(Por Ematoma via UoD)
Se você é publicitário, precisa ver isso.
Se você contrata serviços publicitários, também.
E se você não se matou de rir e não derramou uma lágrima pensando em como isso é verdade no nosso dia-a-dia, não trabalha em marketing.
(Por Ematoma via UoD)
Se você é publicitário, precisa ver isso.
Se você contrata serviços publicitários, também.
E se você não se matou de rir e não derramou uma lágrima pensando em como isso é verdade no nosso dia-a-dia, não trabalha em marketing.
De acordo com o estudo “Social Marketing Scoreboard, 2008″ da Jupiter Research, 25% da população do planeta estará online em 2012. O crescimento será maior em países em desenvolvimento como: Brasil, Russia, India e China. Muitos desses usuários conseguirão se comunicar não importando a lingua que falam. Ray Kurzweil, especialista em inteligência artificial, explica que as ferramentas e programas de tradução estão evoluindo exponencialmente e já existem diversas empresas investindo neste campo.
O “Center For Futures Civic Media” é um esforço conjunto entre o MIT Media Lab e o MIT Comparative Media Studies Program. Eles trabalham na criação de sistemas técnicos e sociais para compartilhar, priorizar, organizar e agir na informação.
Reproduzindo abaixo este post do Bruno Altieri, do UoD, que achei interessante tanto para a área de marketing (investigar o comportamento do consumidor etc.) como a de RH. Com um comentário: não tenho nenhuma dessas fobias mas, por isso, agora me deu fobia de não ser suficientemente moderna, ai…(Ah, não, tenho a perdetudofobia, ufa!)
Você sofre de idemofobia? É o medo de sair na rua com a mesma roupa de outra pessoa. E obsoletofobia? É o medo do outro ter um celular melhor que o seu. Aperepifobia? Medo de abrir e-mails, claro. Perdetofobia? Medo de não ter salvado o trabalho no computador.Esses nomes fantasiosos e muitos outros estão no livro (que estou lendo e recomendando) chamado “Você tem medo de quê? - fobias modernas“ , traduzido do original de Tim Lihoreau. Com muito humor, ele disseca várias partes do mundo moderno e como a tecnologia e os novos relacionamentos causam novos problemas e fobias sociais. Ou seja, uma maneira criativa de falar de modernidade.
Na lista ” As 10 startups de internet que devemos ficar de olho” da revista Technology Review do MIT, a Pinger é a nº1. O negócio deles é deixar que os usuários mandem mensagens de voz (instant voice messaging) para seus contatos ao invés de ficar digitando uma mensagem de texto no celular. Para responder, o destinatário só precisa apertar um botão e deixar outra mensagem de voz. As mensagens ainda podem ser enviadas como um comentário para a página do MySpace do destinatário.
Já funciona no Brasil, ligando de seu celular para: 11-3013-5384
Abaixo uma demonstração feita pelos fundadores da empresa:
A crítica do Ruy Castro, por exemplo, é de que a reforma é cosmética e vai custar caro. Outros acham que ela violenta as culturas locais, na linha das críticas à globalização (e o Brasil seria o grande “imperialista” do pedaço nesse caso, porque é, se não me engano, o que muda menos). Condenam ainda o fato de a unificação ser imposta como lei, de cima para baixo. De qualquer modo, queria destacar alguns pontos positivos dessa unificação:
Uma nova polêmica se sobrepõe às outras do mundo da publicidade (cigarros, bebidas alcóolicas, carros que ‘voam’, machismo etc.): a propaganda de alimentos e bebidas pouco saudáveis que focaliza os menores de 12 anos seria um dos pilares do aumento da obesidade infantil no planeta. Em março deste ano, a Consumers International (CI) e entidades de consumidores de vários países divulgaram um Código Internacional sobre a Comercialização de Alimentos e Bebidas Não-Alcoólicas dirigida a crianças, que propõe, entre outras coisas, proibir comerciais de alimentos e bebidas pouco saudáveis entre as 6h e 21h, no rádio e na televisão, e a qualquer horário na internet e nas escolas, e também proibir o uso de personagens famosos, desenhos animados e de concursos e prêmios para vender ou promover esses alimentos pouco saudáveis.
A mim parece mais um sinal de que a sociedade que criou o consumo – e/ou o consumismo –, até como alternativa (de caso pensado para alguns) aos radicalismos religiosos e políticos que levam a guerras, está assustada com a dimensão que sua criatura ganhou e se sente perdida. De qualquer modo, acho a discussão bem-vinda e madura – as proibições nem tanto, até porque isso envolve questionamentos muito profundos (Até que ponto a sociedade deve ser preservada das tentações? O que acontece com toda uma atividade econômica – a publicidade – diante das proibições? E por aí vai.). Boa parece ser a iniciativa da Coca-Cola e da PepsiCo, que se anteciparam e já avisaram na semana passada (inclusive no Brasil) que deixarão de fazer propaganda voltada a crianças menores de 12 anos até o fim de 2008.
Devo confessar que o uso indiscriminado de nomes quaisquer, por vezes claramente inexatos, me incomoda bastante.
