A gente vai publicar na edição novembro-dezembro de HSM Management uma entrevista com Brad Bird, o homem por trás do Sr. Incrível e do Remy “Ratatouille”, ou seja, o diretor de cinema da Pixar que ganhou o Oscar com os dois superfilmes “estrelados” por esses personagens. Bird nos fala de inovação, como não podia deixar de ser, e traz grandes lições. Queria adiantar uma, como teaser. Ele diz que o moral da equipe é o que mais tem impacto no orçamento de um projeto. E ele faz a mensuração disso:
“Na minha experiência, a coisa que tem o impacto mais significativo no orçamento de um filme –mas que nunca aparece num orçamento– é o moral. Se você tiver um moral baixo, para cada US$ 1 que gastar, receberá mais ou menos US$ 0,25 de valor. Se tiver um moral alto, para cada US$ 1 que gastar, receberá em torno de US$ 3 de valor. As empresas deveriam prestar muito mais atenção ao moral da equipe.”

Não sei se os leitores estão, como eu, possessos com a confusão na venda de ingressos pro show da Madonna aqui no Brasil. Eu, por exemplo, já desisti de ir, e olhem que fico ao lado do estádio. Mas todo esse auê não deixa de ser mais uma prova da maestria de marketing dessa cantora pop. Até em cima dos 50 anos de idade ela faturou. Claro, já se falou muito da capacidade de marketing dela, mas se fala pouco do seu empreendedorismo e do seu talento de gestão. Essa mulher fundou e gerencia as seguintes empresas: Boy Toy (editora), Siren Films (produtora de cinema), Slutco (produtora de vídeos) e Maverick (gravadora). Nós publicamos na HSM Management nº 64 um interessante artigo sobre o diferenciado estilo empreendedor da Madonna, de dois especialistas da alemã European School of Management and Technology, Jamie Anderson e Martin Kupp. Eles enxergaram cinco dimensões no empreendedorismo dela: 1) visão, 2) conhecer os clientes e o mercado, 3) alavancar competências e atacar os pontos fracos, 4) implementação coerente e 5) renovação contínua. Cliquem
Vocês conseguem imaginar como seria o Brasil hoje se a corte de D. João VI não tivesse se transferido para cá e se Portugal caísse em mãos francesas? E o mundo dos negócios, como seria, se a Xerox tivesse comercializado com sucesso o mouse e a interface gráfica para o usuário e se a Apple abrisse seu sistema operacional para todos? E como seria São Paulo se tivesse aceitado a oferta da Light para construir metrô na década de 1930? Se vocês são daqueles que dizem “não adianta chorar sobre o leite derramado”, agora saibam que esse ditado perdeu parte de sua validade (assim como a gente não pode falar mais que uma discussão inútil é sobre quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha, porque a ciência já determinou que foi o ovo).
Dez entre dez gestores acham que o melhor processo de tomada de decisão começa com definir o problema e segue com o diagnóstico das causas, a formulação das soluções possíveis e a escolha da melhor entre elas (completada por sua respectiva implementação). Quando não decidimos assim, sentimos culpa, é ou não é? Achamos que devíamos tê-lo feito. Mas eis que alguém de peso vem nos libertar dessa culpa. É 

A honorável revista inglesa The Economist traz nesta edição semanal (que já está no
A edição julho-agosto da HSM Management (chega às bancas em meados de julho) vai trazer uma reportagem polêmica sobre o livro
No dia 4 de junho, durante o
Nesta entrevista em podcasting, reunimos no Fórum Mundial de Lucratividade, Mariá Giuliese, diretora executiva da Lens&Minarelli e Célio Luiz Valcanaia, diretor executivo da Datasul HCM, para discutirmos o dossiê “O futuro do trabalho” que apresentamos na 
