Arquivo para updates sobre 'health care'

Medpedia, o Wikipedia da medicina

Um grupo de escolas americanas estão trabalhando no Medpedia, projeto com o objetivo de coletar e organizar todo o conhecimento médico numa plataforma colaborativa Wiki. Harvard, Standord, Univ. of Michigan e Berkeley irão iniciar o conteúdo do projeto e trabalharão com a comunidade médica para aprofundar as informações. Todos terão acesso mas as edições só poderão ser feitas por M.D.´s e Ph.D´s nas suas áreas de expertise.

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Uma viagem por dentro do corpo humano

A Hybrid é uma empresa especializada em animações médicas. A paixão deles é juntar trabalhos artísticos originais com a biologia e a ciência. No vídeo abaixo alguns dos últimos trabalhos da empresa.

O coração transparente também é fantástico!

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O futuro do Health Care na visão da Microsoft

Saiba mais aqui.

Google Health

 (Por Wagner Brenner via UoD)

O Google lançou ontem mais um serviço: o Google Health. A nova ferramenta permite que o usuário crie um perfil protegido por senha e disponibiliza informações claras e precisas sobre diversas doenças e tudo o que pode ter associação com elas, como medicamentos, especialistas, notícias, endereços de farmácias, grupos, etc. O serviço também oferece ferramentas como a “caixa de remédios virtual” avisa os pacientes quando eles precisam tomar remédios e a possibilidade de importar registros médicos se estes estiverem disponíveis em formato digital. Iniciativa ainda em Beta mas que deve crescer rapidamente, sem falar em possíveis “mashups clínicos” com empresas já ligadas ao Google como a 23 and me, de mapeamento genético.

12 conselhos para ter um infarto feliz (e um 13º)

infarto_arte2.jpgRecebi hoje da Valéria Vironda (RH da Abril) um e-mail viral com o texto abaixo. É assinado por Ernesto Artur. Fui pesquisar e se trata do consultor de empresas Ernesto Berg. Seu site colocou na rede o texto em março de 2006 e ele continua circulando. Ou é um marketing viral bem eficiente ou o assunto continua firme na agenda brasileira. Eis os 12 conselhos (espero de coração que os leitores não se identifiquem com eles):

  1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.
  2. Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder, também aos domingos.
  3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.
  4. Em vez de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.
  5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.
  6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila, pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.
  7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.
  8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se de que você é de ferro.
  9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado. Delegar é pura bobagem. É tudo com você mesmo.
  10. Se sentir que está perdendo o ritmo e o fôlego, parta para os estimulantes e energéticos. Fume um cigarrinho, isso vai te deixar tinindo.
  11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo, tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.
  12. E por último : não se permita ter momentos de oração e meditação diante de Deus. Isto é para crédulos e tolos. Repita para si mesmo: eu sou a minha própria religião.

Ah, eu acrescentaria um 13º ponto: Estresse com tudo, o tempo todo, com alguém que falou num tom meio torto, com o motoboy que atrasou uma entrega, com o café frio, com o fato de não ter sido copiado num e-mail importante. Tiro e queda. (Tks, Valéria!)

Digitalizando a Vida

Durante a Web 2.0 Summit 2007, aconteceu uma conversa muito interessante entre Craig Venter e Tim O´Reilly sobre o mapeamento do genoma humano e como isso irá mudar o papel da medicina nas nossas vidas (Para acessar a entrevista clique aqui).

Tenho acompanhado alguns pesquisadores nesse assunto e parece bastante claro para todos que a medicina será cada vez mais customizada para as características de cada pessoa. Saberemos exatamente os riscos de cada doença e o que prestar atenção ao longo de nossas vidas. A muitos anos ouvimos que a prevenção é o melhor remédio, através do mapeamento do genoma, esse conceito será levado a um outro patamar.

Muitas questões éticas, sociais e políticas terão que ser resolvidas para que esses avanços se concretizem. Esse é um assunto fascinante que pouca gente presta atenção mas que certamente aferará a todos nós.

Sentindo-se com fadiga? Exercite-se um pouco.

foto_exercises-130.jpgExercícios físicos regulares e de baixa intensidade, como por exemplo um passeio sem pressa, podem aumentar os níveis de energia de um indivíduo em torno 20% e diminuir a fadiga em torno de 65%, descobriu uma equipe da Universidade da Geórgia.

