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Arquivo para updates sobre 'hsm management'

Como Brad Bird, da Pixar, contabiliza o moral

mrincredible.jpgA gente vai publicar na edição novembro-dezembro de HSM Management uma entrevista com Brad Bird, o homem por trás do Sr. Incrível e do Remy “Ratatouille”, ou seja, o diretor de cinema da Pixar que ganhou o Oscar com os dois superfilmes “estrelados” por esses personagens. Bird nos fala de inovação, como não podia deixar de ser, e traz grandes lições. Queria adiantar uma, como teaser. Ele diz que o moral da equipe é o que mais tem impacto no orçamento de um projeto. E ele faz a mensuração disso: 

“Na minha experiência, a coisa que tem o impacto mais significativo no orçamento de um filme –mas que nunca aparece num orçamento– é o moral. Se você tiver um moral baixo, para cada US$ 1 que gastar, receberá mais ou menos US$ 0,25 de valor. Se tiver um moral alto, para cada US$ 1 que gastar, receberá em torno de US$ 3 de valor. As empresas deveriam prestar muito mais atenção ao moral da equipe.” 

Wario Land no YouTube e os formatos para internet

Este post de autoria do Neto, via UoD, é super útil para traduzir o que o Walter Longo disse na entrevista que deu à HSM Management, na edição setembro-outubro, sobre a publicidade/o marketing encontrar os formatos adequados para a internet. Profissionais de marketing e executivos seniores: não deixem de conferir (vocês têm de esperar um pouco, não podem sair logo da página, ok?).

mariowii.pngConfira aqui a ação do jogo Wario Land Shake it para Wii no YouTube. Não digo mais nada para não estragar a surpresa.

 

via @fseixas

Madonna: empresária e gestora

madonna-photo-madonna-6234317.jpgNão sei se os leitores estão, como eu, possessos com a confusão na venda de ingressos pro show da Madonna aqui no Brasil. Eu, por exemplo, já desisti de ir, e olhem que fico ao lado do estádio. Mas todo esse auê não deixa de ser mais uma prova da maestria de marketing dessa cantora pop. Até em cima dos 50 anos de idade ela faturou. Claro, já se falou muito da capacidade de marketing dela, mas se fala pouco do seu empreendedorismo e do seu talento de gestão. Essa mulher fundou e gerencia as seguintes empresas: Boy Toy (editora), Siren Films (produtora de cinema), Slutco (produtora de vídeos) e Maverick (gravadora). Nós publicamos na HSM Management nº 64 um interessante artigo sobre o diferenciado estilo empreendedor da Madonna, de dois especialistas da alemã European School of Management and Technology, Jamie Anderson e Martin Kupp. Eles enxergaram cinco dimensões no empreendedorismo dela: 1) visão, 2) conhecer os clientes e o mercado, 3) alavancar competências e atacar os pontos fracos, 4) implementação coerente e 5) renovação contínua. Cliquem aqui para ler o artigo; rende insights para todos nós.

E como não podia deixar de ser, este post tem trilha sonora:  

Os conselhos que os empresários não esquecem

Se conselho fosse bom, não se dava, se vendia. Esse é um dito popular muito antigo no Brasil e geralmente bastante utilizado por quem não gosta de ouvir conselhos. Mas para nossa sorte há, sim, pessoas generosas que dão conselhos preciosos (e eficazes, se forem mesmo implementados). Em sua edição nº 52, HSM Management ouviu 25 empresários e executivos em posição de comando sobre o conselho mais valioso que receberam na vida e que gostariam de passar adiante. Vejam alguns aqui, resumidos:

  •  JAYME BRASIL GARFINKEL, presidente da Porto Seguro Seguros: “Quando finalmente decidi ingressar na Porto Seguro, empresa dirigida por meu pai, Abrahão Garfinkel, eu tinha apenas 27 anos de idade e muitas ambições individualistas, típicas de qualquer jovem executivo. Eu havia trabalhado em outras empresas e queria consolidar carreira na Porto. Ao compartilhar isso com meu pai, recebi um conselho fantástico: ‘Você só será grande se a empresa for grande também’. De maneira simples e direta, o conselho me fez compreender que, ao contrário da minha tendência naquele momento, o importante era pensar no coletivo e não somente em meus interesses individuais dentro da corporação”.
  • AMAURY OLSEN, presidente da Tigre S.A.: “Em 1989, fui convidado pelo presidente, fundador e principal acionista da Tigre, João Hansen Junior, para assumir a diretoria industrial. Respondi que não era engenheiro, minha formação principal é em administração de empresas. Mas o sr. João, com sua sabedoria, argumentou que tudo que eu precisava para assumir essa diretoria era de bom senso. Naquela época eu estava em função de staff na companhia e a Tigre não vivia um bom momento, com fábricas obsoletas, gestão inadequada de pessoas, níveis hierárquicos em demasia, banheiros deteriorados, restaurantes com comida ruim e, consequentemente, baixa produtividade. Munido de bom senso, fiz, com minha equipe, as modernas e produtivas fábricas da Tigre, que hoje são benchmarks.”

