19/03/2010   RSS posts: 1538comentários: 3.005 updaters: 559
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Archive for the 'health care' Category

The Ambient Life

Imagine um dia onde dados estão por toda a parte e nos acompanham por onde quer que estejamos. Não estamos tão longe assim, se pensarmos a respeito. Abaixo um “vídeo inforgráfico” produzido pela Freeband Communication and IIPIC com essa visão.

http://www.vimeo.com/7459305

<via>

Um novo Mercado de Saúde Norte-Americano

Ontem aconteceu a coletiva do presidente Barack Obama para falar sobre as propostas na reforma do Mercado de Saúde Norte-Americano. Dá gosto de ver um líder bem preparado e assessorado falando sobre um assunto tão complexo e importante. Outra satisfação foi ver que boa parte das proposta, seguem o que o Prof. Michael Porter colocou no seu último livro “Redefining Health Care”, tema que foi muito debatido na ExpoManagement 2007. Vejam a coletiva na íntegra aqui.

Uma iniciativa privada e colaborativa bem bacana no setor é o  Hello Health . A revista Fast Company chamou o médico por trás da iniciativa Jay Parkinson de O Médico do Futuro. Esse é um tema polêmico que propõe uma nova estrutura para o setor. Abaixo um vídeo explicando o que é o Hello Health.

http://www.vimeo.com/4060220

Cigarro: motivo de rejeição nas empresas

cigarro0Ontem recebi um release contando que a maior pesquisa sobre Contratação, Demissão e Carreira dos Executivos Brasileiros, realizada pela Catho Online desde 1988, revelou que 83,2% dos presidentes e diretores de empresas têm alguma objeção à contratação de profissionais fumantes. Deste total, 51,3% têm muita restrição, enquanto 31,9% têm pouca objeção. Os dados são deste ano e mostram que o índice de alta rejeição, por parte de presidentes e diretores, se mantém - em geral - crescente com o passar do tempo. Em 2001, era de 50,9%; caiu para 44,1% em 2003, mas retomou o crescimento em 2005 (48,2%) e 2007 (48,4%).
E o interessante é que na mesma proporção com que cresce a rejeição, diminui o número de fumantes com o passar dos anos. Atualmente, somente 11,9% dos profissionais mantêm o hábito, contra 19,7% em 1997.
Um dado revelador da pesquisa é que, embora sejam os que mais vetam a contratação de fumantes, são os presidentes das empresas os que mais possuem o hábito: eles respondem por 18,5% dos fumantes; seguidos dos consultores independentes, com 17,7%; diretores, com 14,1% e coordenadores, supervisores e chefes, com 13,5%. No mínimo questionável. Até quando nas empresas brasileiras a “Casa de Ferreiro terá Espeto de Pau”?

Prof. Joseph Coughlin entre os mais criativos

Na lista compilada pela Fast Company com os 100 pessoas mais criativas nos negócios, temos no nº 87 o fundador do MIT AgeLab - Joseph Coughlin. Já publicamos artigos dele na HSM Management e tivemos a sua presença no Brasil na Expomanagement 2007.

O trabalho de Coughlin visa melhorar a qualidade de vida dos idosos. “Antes, uma pessoa era considerada velha aos 30; hoje, aos 60, com perspectiva de chegar aos 80, 90 anos, com saúde”,  disse durante a Expo 2007.  Pelas suas projeções, em 2025, 1/5 da população das Américas terá mais de 60 anos e, na Europa, 1/3. “A Alemanha, por exemplo, deverá ter uma população com mais de 80 milhões de pessoas, das quais 50 milhões com mais de 50 anos; na China, hoje são 140 milhões e serão 400 milhões com mais de 60 anos em 2050″, anunciou. Para ele, o momento de conquistar esse novo consumidor é agora. “Nós temos de empolgar e conquistar esse cliente, que é mais velho, tem mais experiência, e representa um mercado muito diferente”

Mandei uma mensagem de parabéns pelo twitter (@josephcoughlin) e olha a resposta dele:

coughlin1

Microsoft no consultório médico

Abaixo uma demostração do uso do Microsoft Surface com o Microsoft Amalga em uma situação real de uma consulta médica. Fico cada vez mais perplexo com as mudanças que estão por vir no mercado de saúde.

http://www.vimeo.com/4081128

O médico do futuro?

