Por Gica Trierweiler, via UoD
Tooheys é uma marca australiana de cerveja que escolheu uma boa estratégia para divulgar sua Tooheys Extra Dry. Apropriou-se da teoria dos seis graus de separação e lançou a promoção 6 beers of separation.Se você mora na Austrália, pode enviar um vídeo para a Tooheys e participar do casting. Quatro australianos serão selecionados e os sortudos ganham uma mochila com um six pack da Tooheys Extra Dry. A missão é simples (?): colocar a regra dos seis graus de separação à prova e dividir a cerveja com um ídolo. E como se não bastasse, a romaria vai às telas no formato de um reality show.
Update deste blog: Além de ser uma brilhante ação de marketing (é isso que as empresas têm de fazer cada vez mais, diferenciando-se com alguma utilidade para a sociedade), vai servir para testar o conceito de novo de alguma forma. Uma professora de universidade do Alasca, conterrânea da Sarah (esse Alasca é um perigo!), tinha provado que o estudo original do Stanley Milgram era uma fraude. Mas, no Brasil, já teve um estudo com empresas, do professor Sergio Lazzarini do Ibmec São Paulo, que validou esse conceito de mundo pequeno –e outros estudos fizeram o mesmo mundo afora. Agora a Tooheys fará, então, um 3º estudo, cervejeiro e pop, para “desempatar”. Vale a pena acompanhar (só tenho dúvida sobre quanto o reality show pode atrapalhar…e, como lembra a Gica, a empresa vai fazer de tudo pra comprovar que a teoria é verdadeira, então o rigor científico tende a zero. Mas é capaz de a imprensa pegar no pé e coisa e tal e eles não conseguirem manipular tanto; e também é capaz de isso inspirar estudos e discussões sérias, né?! É o estudo “pop”…).
A gente vai publicar na edição novembro-dezembro de HSM Management uma entrevista com Brad Bird, o homem por trás do Sr. Incrível e do Remy “Ratatouille”, ou seja, o diretor de cinema da 
Acabei de ver um post interessante do
Michael Kami
Fui ver ontem, no cinema Gemini, em São Paulo, o filme Estômago. Estou para assistir faz um tempo, mas é difícil se manter updated com filho pequeno. Fora que muitas vezes eu acabo indo no filme (americano ou do Daniel Filho) do shopping mais próximo pela comodidade da coisa. De qualquer modo, desconfio que muita gente ainda não viu Estômago, então queria recomendá-lo. Se eu falar que é a história de um cozinheiro nordestino que vem para São Paulo e acaba na cadeia, talvez muita gente torça o nariz, achando que é aquele cinema “denúncia social” de sempre. Mas se eu falar que é uma versão brasileira superdiferenciada (e com humor!) de filmes “gastronômicos” como “A Festa de Babette”, “Comer Beber Viver”, ”Como Água para Chocolate” etc., vocês vão ver, não vão?Vão, sim! E, além de o filme valer a pena como arte e como entrenimento (e de mostrar que tem, sim, quem escreva bons diálogos no Brasil), ele pode valer a pena também para o mundo da gestão, por 5 motivos:

A Raquel Costa, da Digital Happenings Interactive, escreveu no blog dela sobre a 
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