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Passado didático, estratégia de dupla aposta

Vocês conseguem imaginar como seria o Brasil hoje se a corte de D. João VI não tivesse se transferido para cá e se Portugal caísse em mãos francesas? E o mundo dos negócios, como seria, se a Xerox tivesse comercializado com sucesso o mouse e a interface gráfica para o usuário e se a Apple abrisse seu sistema operacional para todos? E como seria São Paulo se tivesse aceitado a oferta da Light para construir metrô na década de 1930? Se vocês são daqueles que dizem “não adianta chorar sobre o leite derramado”, agora saibam que esse ditado perdeu parte de sua validade (assim como a gente não pode falar mais que uma discussão inútil é sobre quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha, porque a ciência já determinou que foi o ovo).
Adrian Slywotzky, expert em estratégia, diz que usar uma história artificial para montar passados alternativos ajuda a traçar os futuros possíveis para sua companhia e os mercados. É o que ele chama de “passado didático”. E a partir daí investe-se numa estratégia de dupla aposta. Mas, para isso funcionar, é preciso trabalhar pesado e responder: Quais foram as verdadeiras encruzilhadas da estrada? Quais foram as opções genuínas naquele momento? Quais seriam as respostas mais prováveis dos concorrentes? Que incertezas não resolvidas poderiam ter mudado o cenário? Que indicadores poderiam ter sido acompanhados para revelar o momentum de mudança? Slywotzky faz um alerta: essa ferramenta (aplicável até à vida pessoal aparentemente) pode ser humilhante, até mesmo dolorosa. Na HSM Management de julho-agosto, Adrian Slywotzky descreve essa estratégia, exemplificando didaticamente com a disputa Blockbuster X Netflix pelo mercado de locação de DVDs nos Estados Unidos.

Decisões gerenciais e Mintzberg

3816mintzberg.jpgDez entre dez gestores acham que o melhor processo de tomada de decisão começa com definir o problema e segue com o diagnóstico das causas, a formulação das soluções possíveis e a escolha da melhor entre elas (completada por sua respectiva implementação). Quando não decidimos assim, sentimos culpa, é ou não é? Achamos que devíamos tê-lo feito. Mas eis que alguém de peso vem nos libertar dessa culpa. É Henry Mintzberg, o professor de gestão canadense que escreveu o excelente Safári de Estratégia, mas que também chacoalha o mercado com sua ousadia e suas polêmicas, como a de que os MBAs não valem grande coisa. Na HSM Management de julho-agosto, ele diz que o processo que eu descrevi é apenas um dos três modelos de tomada de decisão, o modelo lógico-racional, que ele chama de “Primeiro pense”. E ele sugere outros dois: “Primeiro veja” e o “Primeiro faça”. Mintzberg escreve: “Organizações saudáveis, assim como as pessoas saudáveis, são capazes de adotar os três modelos e, quando passam a usá-los,os executivos conseguem melhorar a qualidade de suas decisões”.

As empresas já têm instrumentos para inovar

7a1.jpgDa matéria da Folha de S. Paulo com o presidente da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), Marco Antonio Raupp, no último sábado (19/7), por ocasião da 60ª reunião da SBPC: “Para o matemático Marco Antonio Raupp, o atraso do Brasil em inovação tecnológica é legado da cultura empresarial brasileira que mostra aversão a investimentos de retorno a longo prazo e dialoga mal com a academia. Ele não isenta as universidades de culpa, mas diz que quem tem de agir agora são as empresas” (leia a entrevista na íntegra clicando aqui). Isso está em perfeita sintonia com a ótima entrevista que damos na HSM Management julho-agosto com o físico Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da Fapesp, responsável pela criação da Inova, a agência de inovação que é líder de patentes no Brasil. Mas a entrevista do Brito Cruz foi além, descrevendo todos os instrumentos que os empresários agora têm a sua disposição para inovar (isso tudo é super recente) e explicando que só tendo pesquisadores internamente (e não apenas com parcerias com universidades ou atuação em parques tecnológicos) é que as empresas vão realmente conseguir inovar. Enfim, acho imperdível para todo mundo que pensa em inovação hoje. E como não pensar em inovação hoje é impensável, a entrevista do Brito Cruz é imperdível. Ponto. (E, no tsunami mundial de inovações, outra expressão muito feliz do Vicente Falconi, ou as empresas brasileiras começam a inovar pra valer, ou, pela análise geral, o Brasil vai dançar…)PS: Vale dar uma olhada no site oficial da 60ª reunião da SBPC. Empresários, gestores & cia., está mais que na hora de acompanharmos essas coisas e convivermos com matemáticos, físicos e outros cientistas.

