21/03/2010   RSS posts: 1538comentários: 3.009 updaters: 559
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Archive for the 'Diversos' Category

Uma visão masculina do universo feminino

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Na última segunda-feira, mais uma vez foi comemorado o Dia Internacional da Mulher. Pensei até em fazer um blog em homenagem àquelas que tanto enchem nossos olhos, nossos corações e nossas vidas. Ao fazer a barba, olhei no espelho e de repente me caiu uma ficha: “Julio Sergio, todo dia é dia delas”.

Então me perguntei: “por que não escolher outro dia para levantar essa bandeira de que não existe dia especial para valorizar a figura de quem nos é tão importante”? Seja mãe, esposa, filha, neta, amante, amiga e companheira; a mulher é um símbolo de força, garra, determinação e coragem.

Mas nós homens precisamos deixar de ser hipócritas e despertar para a realidade: como realmente enxergamos o sexo feminino em nossas vidas? Poucos reconhecem que sem elas não conseguimos viver, que somos dependentes de seu afeto e das suas habilidades em conduzir tão sabiamente a família, que precisamos delas para perpetuar nosso sobrenome, que o prazer do sexo só existe porque elas existem, que o mundo fica mais doce quando elas estão por perto.

Vou além, muitos homens ainda trazem o ranço do preconceito, acham que lugar de mulher é na cozinha - alguns, inclusive, casam porque querem alguém para cuidar dele, da casa e dos filhos -, não aceitam ter mulher como chefe e tratam como mulher-objeto aquelas que têm um comportamento considerado “mais avançado”. Para nós, homens, há o desafio de acabar de vez com o preconceito e machismo que ainda sobram. Para as mulheres, a missão de mudar a cabeça dos homens desde criança, quando educam seus filhos.

Não posso deixar de compartilhar a história que ouvi de uma amiga que morou muitos anos em Recife. Sua mãe ficou chocada ao ver a vizinha falar para o filho de apenas cinco anos: “Engula o choro Hermaninho, porque homem não chora”. Logo ela uma psicóloga e que, curiosamente, reclamava dos homens nordestinos por serem machistas. Acredito muito na forma como as mães educam seus filhos, da mesma forma que, muitas vezes, acredito estar na mão das mulheres a chave do nosso futuro.

Como homem, reconheço a “mea culpa”. Está na hora de tratar a mulher como ela merece. E não se trata de parabenizá-las apenas no dia em que se instituiu o Dia Internacional da Mulher. São pequenos gestos diários que fazem a diferença. Que tal começar por atitudes cavalheiras - que jamais deveriam ser consideradas “démodé” por essa nova geração -, como abrir a porta do carro e puxar a cadeira no restaurante, ou posturas discriminatórias, evitando comentários quando alguém te fecha no trânsito, do tipo: “Só podia ser mulher”.

Pior ainda é o machismo de muito marmanjo que não suporta ver a esposa ou namorada ganhando mais. É preciso enxergar que a mulher ganhou voz, muito embora continue ocupando poucos cargos de chefia e recebendo salários mais baixos do que os homens - segundo a última pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as mulheres ganham salários 27,7% inferiores aos dos homens.

Talvez porque ainda nos assustamos com  o novo perfil da mulher, muito mais ousado e revolucionário. Apesar de descobrirmos que cada vez mais entendemos menos as mulheres, esquecemos que elas continuam gostando de ser paparicadas sem ser confundidas como fúteis. Sim, as mulheres hoje não querem ser admiradas só por seus atributos físicos (claro que faz bem para o ego delas!), mas pelo espaço que vêm conquistando no mercado de trabalho.

Já perceberam como elas invadiram o mundo corporativo? Vivemos rodeados por elas e como nosso dia a dia ficou menos duro e mais feliz. Aqui fica minha homenagem às mulheres, que devem receber flores e atenção todos os dias.

Haiti, pós-terremoto.

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 Haiti, país de desequilíbrio ambiental total e catástrofes climáticas sérias que provocam desastres humanos cada vez mais agressivos deixando para trás um país enterrado. O terremoto, desta vez, deixou mais de 3milhões de feridos e de 50mil a 100mil mortos! Lamentamos, porém, não nos resta só lamentar pela triste situação da população que sobreviveu ao terremoto, mas acreditar na ajuda humanitária internacional e sua capacidade de agir imediatamente de forma organizada e racional e, no futuro, na reconstrução do Haiti.

Tá chegando a hora….

