Arquivo para updates sobre 'empresas'

Parceiros da Educação

parceiros.jpg “Parceiros da Educação” é um programa que acredita na capacidade empreendedora como força de transformação da realidade. A iniciativa busca trazer colaboradores do mundo dos negócios para adotar escolas públicas e melhorá-las. Alguns nomes de peso já fazem parte do projeto como: Nizan Guanaes, Ana Maria Diniz, Antonio Bonchristiano, Jair Riberio, Fundação Lemann, entre outros. A idéia não é só ajudar financeiramente mas também trazer as práticas de gestão, aprendidas pelos parceiros em suas vidas profissionais, para cada escola trabalhada. Hoje já são 64 escolas”adotadas”, a meta para 2008 é de chegar a 100 escolas.

Mais informações no telefone (011-3708-9172) ou no e-mail (contato@parceirosdaeducacao.org.br)

As empresas já têm instrumentos para inovar

7a1.jpgDa matéria da Folha de S. Paulo com o presidente da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), Marco Antonio Raupp, no último sábado (19/7), por ocasião da 60ª reunião da SBPC: “Para o matemático Marco Antonio Raupp, o atraso do Brasil em inovação tecnológica é legado da cultura empresarial brasileira que mostra aversão a investimentos de retorno a longo prazo e dialoga mal com a academia. Ele não isenta as universidades de culpa, mas diz que quem tem de agir agora são as empresas” (leia a entrevista na íntegra clicando aqui). Isso está em perfeita sintonia com a ótima entrevista que damos na HSM Management julho-agosto com o físico Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da Fapesp, responsável pela criação da Inova, a agência de inovação que é líder de patentes no Brasil. Mas a entrevista do Brito Cruz foi além, descrevendo todos os instrumentos que os empresários agora têm a sua disposição para inovar (isso tudo é super recente) e explicando que só tendo pesquisadores internamente (e não apenas com parcerias com universidades ou atuação em parques tecnológicos) é que as empresas vão realmente conseguir inovar. Enfim, acho imperdível para todo mundo que pensa em inovação hoje. E como não pensar em inovação hoje é impensável, a entrevista do Brito Cruz é imperdível. Ponto. (E, no tsunami mundial de inovações, outra expressão muito feliz do Vicente Falconi, ou as empresas brasileiras começam a inovar pra valer, ou, pela análise geral, o Brasil vai dançar…)PS: Vale dar uma olhada no site oficial da 60ª reunião da SBPC. Empresários, gestores & cia., está mais que na hora de acompanharmos essas coisas e convivermos com matemáticos, físicos e outros cientistas.

Ser impiedoso, uma lição de Vicente Falconi

falconi.jpgHá umas expressões absolutamente geniais. Uma delas, para mim, é “cair a ficha”. Você tem lá aqueles problemas, sabe de velho quais são suas raízes, é capaz de recitá-las de trás para frente para o terapeuta, mas, mudar que é bom, neca. Aí, um belo dia, a ficha cai. No orelhão, a moeda entra no compartimento certo. Em nós, a questão sai da cabeça e vai para o corpo –ou vai do ego para o self, sei lá. (Nas empresas, integra a cultura?) E você muda.Outra expressão assim, na minha opinião, está na entrevista do Vicente Falconi na HSM Management de julho-agosto. Para começar, esse homem é impressionante: está por trás de quase todas as grandes revoluções de gestão do Brasil, no setor privado e público, e quase ninguém o conhece, discretíssimo. Bom, ele diz que os gestores têm de ser “impiedosos” e foi essa a expressão que me pegou. E que não sermos assim no Brasil é uma grande desvantagem competitiva. Reproduzo um trecho da entrevista:”As pessoas se esquecem de que uma empresa é um bem de um país –não interessa se o dono é estrangeiro ou nativo–, porque, ao pagar impostos, salários e benefícios, gera riqueza para esse país. Então, ela não pode ter condescendência [com funcionários de fraco desempenho] porque tem obrigação de construir algo de bom para o país. O funcionário não desempenhou uma vez, tem de ter uma nova oportunidade, geralmente dois anos. Se for necessário, dá-se treinamento. Mas, se a pessoa mostra não ter talento mesmo para aquela posição, deve ser afastada e, para o seu lugar, tem de ser promovida uma pessoa talentosa.” Caiu a ficha? Continue reading ‘Ser impiedoso, uma lição de Vicente Falconi’