Por isso escrevi aquele texto sobre essa mania de chamar as ações via e-mail de e-mail marketing.
Há um texto no I Ching, atribuido a Confúcio, que se refere à importância de chamarmos as coisas pelos nomes certos; “a harmonia do mundo depende da retificação dos nomes”.
Quando se usava pombos-correio eles não eram chamados de pombos correio marketing, talvez porque a expressão marketing ainda não existisse, mas se fazia música:
“soltei meu primeio pombo correio
com a carta para aquela mulher
que me abandonou.
Soltei o segundo o terceiro.
O meu pombal terminou.
ela não veio nem o pombo voltou”
PS - Daniela,
A corda se chama Tereza (optei pelo “z”, mas não sei se é com “s”).
Apresentação curta, informal e cirúrgica, de SachaC, sobre Web 2.0 no trabalho, incluindo ferramentas como esse blog que vos fala.
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Por que será que inventamos a expressão “e-mail marketing”? Ela é claramente equivocada. As ações de comunicação via e-mail são em princípio iguais àquelas nas quais usávamos cartas e telegramas e nunca chamamos nossas cartas de “carta marketing” nem nossos telegramas de “telegramas marketing”.
Sempre que ouço a expressão penso que o usuário está distraido ou não sabe o que está falando.
Na verdade o uso intensivo dessas expressões estrangeiras me lembra o samba “Torresmo à milanesa” do Adoniran Barbosa, no trecho onde um dos pedreiros convida o colega para sentar e conversar sobre “coisas que nós não entende nada”.
Os keynotes do Steve Jobs são famosos por mostrar as novidades da Apple e por serem verdadeiras aulas de como se fazer apresentações. Este vídeo do coach de comunicação Carmine Gallo mostra algumas técnicas que podemos aprender com Jobs.
(por Marcelo Tripoli, via UoD)Estou participando do WOMM-U, o congresso anual promovido pela Word of Mouth Marketing Association (Womma)O evento reúne durante 2 dias marqueteiros e publicitários de grandes empresas como Unilever, Dell, Apple e Disney. As apresentações trazem para mesa um tema presente na pauta dos gestores de marketing dos quatro cantos do planeta: Como uma marca pode atingir seus objetivos utilizando ferramentas de marketing boca-a-boca.Me surpreendeu o formato do evento. Existem poucas sessões gerais (as famosas keynote sessions). A maior parte das atividades acontecem em mesas redondas aonde até 12 profissionais orientados por um moderador colocam um tema para discussão e todos são convidados a interagir. Na foto você confere uma destas mesas em ação. Em breve irei compartilhar as principais idéias que estão rolando por aqui.
Uma vez escrevi uma matéria sobre mulheres empreendedoras e fiz um paralelo (realista) que agradou as leitoras. Expliquei que o primeiro cliente de uma empresa era mais ou menos como o primeiro namorado. Até uma menina ter o primeiro namorado, ela não é muito valorizada no “mercado”. Mas bastou aparecer o primeiro para que outros a desejem. Com cliente é parecido. Tem a ver com a lógica da humanidade, que deseja a grama do vizinho, e tem a ver com a autoconfiança que um cliente (ou parceiro amoroso) nos faz desenvolver. Essa relevância do cliente vem aumentando e não só do primeiro. Isso é confirmado tanto pelas empresas que recuam em seus atendimentos ao cliente automatizados, frios, chatos e impessoais, como por declarações como a do Kevin Roberts, CEO mundial da Saatchi & Saatchi, de que os consumidores morreram e foram substituídos por gente. “E gente não quer marketing; quer compromisso, atenção, conexão (leia-se namoro)”, diz ele. Mas agora a novidade é outra: parece que algumas empresas estão incorporando para valer o papel de namoradas. Levei um susto outro dia numa experiência de compra no site MercadoLivre, visto por alguns como uma bússola do futuro do marketing. Lá compradores opinam sobre os vendedores (muitos, pessoas jurídicas) e vice-versa. Então: o que tem de vendedor reclamando de comprador (com bem pouca cerimônia às vezes) não é brincadeira! Sem essa de “o cliente é o rei”. É relação em pé de igualdade. Do tipo: “eu preciso dele, mas ele precisa de mim também”. (Você pode dar uma olhada nas avaliações cadastrando-se.) Não sei no que vai dar isso, mas talvez estejamos diante de padrões comerciais bem diferentes. E talvez os namorados prefiram assim. Será?
(Por Marcos Teixeira via UoD)
Duas universidades desenvolveram um projeto muito interessante utilizando mapas. Não, não é mais um mash-up utilizando o Google Earth. Trata-se do World Mapper, uma nova visão do mundo, uma visão por parâmetros. Imagine ver o mapa-múndi sob o ponto de vista do consumo de álcool ou da contaminação por HIV, pelos gastos militares ou mortos em guerras. O mapa ao lado por exemplo, é sobre importação de brinquedos. É incrível ver como o desenho se altera, se transformando quase numa caricatura da realidade. Uma ferramenta útil e dinâmica para pesquisas sobre tendências, uma reflexão visual sobre como caminhamos neste nosso lindo balão azul. Para ver cerca de 600 mapas clique aqui.