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2009 foi um ano de alegrias, tristezas, realizações. Mas o mais importante é refletir sobre os acontecimentos, a jornada do dia-a-dia e, concluir ao final, que tivemos um saldo de recuperação, crescimento e aprendizado.

Em 2010,que chega, se não puder ser o maquinista, seja o seu mais divertido passageiro. Procure um lugar próximo à janela desfrute cada uma das paisagens que o tempo lhe oferecer, com o prazer de quem realiza a primeira viagem.

Não se assuste com os abismos, nem com as curvas que não lhe deixam ver os caminhos que estão por vir.

Procure curtir a viagem da vida, observando cada arbusto, cada riacho, beirais de estrada e tons mutantes de paisagem.

Desdobre o mapa e planeje roteiros.
Preste atenção em cada ponto de parada, e fique atento ao apito da partida.

E quando decidir descer na estação onde a esperança lhe acenou não hesite.
Desembarque nela os seus sonhos…

Desejo que a sua viagem pelos dias do próximo ano, seja de PRIMEIRA CLASSE !  

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Feliz Ano Novo!

Informação vs. Confusão

Post com trilha: [audio:http://www.moistworks.com/mp3/MilesDavis_Madness.mp3]

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Quando o poder político pode derrubar um CEO competente

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Há oito anos, Roger Agnelli, principal executivo da Vale, se beneficiou da estreita amizade de Lula. Amizade que, porém, começou a ficar estremecida com a crise mundial. Agnelli demitiu quase dois mil empregados, deixando margem a comentários sobre um possível freio à expansão da companhia, que em 2008 faturou 38,5 bilhões de dólares.

As broncas de Lula se tornaram públicas e o embate se agravou quando o presidente declarou aos jornais em setembro passado que “a Vale não pode se dar ao luxo de exportar apenas minério de ferro”. Embora fritado em plena praça pública, Agnelli nunca transpareceu qualquer tipo de mágoa.

O governo também nega pressão, apesar da aproximação de Lula com o empresário Eike Batista que, além de criticar a diretoria da empresa, mostrou-se um ávido interessado em comprar a participação do Bradesco na Vale. A entrada em cena de Eike assustou, colocando em xeque a permanência de Agnelli frente à mineradora.

Duelo de forças até pode ser natural no mundo corporativo, mas o que não considero aceitável é a intervenção do presidente da república no comando de uma empresa privada. Outro dia vi um editorial na revista Carta Capital lembrando que o acordo de acionistas após a privatização de 1997 dá ao Bradesco o direito de nomear o presidente da Vale, que tem grande parte do capital pertencente ao BNDES e aos fundos de estatais.

Nem quero questionar o fato de ser a Vale uma companhia pública de capital misto e, portanto, dar direito à União de reclamar da condução dos negócios. Mas precisamos reconhecer que foi sob a liderança de Agnelli que a Vale alcançou lucros nunca vistos antes pela empresa, transformando-se em uma das maiores mineradoras do mundo.

Quero aqui mostrar minha indignação a toda essa pressão indevida do presidente da república em tirar Agnelli do cargo. Primeiro porque Lula não é acionista da empresa. Segundo, quando a política partidária interfere nos negócios, já sabemos o que vai acontecer. O presidente quer interferir para criar uma agenda política para a maior empresa exportadora das Américas. Mas será que ele tem esse direito?

Geração playstation: e os desafios continuam

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Como fazer a geração playstation escrever, ler, raciocinar? A característica que domina essa geração é a busca pela informação instantânea. Desafio que atinge não só os pais, mas a escola, que não percebem a mudança acentuada de comportamento dessa geração.

Se por um lado a família - hoje pouco presente em casa - não consegue entender o que seus filhos pensam, por outro a escola ainda não encontrou a fórmula certa da equação.  Fica insistindo no modelo antigo, que obriga as crianças a escreverem textos longos e ao decoreba.

As tradicionais provas discursivas de antes não se encaixam mais na realidade atual. É preciso dar oportunidade para que eles escrevam da forma que gostam. Estaria exagerando se falasse em redações com 140 caracteres, como funciona no Twitter?  Pode ser, mas a geração playstation absorve informações com a mesma rapidez que as troca com as pessoas ao seu redor.

Eles estão condicionados a esse formato de 140 caracteres. Certo ou errado, o fato é que para essa geração fica cada vez mais difícil se concentrar em textos longos. Os próprios teclados dos celulares impedem de escrever muito ou mesmo o MSN,  cujo formato induz a mensagens curtas, compactas; praticamente indecifráveis para as gerações anteriores.