Todo criminoso comete sempre o mesmo erro; toda empresa também –preço, no caso das americanas

peterdrucker-small.jpgOpa, não sou eu que digo isso; foi o Peter Drucker que disse, em sua última entrevista, dada com exclusividade ao José Salibi Neto, da HSM Management (veja aqui). Reproduzo, com a observação de que eu adoro essa entrevista do Drucker, vale por um livro, foi muito inspirada (e com uma franqueza de dar gosto):
“Sabe o que eu acho particularmente incrível…? É que, com toda a história registrada e estudada, os norte-americanos ainda não aprenderam a não cometer os erros dos quais os japoneses se aproveitam. Acho que o mundo corporativo funciona mais ou menos como o mundo do crime. Todo criminoso comete sempre o mesmo erro; é assim que a polícia consegue prendê-lo, não é? Pois toda empresa também comete sempre o mesmo erro….. 
O erro [das empresas americanas] é fixar preços no limite do que o mercado é capaz de suportar, em vez de criar um mercado; é buscar margens de lucros elevadas, em vez de vender mais para maximizar os lucros.
Os empresários norte-americanos não sabem que lucro é igual à margem de lucro multiplicada pelo giro de estoque, pelas vendas; eles acreditam que lucro é igual à margem de lucro. Isso é culpa dos economistas, aliás. A grande fraqueza dos Estados Unidos está no fato de termos economistas demais. Economistas acreditam em margens de lucro. Já os japoneses sabem que lucro é igual a margem de lucro vezes giro. Eles se preocupam com margem de lucro, mas sabem que o giro é igualmente importante….algumas empresas brasileiras já aprenderam a explorar isso, como a fabricante de aviões Embraer.”

100 bilhões de imagens são postadas por ano

Entrevista com R.J Pittman, chefe de pesquisas e operações do Google fala sobre o que está por vir no mundo das imagens na web. Hoje são postadas por ano, 100 bilhões de fotos na web e em breve o total chegará a 1 trilhão.

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O robô aspirador de pó

Roomba é um robozinho, desenvolvido pela iRobot, feito para aspirar o chão de casa. A empresa foi fundada em 1990 pelo pessoal de robótica do MIT e já ganhou diversos prêmio de inovação e design. Abaixo o menino em ação:

Depois do jump, a linha militar da iRobot
Continue reading ‘O robô aspirador de pó’

O mundo virtual do Google

Lively é o mundo virtual do Google criado pela engenheira Niniane Wang nos 20% do tempo de trabalho dedicados a projetos de sua escolha. O time do Lively quer ajudar as pessoas a experimentarem uma nova dimensão da web. Por enquanto só funciona para usuários do Windows.

Marketing sem disfarces, por favor

anuncio-disfarce-jornal-cv.jpgQuando abriu o primeiro Starbucks no Morumbi Shopping, em São Paulo, eu, novidadeira, fui logo lá tomar um café. Quando fui buscar o adoçante, um rapaz se aproximou, pegou um saquinho e ficou comentando comigo: “Como é bom esse adoçante, não? Não deixa gosto ruim no final. Melhor que açúcar. Não me importo de pagar mais por ele. Etc. Etc.” Fiquei desconfiadíssima. Tinha acabado de dar um artigo sobre marketing disfarçado e quase tive certeza que aquele cara, naquela ocasião, tinha sido “plantado” para dizer aquelas coisas. Não revelo a marca do adoçante por não ter certeza. E se foi um depoimento sincero? Mas só de imaginar que não era, impliquei com a empresa e sua “possível” intenção de me enganar.
Bom: semana passada, no blog irmão Update or Die, teve um post polêmico justamente sobre propaganda disfarçada, só que nos blogs. Era meio que a favor dela, no estilo “live and let live”. Dizia que os  jornalistas “tendem a policiar o conteúdo dos blogs (que chamam de Blogs de Aluguel)”, que “nossa imprensa tem esse resquício autoritario de patrulhar conteúdo”, que “nos cases premiados em Cannes 2008 era frequente a citação de blogs… como forma importante de divulgação das campanhas [publicitárias]” e que reações assim no Brasil nos distanciam “de uma maneira mais moderna de fazer comunicação”. Não participei da discussão por falta de tempo, mas queria ecoá-la aqui no blog da hsm, alertando (sem disfarçar) que sou jornalista, potencialmente patrulheira. (Mas quem me conhece sabe que não sou do tipo corporativista que endossa tudo que a classe faz.) 
Agora, implico muitíssimo com esse tal marketing “espontâneo” contratado pelas empresas, seja ao vivo, seja em blogs.  Ok, não dá para esperar de blogueiro “compromisso ético com a verdade” e “isenção”, como se escreveu no post (ainda que dê para esperar do ser humano que tenha valores pessoais como o de falar a verdade). Mas dá para esperar das empresas que joguem limpo. Mais que esperar, dá para exigir. Então, se a Coca-Cola presenteia o blogueiro com geladeira de isotônico, que peça a ele para contar do presente que recebeu. Meu problema, vejam bem, é com as empresas, não com os blogueiros. Tem muita empresa fazendo marketing moderno com abertura e transparência, não precisa apelar para a saída pela esquerda. 
PS: Jornalista já recebeu muito jabá, mas isso mudou porque aumentou a seriedade da imprensa. Devemos celebrar, não achar careta.