Jay Parkinson está sendo chamado de “O médico do Futuro” pela FastCompany desse mês. Ele é jovem, atende pelo Twitter, recebe via PayPal e gosta de colaborar.  O Mercado de Saúde é um dos que mais irão se transformar com o avanço da tecnologia, da medicina como tecnologia da informação e da conexão entre as pessoas. O Google sabe muito bem disso e já criou o Google Health. Aplicativos para celular focados no médico já estão começando a aparecer. Os grandes centros de ensino já criaram suas redes colaborativas. Nossa categoria Health Care, no Blog da HSM, se propõe a trazer e discutir essas inovações no setor. Abaixo, durante o Pop!Tech, o Dr. Parkinson explica sua visão do mercado e fala sobre a Myca, sua plataforma online que quer tirar as grandes seguradoras da jogada. Será?

http://www.vimeo.com/2082073

Update:

A revista The Economist está com um Special Report chamado Healthcare & Technology, abaixo o podcast do Report discutindo essas mudanças no setor.

[audio:http://downloads.economist.feedroom.com/podcast/t_assets/20090415/Healthcare_and_technology_3UAL.mp3?site=economist&cid=8a2059e9ac993b05e749291542c9e65bda3af5bf&sid=518a6665291edb445de340a107cde49adcf5bbd5&pid=55612ad29bcf5fcd61e55cb3bd2aaaeb733eccd0]

Update #2: Abaixo uma entrevista com Dr. Parkinson no seu escritório no Brooklin, NY.

http://www.vimeo.com/4225952

Cuidado para não ficar acompanhando todas as novidades da internet enquanto a pança cresce…

Neste final de semana os principais jornais deram a pesquisa sobre sedentarismo no Brasil. A situação melhorou, mas está longe do ideal, cuidado para não se enganar, por mais divertido que jogar Wii possa ser, está longe de resolver as questões de saúde e esporte, por mais demandante que as novidades tecnológicas possam ser, não resolvem problemas básicos emocionais e físicos da espécie.

Em São Paulo, 25, 6 das pessoas são sedentárias, arrisco dizer que nos altos escalões das empresas esse número tende a ser maior, por mais que tenha aumentado o número de empresas que estimulem e até financiem uma parte da prática esportiva de seus funcionários.

Sedentarismo combina muito bem com má alimentação e outros péssimos hábitos capazes de diminuir se não muitas vezes acabar com a capacidade de trabalho das pessoas, além de deixar a vida um tanto quanto mais chata. Os paulistanos estão na rabeira no quesito da inclusão da atividade física nas horas de lazer, apenas 12,1% o fazem.

Saia já da frente desse teclado e vá dar uma suada…

Epocrates: Mobile App para Médicos

O Epocrates RX é um aplicativo para celular usado por 1 em cada 4 médicos americanos. Com ele instalado, o médico pode: consultar rapidamente e entender melhor sobre algum medicamento, saber sobre interações, identificar pílulas e calcular a dosagem correta. Não é à toa que o médico particular do Steve Jobs pediu para o aplicativo ser um dos primeiros a ser desenvolvido no iPhone. Abaixo uma conversa com um dos fundadores da empresa.

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Clique em more para ver o demo do aplicativo

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PatientsLikeMe.com

Fico animado quando vejo uma inovação que lida com os grandes problemas da sociedade. O PatientsLikeMe é uma rede social para pacientes de doenças capazes de mudar a vida (life-changing diseases). Mais do que ser uma grupo de apoio, a comunidade conta com médicos e instituições de saúde e trabalha em conjunto para agregar informação capaz de ajudar nos tratamentos de diversas doenças. Através das análises dos dados na rede, a comunidade desvenda novos tratamentos, analisa interações entre medicamentos e trabalha junto com a indústria de saúde para avançar a medicina. Abaixo um vídeo da empresa explicando um pouco como funciona. Por enquanto só nos Estados Unidos.