Precisamos encontrar uma maneira de convencer essas crianças da geração playstation que ler é bom. Quem sabe o “Kindle”- leitor eletrônico de livros da Amazon.com - seja útil nessa difícil tarefa? Como na minha época de vestibular, todo mundo quer um resumão.  Reproduzir os conteúdos na íntegra talvez não seja a solução.

Mas o e-book é modernoso, funciona como uma espécie de prancheta digital, e, certamente, chamará a atenção dessa geração.

Outro dia, quando perguntei à filha de uma amiga sobre o que ela achava do Kindle, seus olhos brilharam. Para minha surpresa, ela disse que detestava livros - o que é uma unanimidade entre seus colegas de escola - por terem muitas páginas e nunca se chegar ao final da história.

Entretanto, a possibilidade de ter mais uma parafernália tecnológica a seduz. Foi quando ela disparou: “é muito mais divertido!”  Acredito que sua mãe não vai achar, ainda mais pelo preço - cerca de mil reais para o consumidor brasileiro.

Ainda perplexo com tudo isso que tenho visto, só posso afirmar que não tenho as respostas, só preocupações e indagações. Segue, então, o debate!

O álcool polui mais que a gasolina?

mascaraNão!

Agora vamos entender por que.

Recentemente o Ministério do Meio Ambiente lançou uma lista com os modelos de automóveis classificada de acordo com a emissão de poluentes. Iniciativa notável a meu ver, pois é direito do cidadão conhecer os detalhes dos produtos comercializados no mercado. Um dos efeitos poderá ser a preferência por modelos que emitam menos poluentes, cuja conseqüência direta é os benefícios para a saúde e para o meio ambiente.

No entanto, a tal lista tem causado confusão porque alguns modelos a álcool foram classificados como mais poluidores do que alguns modelos a gasolina. O problema é complexo e por isso precisa ser analisado por partes.

Primeiramente a idéia que o álcool não polui é mito. Como os modelos de carros brasileiros, quase que na sua totalidade, se baseiam na combustão de algum tipo de combustível o resultado será sempre a emissão de dióxido de carbono (CO2). A diferença é que o álcool é produzido a partir da cana de açúcar, que por ser uma planta precisa absorver CO2 para crescer, desta forma o mesmo CO2 que sai do escapamento dos automóveis, em síntese, alimenta a fotossíntese pelo vegetal que o converterá em biomassa. No entanto, esta absorção nunca será de 100%, além disso, a cultura da cana necessita de insumos que consomem energia e emitem gás carbônico.

Clique aqui e leia o artigo completo.

Preparem-se, a geração Playstation já está entre nós

playstation2Na esteira da geração Y, a Playstation vai mudar, consideravelmente, nossas vidas. A geração Playstation viverá intensamente 24 horas por dia,  dormirá menos, terá dificuldade de se relacionar e não sentirá a vida passar. Basta olhar como se comportam. Nasceram em plena era digital, são filhos tardios da geração X e filhos precoces da Y.

Usam e abusam das redes sociais, como Orkut, Facebook e Twitter. Escrevem em apenas 140 caracteres e não conseguem desenvolver uma redação na escola que exija textos com mais de três parágrafos. Isso mesmo, três parágrafos (não lhe parece familiar?).

Pior ainda é se precisam construir frases mais bem elaboradas. As abreviações fazem parte de seu dia a dia e se você ousar contestar ouvirá a seguinte pérola: “Você não sabe o que é isso? Tá ultrapassado”. Tempo para refletir e raciocinar? Nem pensar!

E, apesar de dominarem o e-mail, preferem o MSN. Querem saber por quê? Porque a comunicação precisa ser mais rápida, instantânea, igual a preparar miojo, ferve por três minutos e está pronto.

Recentemente, li uma pesquisa da professora de redação e retórica, da Universidade de Stanford, Andrea Lunsford. Ela concluiu que a geração Y lê e escreve tanto quanto as outras. Para provar sua tese, Andrea realizou um estudo com mais de 14 mil estudantes, coletando trabalhos, ensaios, textos de jornais, e-mails e blogs, entre 2001 e 2006.

Para ela, apesar de estarmos no meio de uma revolução na forma de escrever, a tecnologia não está destruindo a nossa habilidade de expressão e comunicação. Pelo contrário. Sua primeira constatação é de que a geração Y está escrevendo muito mais do que as outras gerações, justamente pela interação on-line, que exige escrever o tempo todo.

