faz. Se você acha que fez tudo isso e nada aconteceu, tente conversar com seu superior.

Muitas empresas costumam ter gestores que não dão “feedback” ou não conseguem apontar os pré-requisitos para alguém ser promovido. Por isso, sempre que puder, converse com seu chefe, tente ter indícios. Essa é uma forma de entender o que a empresa espera de você. Deixar rolar pode ser sua ruína, já que talvez seja difícil de reverter uma impressão equivocada de que você não está preparado para crescer.  Se ligue!

Quando o design salva (e a utilidade também)

Os que me conhecem sabem que ando cansada do mantra “os jornais vão morrer, toda a vida será online”, repetido à exaustão mundo afora. Às vezes, acho que leitores preguiçosos é que ficam alimentando a corrente por interesse próprio (mas aí já se trata de implicância). As coisas se transformam, coexistem em novos arranjos e cada qual tem uma função a cumprir. Quem concorda comigo, aparentemente, é o ultrapremiado e bem-sucedido designer de jornais Jacek Utko, polonês, e concorda duas vezes: 1. Em um congresso sobre mídia impressa que aconteceu essa semana na Alemanha, ele disse que o newspaper (papel que traz notícias ou novidades) é substituído pela mídia online, mas o usepaper (papel que tem utilidade, dando conhecimento, servindo de ferramenta) permanece. Concordo. 2. Ele tem um histórico de aumentar absurdamente a tiragem de jornais europeus (e, às vezes, salvá-los da extinção), mudando seu visual. Vejam o vídeo da apresentação de Utka em um TED Talk de 2009. YouTube Preview Image “The whole newspaper as one composition. As music. With rythm.” A mesma lógica pode ser aplicada a muitos produtos, serviços e atividades; fiquem atentos.

Salariômetro: benchmarking de salários em SP

Escrevi em meu último post de post-its sobre um site calculador de salário a partir do currículo, existente na Espanha. Não é que o governo do Estado de São Paulo lançou algo parecido? É o salariômetro.

Vai lá, preenche seus dados e descobre quanto você deveria estar ganhando. Conforme for, você pode sair à noite para comemorar. Ou não. No humor do Twitter, a ferramenta ganhou o singelo apelido de “gerador de deprimidos”…

via

O verde que domina

A onda da Sustentabilidade veio mesmo para ficar. Depois de tanta euforia é hora de entender de fato como criar ações que realmente vão fazer a diferença para o meio ambiente. E claro, para a gestão e redução de custos nas empresas e no mundo. Este profissional, digamos, o “líder verde”, vai ser cada vez mais valorizado dentro das companhias e até mesmo nos governos. Clique aqui e confira algumas tendências dos Gestores Verdes.

Melhores maneiras de ser mais eficiente na redução de energia, abraçar a responsabilidade de ser uma empresa sustentável e partir para a prática também são temas que fazem parte desta agenda.

Leia mais:

Aumenta a responsabilidade Socioambiental das empresas

Mais eficiência energética na indústria

Setor Farmacêutico e a Sustentabilidade

Empresas criam campanha que dará U$ 5 mil para projetos de conservação da água

Diversifique! Inove!

Abrir as portas para o mundo e ganhar com líderes globais. Isto é o que sugere uma pesquisa recente da Ernest & Young sobre a diversidade cultural das lideranças nas principais companhias do mundo. A má notícia do estudo é que ainda estamos bem longe disso. Os 25 países que fizeram parte da pesquisa têm menos de 5% de suas lideranças fora do país. Será que a mentalidade global das empresas ainda passa por essa deficiência nas lideranças? Clique aqui e confira a matéria completa.

Outro destaque do mundo econômico desta semana é o crescimento da indústria paulista, que fechou o ano de 2009 com uma alta de 21%. Este ano o mercado estará aquecido tanto para quem estiver em busca de um novo emprego como para as empresas que desejarem entrar na Bolsa de Valores. Confira ainda o artigo de Valter Pieracciani, da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, sobre a nova visão da área de Pesquisa & Desenvolvimento dentro das empresas.

Indústria Paulista fecha 2009 com crescimento de 21,2%

Otimismo é respaldado em números

Transformação será a maior indústria geradora de empregos

Uma nova Economia exige um novo modelo de Inovação

iPad é a nova aposta da Apple

Editado por Katia Cecotosti (Editora - HSM Online)

Entre as ondas de Iphone e notebook, a Apple faz o lançamento do iPad. O novo aparelho que possui formato de tablet e funções de notebook foi apresentado oficialmente nesta quarta-feira, 27/01, pelo próprio Steve Jobs.

O pequeno computador tem formato de prancheta, tela de 10 polegadas touch screen e capacidade de um smartphone. Além disso a Apple anunciou que criará uma nova categoria de aparelho sem fio para tocar vídeos, jogos e outras mídias.

Será que chegará com tanta força ao mercado como foi o Iphone?

Peugeot | De montadora a operadora de celular?

Sabem aquele papo de estratégia de marketing sobre você entender em que negócio está sua empresa? O de fabricar carros ou o de transportar pessoas, por exemplo, no caso da indústria automobilística? Muita gente ainda ri e acha que é discurso bonito para inglês ver. Mas não é. A Peugeot España parece que percebeu isso. Ela está estudando a possibilidade de se converter em operadora de telefonia móvel para oferecer serviços de comunicação a seus veículos, porque o negócio dela talvez seja o de transportar pessoas dando-lhes todas as comodidades de que necessitam.