Pinger, as mensagens que falam

Na lista  ” As 10 startups de internet que devemos ficar de olho” da revista Technology Review do MIT, a Pinger é a nº1. O negócio deles é deixar que os usuários mandem mensagens de voz (instant voice messaging) para seus contatos ao invés de ficar digitando uma mensagem de texto no celular. Para responder, o destinatário só precisa apertar um botão e deixar outra mensagem de voz. As mensagens ainda podem ser enviadas como um comentário para a página do MySpace do destinatário.

Já funciona no Brasil, ligando de seu celular para: 11-3013-5384

Abaixo uma demonstração feita pelos fundadores da empresa:

O que é o LinkedIn?

Keetsa e seu colchão sustentável

A Keetsa é uma empresa americana que desenvolveu toda uma linha de “cama” feita de materiais reciclados. Como se não bastasse, os colchões são empacotados para caberem nessa caixa verde (foto). Com isso fica mais fácil e barato de transportar, diminuindo o “custo” para o meio ambiente. Ao chegar em casa, é só tirar da caixa que o colchão volta ao tamanho normal. Genial!

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Recarregue seu celular de forma sustentável

rechargepod1_l.jpgO RechargePod é uma estação de carregamento de baterias de celular, desenvolvida para eventos outdoor, movida a energia solar e eólica. A estação foi inaugurada este ano no festival de Glastonbury na Inglaterra. Clique na foto para visualizar melhor.

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Bill Gates: Looking back, moving ahead

A Microsoft fez um vídeo-tributo para a despedida de Bill Gates. Confira abaixo:

Parte 1

Parte 2

Mercedes sem gasolina

Do Walter Longo, via UoD A previsão é da própria empresa: até 2015 sua linha de automóveis será totalmente livre de petróleo. Carros elétricos, bio-diesel e até hidrogênio fazem parte dos planos da Mercedes que já tomou a decisão de migrar para fontes alternativas de energia de forma definitiva. A previsão pode ser otimista, mas nada como o custo atual do petróleo para gerar mudanças radicais e quebrar paradigmas da indústria. (via AutoblogGreen)

O difícil preço de ser um CEO

Chegar ao topo em uma organização é o sonho de quase todo executivo. Muitos, desde cedo, traçam como meta de carreira e, até de vida, ocupar o posto de número um. Seduzidos, é claro, pelo status que o cargo de CEO proporciona, além das incontáveis recompensas pessoais e profissionais. O que a maioria não se dá conta é do alto preço que terão de pagar. Se por um lado passam a conhecer diferentes pessoas e vários lugares do mundo, ganham muito dinheiro, vivem cercados por gente influente, por outro há um lado nada glamoroso.

Estar no poder exige sacrifícios e dedicação integral à companhia. Não raro um presidente fica 14, 16 horas por dia fora de casa. São reuniões atrás de reuniões, viagens internacionais, compromissos intermináveis. Vida pessoal? Nem pensar. Ainda mais agora que acabaram as fronteiras entre casa e escritório. As novas tecnologias permitem que o executivo seja encontrado a qualquer hora, inclusive nas férias e nos feriados. Basta ter um BlackBerry –celular que virou febre no ambiente corporativo – e pronto. Os e-mails e o próprio executivo podem ser acessados 24 horas.

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