Se escrever desse jeito for uma evolução, não sei o que encontraremos pela frente. Minha teoria é de que viveremos um retrocesso, voltaremos à época de altas taxas de analfabetismo funcional. Se hoje encontramos tantos jovens ou mesmo executivos incultos e que mal sabem escrever direito, imagine nessa nova cultura da geração Playstation?

Eis aqui um grande desafio, ou melhor, um enorme desafio!

A volta do repórter sem-fronteira: sentindo a crise americana, após um ano.

ny-normal-300x225Poucos meses depois da crise americana eclodir, escrevi um blog sobre seu devastador efeito na economia dos Estados Unidos.Na época, ao passar em frente ao prédio do Lehman Brothers, vi estampado no rosto da população, que caminhava sem saber que rumo seguir, os impactos de um furacão que deixará para sempre lembranças de seus estragos.

Seis meses depois, volto à Nova York. Como não poderia deixar de ser, me vejo novamente na sede do Lehman Brothers, hoje sob o comando do Barcleys Bank. É inegável que o humor das pessoas mudou muito desde que estive por lá da última vez. Uma das cenas que me chamou a atenção foi quando caminhando, após revisitar o Lehman Brothers, paro em uma joalheria que sempre gosto de olhar as ofertas e eis que chega o vendedor de dentro da loja, muito bem vestido, e me mostra uma plaquinha: “Mais ofertas dentro da loja. Seja bem vindo”.

Interessante, o humor de fato não acabou. A crise também não. Mas arrefeceu de forma notória. Acho que, na verdade, mais cedo do que esperamos será página virada, embora tenha absoluta certeza que nada será como antes. Aos poucos, a economia americana está se reerguendo. As filas voltaram no Starbucks e, como era antes, você já precisa esperar para ser atendido.  Seria o fim da crise?

Eu mesmo pude assistir às lojas novamente cheias de gente e muito turista na rua, invadindo a Big Apple, sobretudo os brasileiros! Times Square, Rua 42, esquina com a 7ª avenida, tem uma loja da Champs, no edifício da Ernst & Young, impressionante a fila dando volta no quarteirão de gente para aproveitar a oferta de “compre 1 e leve 2″. Os preços derrubados, seis camisas por 16 dólares; uma pechincha!

Fui pesquisar netbooks para comprar e eis que me vejo em meio a um formigueiro de pessoas, ávidas pelos bons preços das liquidações que começam a surgir. O povo está saindo da crise ou aproveitando a crise? Como o próprio presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, declarou ao jornal Metro dos Estados Unidos, a pior recessão desde a Grande Depressão parece estar definitivamente indo embora.

A outra boa notícia é que os consumidores saíram de casa. A mesma matéria mostra que as vendas no varejo são reflexo da recuperação. Subiram 2,7% em agosto, um dos melhores índices de crescimento nesses três anos e meio. No entanto, ao contrário dos países emergentes, a exemplo do Brasil, muita coisa ainda precisa acontecer por lá.

Os empregos diminuíram e é comum ouvir os “forasteiros” de vários lugares querendo voltar para seus países. Aquela vida boa e próspera de outrora continua no passado. E não é para menos. As medidas do presidente Obama não resultaram, como esperado, em mudanças nos índices de desemprego, que chegam a 10% de todo o país.

Ou seja, não há milagre que resista a falta de dinheiro. Nem o país mais consumista do mundo ficou imune. Tanto que as promoções avassaladoras que já vi outras vezes estão muito longe de acontecer em Nova York. Alguns produtos seduzem quem vem de fora, como vinhos, chocolates, bolsas e cosméticos.

Ir à Victoria´s Secret exige a mesma paciência, já que as promoções são as mesmas e as vendedoras te assediam para adquirir dúzias de sabonetes líquidos pela metade do preço. Mas quem quer o Channel nº 5, além de encontrar preço praticamente igual ao Brasil, precisa percorrer Manhattan.

Virou uma raridade. Até na Sephora, paraíso das mulheres, tive dificuldade de achar. Quase briguei com outra cliente que disputava o único frasco de um dos mais famosos perfumes do mundo. Ainda bem que dei sorte, para delírio de minha esposa. 

Os preços não serão os mesmos, muito menos a vida dos americanos continuará a mesma. Resta saber que impactos ainda teremos daqui para frente. Como já afirmei, essa crise precisa ser entendida como uma grande lição. Agora é pagar para ver!