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Inovações de Ruptura para a Saúde

Em seu novo livro, “The Innovator`s Prescription: A Disruptive Solution for Health Care” o professor de Harvard Clayton Christensen coloca seus pensamentos sobre como o Mercado de Saúde deve operar. No livro ele tenta responder a pergunta: Como inovar para reduzir custos e melhorar a qualidade e acessibilidade do cuidado com a saúde? Christensen estará no evento II Health Care Summit que acontece durante a ExpoManagement 2008, falando para líderes do setor de saúde brasileiro.

Ingressos para o II HSM Health Care Summit

Após o sucesso do HSM Health Care Summit 2007 com Michael Porter – Repensando a Gestão da Saúde - que contou com a participação de mais de 3.000 líderes da indústria da saúde, a HSM realizará durante a ExpoManagement 2008, a segunda edição deste evento, que contará com a presença de Clayton Christensen, Professor da Harvard Business School, considerado a maior autoridade mundial em Inovação de Ruptura e o Dr. Alexandre Kalache, considerado uma das maiores autoridades mundiais na Ciência do Envelhecimento e seu impacto na sociedade.

O evento é gratuito e acontecerá no dia 10 de Novembro das 19h45 às 22h no auditório principal da Expomanagement. Quem quiser participar, ainda existem alguns ingressos sobrando. Vale lembrar que este evento é focado no mercado de saúde. Para cadastrar-se clique aqui.

“Michael Porter, o alucinado”

A frase do título ficou famosa após uma introdução do palestrante na Expomanagement 2007 por Edson Bueno, dono e fundador da Amil. Concordo plenamente. Somente um alucinado perderia tempo escrevendo livros de mais de 600 páginas explicando como solucionar o sistema de saúde no mundo, imagine tentar ensinar médicos como tratar seus pacientes. Em “Redefinindo o Sistema de Saúde“, Porter vai a fundo e coloca os fatos que comprovam que competição no mercado de saúde atual não está alinhada ao valor gerado ao paciente. Ou melhor ainda, que competição deve ser avaliada de acordo com os resultados de saúde para cada real gasto. Nos Estados Unidos, o gasto anual nas despesas com saúde chega a US$ 1.9 trilhão. Dinheiro mal gasto, segundo o especialista.

Para entender melhor essa discussão, aqui você encontra uma conversa entre Porter, Ronald Williams (CEO da Aetna), John Iglehart (Editor da Health Affairs), entre outros.

Dia mundial do coração

Hoje se celebra o dia mundial da conscientização sobre a importância com cuidados da saúde do coração. Mas o que significa cuidar da saúde do coração?

Esta pergunta, respondida por um cardiologista provavelmente teria como foco cuidar da alimentação, fazer algum tipo de esporte com regularidade, reduzir o estresse, evitar bebidas alcoólicas e fazer exames médicos periódicos. Se respondida por um psicólogo, provavelmente adicionaria que você deve se preocupar em cultivar sua mente sadia.

Na pratica, para mim, significa uma única coisa que engloba tudo que se lê acima: gostar de você mesmo. Gostar de você, significa manter o seu corpo e mente sadios e com isso ganhar longevidade de forma integral, ou seja, viver mais e com qualidade, porque de nada adianta viver mais tempo mas sofrendo com doenças que não te permitam desfrutar da vida.

Atualmente os efeitos mais negativos que cultivamos tem a ver com a maneira como cuidamos de nossa cabeça e que refletem nas demais coisas que fazem parte de nossas vidas. Portanto, alem de cuidar dos aspectos físicos e estéticos, não se pode descuidar de cultivar a mente sana.