Saiba mais

Limite - 6 (último capítulo)

briga.jpgLembrando, pesquisa Gallup nos EUA deu que 77% das pessoas odeiam seu trabalho; pesquisa da Betania Tanure, Antonio Carvalho Neto e Juliana Oliveira Braga no Brasil mostrou que 84% dos gestores se sentem infelizes em suas empresas. Por isso, fizemos uma novela de posts com seis soluções para cada um virar seu jogo. E, tchan, tchan, tchan, tchan, chegamos ao último capítulo: é preciso estabelecer limites para que os outros não invadam sua praia. Óbvio, mas ninguém faz, só se engole sapo. Também fácil de falar, mas difícil de fazer. Na escola do meu filho, a Te Arte, aqui em São Paulo, a inovadora pedagoga Tereza Pagani faz com que crianças dos 2 aos 6 anos convivam, em vez de serem separadas em turmas, reproduzindo as famílias grandes de antigamente, que tinham crianças de todas as idades. O princípio é que aprendam a conviver socialmente e –importante– a se impor umas às outras. Brigas são freqüentes, como vocês podem imaginar. Então, as crianças têm de fazer o exercício do limite. Se alguém bate no meu filho, ele tem de dar um limite para o agressor, gritando “Limite!” e segurando o braço do outro. Se ele bate, ele recebe o limite (e precisa levar isso numa boa, pois é da vida –resiliência). É claro que não dá para fazer o mesmo nas empresas, com chefes, colegas, subordinados, clientes, fornecedores. Mas cada um pode inventar um jeito próprio de dar limite, com humor (dizendo “Segura a onda, Epaminondas!”), por escrito, sei lá. O que não dá é para se sentir desrespeitado continuamente –isso acaba com qualquer um. Mas é necessario autoconhecimento (ver post Limite - 5), para saber o que realmente incomoda e exige a prática de dar limite e o que é melhor simplesmente deixar p’ra lá.

Limite - 5 (tirar a máscara)

mascara1.jpgÉ preciso investir no autoconhecimento – o quinto post da nossa novela. Mariá Giuliese, da Lens & Minarelli e da Fundação Dom Cabral, define isso bem ao citar a declaração de um presidente de empresa que ela entrevistou para uma pesquisa sobre o sofrimento dos CEOs: “Presidente tem a morte anunciada. Sabe que vai morrer, que o preço é alto e a pressão, intensa. Em alguns casos, mesmo antes de começar, já sabe quando e como morrerá, resta só definir quanto receberá por isso”. Para ela, o que está por trás do fenômeno não é apenas excesso de trabalho e de estresse.  ”A ênfase e os ideais do mundo corporativo levam o profissional a se distanciar de si mesmo, a postergar a concretização de seus projetos, a vivenciar a frustração e o sentimento de não ser suficientemente bom, a se defender privilegiando os desejos do outro e delegando ao outro a gestão de seu pensar. Assim, ele passa a usar uma máscara”, escreve Mariá. Ou seja, enquanto não tirarem a máscara, nada feito.

Limite - 3 (chega de acampar)

fib05_camping_francoisollivier_12.jpg Terceiro capítulo: é preciso criar vínculo com os lugares onde se vive e se trabalha. O tipo de relacionamento que temos hoje é padrão de camping, diz Jean Bartóli, do Ibmec São Paulo. Vamos para um camping buscando segurança e infra-estrutura, não é? Mas ninguém quer encontrar o gerente, propor modificações –só interessa usar e ir embora. Quando a infra-estrutura de um camping se torna insuficiente, mudamos para outro, não criamos laços. É o que está acontecendo com muitas pessoas nas empresas e na vida. É urgente limitar isso.

Tratamento médico através do Google

Por ter trabalhado em uma empresa inserida no setor da Saúde, tenho uma boa idéia das enormes dificuldades encontradas em fazer a conta como um todo fechar e na questão: o que é valor para o cliente/paciente? Michael Porter em seu último livro “Redefinindo o Mercado de Saúde” mostra um plano de ação para transformar a competição atual soma-zero em competição baseada no valor gerado para o paciente (melhorar os resultados de saúde por real investido).
Um ponto bastante polêmico e importante é a capacidade de termos o prontuário eletrônico e avaliarmos toda a cadeia de valor com o objetivo de tratar cada caso médico de forma holistica e a um custo benefício adequado.

O Google acaba de entrar neste mercado com o Google Health focando em organizar informações dos paciente e torná-las disponíveis. As grande questões nesta iniciativa são ética, privacidade de informações e como estas informações serão usadas. Será que este é um dos movimentos positivos para solucionar este problema crônico no mundo?





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