Dia Internacional da Fotografia

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Registro de Paris, feito em 1839 por Daguérre, em uma chapa revestida com prata e sensibilizada com iodeto de prata e vapor de mercúrio

 

 

 

Hoje, 19 de agosto, é o Dia Internacional da Fotografia. Uma data pouco conhecida, apesar da importância que a fotografia tem em nossas vidas, por isso, raramente celebrada. A data foi escolhida pela Academia de Belas Artes Francesa, pois segundo a história, no dia 19 de agosto de 1839, teria sido apresentada publicamente por Louis Jacques Mandé Daguèrre a primeira imagem produzida por um processo fotográfico.

Mas a história da fotografia tem inicio muito antes. Cerca de quinhentos anos antes de Cristo, o chinês Mo Tzu já conhecia o princípio óptico da câmera escura, embora haja quem atribua a responsabilidade pelo início dos comentários esquemáticos da câmera escura ao filósofo grego Aristóteles.

Por volta de 1554, Leonardo da Vinci descobriu o princípio da câmera escura, onde a luz refletida por um objeto projeta fielmente sua imagem no interior de uma câmera escura, se existir apenas um orifício para a entrada dos raios luminosos. Baseado neste princípio, os artistas simplificam o trabalho de copiar objetos e cenas, utilizando câmeras de diversos formatos e tamanhos. Entravam dentro de suas câmeras e tinha acesso a imagem refletida em uma tela presa na parede oposta ao orifício da câmera.

Clique aqui e leia o artigo completo.

Brincando de resolver problemas

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Grandes saldos imaginativos, noções malucas, ideias selvagens devidamente incentivadas e fomentadas. Que criança não se sentiria no paraíso em uma escola assim?
Alguns pedagogos travariam uma grande discussão a respeito do assunto. Enquanto isso, a Tinkering School oferece a cada ano um espaço mais exploratório concebido para ajudar as crianças com idades de 7 a 17 anos a construir coisas. Ao proporcionar um ambiente colaborativo para explorar básicas e avançadas técnicas de construção e princípios, os professores se empenham para criar uma escola onde todos aprendem brincando. Todas as atividades são supervisionadas e, pelo menos parcialmente, improvisadas.
Gever Tulley, o fundador da escola, usa nesta palestra algumas fotos e vídeos que instigam as pessoas, e aproveita para compartilhar as valiosas lições que crianças aprendem em sua Tinkering School. Quando recebem ferramentas adequadas, materiais e orientação, estas crianças e jovens correm livres e encontram soluções criativas para os problemas. Acompanhe no vídeo abaixo. Será esta uma “incubadora” para os líderes que a Geração Y irá formar?

Você sabe diferenciar a gripe comum da influenza A (H1N1)?

gripe-suinas_thumb52A GRIPE “A” DE FORMA BEM DIDATICA - informação distribuída por importante empresa do ramo de engenharia a todos os seus colaboradores.

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1. Quanto tempo dura “vivo” o vírus suíno numa maçaneta ou superfície lisa? R- Até 10 horas.
2. Quão útil é o álcool em gel para limpar-se as mãos? R- Torna o vírus inativo e o mata.
3. Qual é a forma de contágio mais eficiente deste vírus? R- A via aérea não é a mais efetiva para a transmissão do vírus, o fator mais importante para que se instale o vírus é a umidade (mucosa do nariz, boca e olhos). O vírus não voa e não alcança mais de um metro de distância.
4. É fácil contagiar-se em aviões? R- Não, é um meio pouco propício para ser contagiado.
5. Como posso evitar contagiar-me? R- Não passar as mãos no rosto, olhos, nariz e boca.  Não estar com gente doente.  Lavar as mãos mais de 10 vezes por dia.
6. Qual é o período de incubação do vírus?R- Em média de 5 a 7 dias e os sintomas aparecem quase imediatamente.
7. Quando se deve começar a tomar o remédio? R- Dentro das 72 horas os prognósticos são muito bons, a melhora é de 100%.
8. De que forma o vírus entra no corpo? R- Por contato ao dar a mão ou beijar-se no rosto e pelo nariz, boca e olhos.
9. O vírus é mortal? R- Não, o que ocasiona a morte é a complicação da doença causada pelo vírus, que é a pneumonia.
10. Que riscos têm os familiares de pessoas que faleceram? R- Podem ser portadores e formar uma rede de transmissão.