Um dos maiores pesadelos vividos por significativa porção da população mais velha do mundo é o Alzheimer. Mas o que leva a desenvolver esta terrível enfermidade? Alem do implacável aspecto hereditário, a sociedade moderna tem levado o homem a reduzir dramaticamente o uso de seu cérebro e com isso desenvolver doenças como esta. Desta forma, um dos grandes desafios do homem moderno é manter a sua mente ativa e sana, mas especialmente focada naquilo que traz prazer e plena realização como ser humano.

Viver as pequenas coisas, desfrutar momentos felizes com as pessoas importantes para você, em especial sua família certamente te ajudarão muito. Para ser feliz há que se entregar para a vida de forma integral. Você não pode mudar o mundo, mas certamente pode mudar de vida, portanto se não esta bom, se questione o que está te fazendo falta. Identifique e mude, isto é tão somente uma questão de atitude.

A vida é o que temos de mais sagrado e belo, não é justo deixar de desfrutar, saborear os momentos vividos, amar e ser amado, mas para isso você precisa estar bem física e emocionalmente. Portanto, cuidar de sua saúde é fator imperativo para viver com qualidade. Se você realmente se gosta, encontrará maneiras para acalmar seu coração e sua mente e ganhar maior equilíbrio e consequentemente qualidade de vida.

Precificando o que não tem preço

Sempre defendo um processo de precificação baseado em valor percebido pelo cliente (Value Based Pricing), mas colocar um valor na saúde ou na vida de uma pessoa está entre as tarefas mais intangíveis com que já me deparei.
É preciso considerar aspectos éticos, subjetivos, religiosos e legais, além do tradicional econômico.

Não conheço fórmula que possa fazer isso com um mínimo de confiabilidade ou consenso. Em pesquisas realizadas no exterior, já foi provado que, em geral, os mais ricos valorizam mais a vida, ou melhor, associam um valor monetário maior à vida do que os mais pobres.

Então, devemos assumir o valor definido pelos ricos ou o valor estipulado pelos mais pobres? Seria justo existirem valores diferentes para uma vida? A vida ou a saúde de um idoso é a mesma, do ponto de vista econômico, a de uma criança? O fato é que ninguém pode prever o quanto vai precisar de cuidados médicos ao longo da vida.  Só podemos antecipar que um dia alguns de nós irão passar por algum tipo de tratamento.

Leia, na íntegra, este artigo publicado no portal HSM On-line.

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Sempre defendo um processo de precificação baseado em valor percebido pelo cliente (Value Based Pricing), mas colocar um valor na saúde ou na vida de uma pessoa está entre as tarefas mais intangíveis com que já me deparei.
É preciso considerar aspectos éticos, subjetivos, religiosos e legais, além do tradicional econômico.

Não conheço fórmula que possa fazer isso com um mínimo de confiabilidade ou consenso. Em pesquisas realizadas no exterior, já foi provado que, em geral, os mais ricos valorizam mais a vida, ou melhor, associam um valor monetário maior à vida do que os mais pobres.

Então, devemos assumir o valor definido pelos ricos ou o valor estipulado pelos mais pobres? Seria justo existirem valores diferentes para uma vida? A vida ou a saúde de um idoso é a mesma, do ponto de vista econômico, a de uma criança? O fato é que ninguém pode prever o quanto vai precisar de cuidados médicos ao longo da vida.  Só podemos antecipar que um dia alguns de nós irão passar por algum tipo de tratamento.

Leia, na íntegra, este artigo publicado no portal HSM On-line.

Medpedia, o Wikipedia da medicina

Um grupo de escolas americanas estão trabalhando no Medpedia, projeto com o objetivo de coletar e organizar todo o conhecimento médico numa plataforma colaborativa Wiki. Harvard, Standord, Univ. of Michigan e Berkeley irão iniciar o conteúdo do projeto e trabalharão com a comunidade médica para aprofundar as informações. Todos terão acesso mas as edições só poderão ser feitas por M.D.´s e Ph.D´s nas suas áreas de expertise.

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