Vi a notícia no El País. Tomara que a indústria automobilística comece a se mexer assim rumo à diferenciação.

Infográfico | A economia da Apple App Store

Será a deixa para uma economia caracterizada pelos micropagamentos?

Não consigo aumentar a imagem, mas vejam aqui.

via Adams

O papel dos líderes na estratégia

porter1Complementando o post anterior… Para Michael Porter, o líder deve:
- Guiar o processo de escolher a posição exclusiva da empresa (o CEO é o estrategista-chefe e a escolha da estratégia não pode ser plenamente democrática)
- Distinguir claramente o aumento da eficácia operacional e estratégica
- Comunicar incansavelmente a estratégia para todas as partes envolvidas (torne proveitoso o propósito moral da estratégia)
- Preservar a disciplina em torno da estratégia em face de muitas distrações
- Decidir a quais mudanças no setor, tecnologias e necessidades de clientes reagir, e como essa reação pode ser ajustada à estratégia da empresa
- Medir o progresso alcançado em relação à estratégia usando métricas que captem as implicações desta no atendimento ao cliente e na realização de certas atividades
- Vender a estratégia e o modo de medir seu progresso aos mercados financeiros

Onde o CEO se encaixa?

No período da tarde, Porter abordou no Special Management Program “On Strategy” o papel do líder no processo estratégico. O objetivo de desenvolver ou restabelecer uma estratégia nítida em geral é, uma questão organizacional, que depende da liderança. “Com tantas forças trabalhando contra o exercício de escolhas e de opções excludentes nas empresas, a existência de um nítido referencial intelectual para orientar a estratégia é um contrapeso imprescindível. Além disso, também são essenciais os líderes fortes, dispostos a fazer escolhas”, afirmou.
Ele explicou que em muitas empresas, a liderança degenerou em orquestração das melhorias operacionais e na condução das negociações. Mas o papel do líder é mais amplo e muito mais importante. “A gerência geral é mais do que a simples administração de funções individuais”. O seu cerne é a estratégia: a definição e a divulgação da posição exclusiva da empresa, o exercício de opções excludentes e o desenvolvimento da compatibilidade entre as atividades. “O líder deve proporcionar a disciplina para as decisões relativas às mudanças setoriais e às necessidades dos clientes a que a empresa responderá, ao mesmo tempo em que evita a dispersão organizacional e assegura a diferenciação”.

Como os clientes podem pôr a perder a estratégia

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Hoje estou cobrindo em São Paulo, para o Portal HSM Online, o Special Management Program “On Strategy, com o professor Michael Porter. Logo cedo, o professor de estratégia explicou o porquê de muitos clientes colocarem a perder a estratégia das empresas.
Porter disse que muitos gerentes confundem “foco no cliente” com a idéia de que devem satisfazer todas as necessidades dos clientes ou responder a todos os pedidos dos canais de distribuição. Outros mencionam o desejo de preservar a flexibilidade.
As realidades organizacionais também atuam contra a estratégia. As opções excludentes são assustadoras, e por vezes, não exercê-las parece preferível a ser responsabilizado por uma escolha inadequada. “As empresas imitam umas as outras, num tipo de comportamento de rebanho, cada uma assumindo que as rivais sabem algo que não é do seu conhecimento”.
Os funcionários dotados de novos poderes, instigados a buscar todas as possíveis fontes de melhorias, quase sempre carecem da visão do todo e da perspectiva para reconhecer as opções excludentes. A não opção por vezes se resume na relutância de decepcionar gerentes ou funcionários considerados valiosos.
O professor afirmou que de todas as influências, o desejo de crescer talvez seja a que exerce o efeito mais perverso sobre a estratégia. As opções excludentes e as limitações parecem constranger o crescimento. Atender a um determinado grupo de clientes e excluir outros, por exemplo, impõe um limite real ou imaginário ao crescimento da receita. As estratégias de objetivos amplos, que enfatizam o preço baixo, acarretam a perda de vendas a clientes sensíveis à qualidade ou serviços. Já os que adotam a estratégia de diferenciação deixam de vender a clientes sensíveis a preço.

Estratégias de quem tem olho fechado?

kenichi-ohmaeCheguei atrasado hoje na palestra do Kenichi Ohmae, o tempo estava fechado e na última hora desisti da lambreta e fui de carro, aí o trânsito de São Paulo causou uma descontinuidade na minha organização.

Cheguei no finalzinho, consegui pegar dois comentários muito úteis. O primeiro é que a melhor estratégia do mundo é utilizar seu concorrente a seu favor. Ou seja, encontrar uma forma de fazer o seu produto se beneficiar do concorrente. Para Ohmae, se Steve Jobs tentasse brincar de música na sua base de Macs, não teria sequer o iPhone. A grande sacada foi utilizar da base do Windows para construir um novo negócio de músicas, só então é que criou sua base de iPods.

O outro ponto é em referência a briga dos livros eletrônicos. Para ele, Jeff Bezos e a Amazon correm para consolidarem liderança na venda dos livros eletrônicos e levam vantagem sobre o Google por um fato simples, eles já tem um mecanismo de check-out, já sabem como atingir o seu cartão de crédito. O Google tem todo seu modelo baseado em dar de graça, terá algumas dificuldades de impor aos consumidores formas de cobrança.



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