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Sonho que se perdeu

Post com Trilha [audio:http://luisnassifmusica.blig.ig.com.br/imagens/baden_powell_07_horizon.mp3]

“Karl Marx, no final do século XIX, acreditava - e esse é um sonho que se perdeu e não deveria ter sido perdido - que chegaria um momento - e ele imaginou que seriam cem anos depois, portanto, agora, nesses últimos trinta anos - em que o homem trabalharia quatro horas por dia. E nas outras vinte horas iria brincar, ficar com a família, pescar e ler.”

texto retirado de Qual é Tua Obra por Mario Sergio Cortella

O Valor está no intangível

intangivel

Pessoal,

                há cerca de um ano e meio atrás, a Microsoft apresentou proposta de aquisição do Yahoo. A oferta foi de 44,6 bilhões de dólares o que equivale a 31 dólares por ação, um ágio de 62% com relação ao preço de fechamento das ações do Yahoo na Nasdaq no dia 31.01.2008.

Daí vem a pergunta : Quanto vale uma empresa da nova economia? Como medir o seu valor nos tempos atuais?

Para isso precisamos entender a mudança que estamos passando atualmente na economia e na sociedade. Uma transformação que, segundo Peter Drucker, iniciou-se há, pelo menos, dois séculos com a aplicação do conhecimento ao conhecimento e trazendo a necessidade de uma gerência eficaz.

Como Drucker escreveu em seu livro Sociedade Pós-Capitalista : “A cada dois ou três séculos ocorre na história ocidental uma grande transformação. Em poucas décadas, a sociedade se reorganiza - sua visão do mundo, seus valores básicos, sua estrutura social e política, suas artes, suas instituições mais importantes. Depois de cinqüenta anos, existe um novo mundo. E as pessoas nascidas nele não conseguem imaginar o mundo em que seus avós viviam e no qual nasceram seus pais.” More »

A vida como ela é: sem regulamentação indiscriminada

profissoesA discussão sobre profissões regulamentadas acirrou os ânimos de muita gente com a decisão do STF ao acabar com a obrigatoriedade do diploma para jornalistas. Sejamos sinceros, para ser jornalista não é preciso de diploma em Jornalismo. Aliás, questiono essa regulamentação indiscriminada que existe no Brasil, que só serve para fomentar a criação de conselhos de fiscalização e sindicatos que têm um único objetivo: arrecadar contribuições compulsórias e formar sinecuras.

Por curiosidade, antes de escrever esse blog tive a feliz - ou infeliz - idéia de pesquisar (com a ajuda da minha fiel assistente de tantos anos, Marly Diniz) que outras profissões são hoje regulamentadas. Eis que tomo uma grande surpresa; tamanha a bizarrice com a qual me deparei.  Lavador e guardador de carro, peão de rodeio, pescador, corretor de imóveis… e por aí a lista vai. Está tudo na página do Ministério do Trabalho e Emprego, para qualquer um ver.

Não dá para acreditar que uma economia como a nossa ainda permita distorções como essas. Sem sombra de dúvida, sou extremamente favorável à regulamentação apenas de profissões ligadas à saúde e à vida, como Medicina, Odontologia e Enfermagem; ou mesmo de responsabilidade pública, a exemplo de Engenharia Civil. Deixem que o próprio mercado se encarregue de ditar as regras.

E falo isso com propriedade. Na década de 90 fui eleito conselheiro do Conselho Regional de Contabilidade no Rio de Janeiro (CRC-RJ) juntamente com um grupo de contadores reformistas. Como medidas saneadoras, acabamos com os jetons por reunião, jantares para mais de 50 talheres e carro para a diretoria.

Com a chegada do Presidente Collor, cheio de idéias inovadoras a respeito de profissões regulamentadas e respectivos conselhos para desburocratizar, tive a “ousadia” ou “petulância” de sugerir a extinção dos conselhos regionais de contabilidade. Ação que foi brutalmente repudiada. Conclusão, na eleição seguinte, o meu grupo não foi reeleito. Viva o corporativismo.

A quem cabe à fiscalização das profissões em última instância? Ao Ministério Público. O Brasil tem um dos mais abrangentes e rigorosos Código de Defesa do Consumidor e lá estão as penalidades saneadoras do mau exercício profissional. Quanto à competência individual, não há melhor julgador do que o mercado.

Profissão regulamentada é, na sua imensa maioria, reserva de mercado má disfarçada. A formação acadêmica, entretanto, é requisito básico para a preparação do futuro profissional e, como tal, deve ser mantida. A regulamentação é que é supérflua. Reconheço que o tema é polêmico, mas está na hora de acabarmos com a burocratização no Brasil ou seremos engolidos por ela.

Advogado deve ser profissão regulamentada?



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