Ser impiedoso, uma lição de Vicente Falconi

falconi.jpgHá umas expressões absolutamente geniais. Uma delas, para mim, é “cair a ficha”. Você tem lá aqueles problemas, sabe de velho quais são suas raízes, é capaz de recitá-las de trás para frente para o terapeuta, mas, mudar que é bom, neca. Aí, um belo dia, a ficha cai. No orelhão, a moeda entra no compartimento certo. Em nós, a questão sai da cabeça e vai para o corpo –ou vai do ego para o self, sei lá. (Nas empresas, integra a cultura?) E você muda.Outra expressão assim, na minha opinião, está na entrevista do Vicente Falconi na HSM Management de julho-agosto. Para começar, esse homem é impressionante: está por trás de quase todas as grandes revoluções de gestão do Brasil, no setor privado e público, e quase ninguém o conhece, discretíssimo. Bom, ele diz que os gestores têm de ser “impiedosos” e foi essa a expressão que me pegou. E que não sermos assim no Brasil é uma grande desvantagem competitiva. Reproduzo um trecho da entrevista:”As pessoas se esquecem de que uma empresa é um bem de um país –não interessa se o dono é estrangeiro ou nativo–, porque, ao pagar impostos, salários e benefícios, gera riqueza para esse país. Então, ela não pode ter condescendência [com funcionários de fraco desempenho] porque tem obrigação de construir algo de bom para o país. O funcionário não desempenhou uma vez, tem de ter uma nova oportunidade, geralmente dois anos. Se for necessário, dá-se treinamento. Mas, se a pessoa mostra não ter talento mesmo para aquela posição, deve ser afastada e, para o seu lugar, tem de ser promovida uma pessoa talentosa.” Caiu a ficha? Continue reading ‘Ser impiedoso, uma lição de Vicente Falconi’

Tudo sobre Yves Behar

Na edição 69 da revista HSM Management, teremos uma matéria com o designer Yves Behar falando da importância do design na experiência do usuário e na sustentabilidade. Abaixo o vídeo da apresentação que Behar fez para o TED, mostrando algumas das suas criações. O vídeo serve como um ótimo complemento para a matéria. É um pouco longo, mas vale cada minuto.

Mais um aliado para o etanol

feb07_ethanol-s.jpgA honorável revista inglesa The Economist traz nesta edição semanal (que já está no site e chegará às bancas hoje também)  um artigo em que advoga o fim da tarifa protecionista “hipócrita” imposta pelos EUA à importação do etanol brasileiro feito de cana-de-açúcar (para uso como combustível). Ao afirmar que as críticas ao etanol são injustas, ela ressalta para quem desconhece geografia que as plantações de cana ficam bem longe da Amazônia. Seríissima, a Economist é uma aliada e tanto nessa batalha brasileira pelo etanol no front internacional. E caso alguém ainda não tenha percebido, o etanol é um forte aliado da marca Brasil no front internacional, com potencial de impulsionar a internacionalização de muitos negócios brasileiros. Embora sejam longas, vale reproduzir aqui algumas das observações - acachapantes – do Roberto Rodrigues (ex-ministro de Agricultura do governo Lula, especialista de agronegócio da FGV) feitas à jornalista Lizandra Magon de Almeida, colaboradora de HSM Management, até porque “spreading the word” é fundamental nesse caso:

  • O potencial do Brasil nessa área é enorme: já usamos 44% de combustíveis renováveis, enquanto o mundo usa só 14%, segundo Rodrigues. “O Brasil poderia produzir 15% do combustível consumido no mundo em 15 anos, usando a terra e a tecnologia atual.” Ou seja, sem contar a tecnologia que está por vir pode até fazer dobrar esse índice. E sem contar que podemos nos dar ao luxo de aumentar em 7,5% a área plantada de cana no Brasil sem impactos ambientais.
  • Os mercados para o etanol precisam ser ativamente construídos, o que depende de leis. No Brasil, o Pró-Álcool só foi para frente quando se tornou obrigatória a mistura de 20% de álcool na gasolina. Os outros países vão ter de fazer leis similares.

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Novo luxo, design e os fatos da vida

A edição julho-agosto da HSM Management (chega às bancas em meados de julho) vai trazer uma reportagem polêmica sobre o livro “Deluxe: Como o Luxo Perdeu o Brilho”, da Dana Thomas. O livro diz basicamente que, ao se massificar, o luxo deixou de ser luxo, embora continue cobrando preço de luxo; teria virado “apenas” design. O Contardo Calligaris comentou esse livro na Folha faz pouco tempo, citando, entre outras coisas, o Gillo Dorfles, professor de estética, que explica que o design é uma das bases de nossa vida relacional e que o cuidado com a dimensão estética do mundo melhora nossa relação com as coisas, com os outros e com nós mesmos. Dorfles reconhece faz tempo como fato irreversível o declínio da produção artesanal e sua substituição pela fabricação em série, que é o que “pega” para a Dana Thomas. Assim, o novo luxo de fábrica eliminou o caráter exclusivo e excludente do velho luxo artesanal, democratizou-se. Os preços caíram relativamente, por conta disso. Claro que a Dana Thomas está certa em denunciar se há preços abusivos ou se os caras exploram a mão-de-obra indonésia para fazer um objeto de (novo) luxo, mas reclamar da falta de exclusividade me parece ser querer parar o tempo, a evolução da sociedade, os fatos da vida. O novo luxo chegou até à hotelaria, como mostra um post de hoje do Marcos Teixeira no Trippin’ –inclusive hotéis de Sampa, como o Normandie, são prova disso. Na revista, damos o outro lado, na análise do consultor Carlos Ferreirinha sobre o assunto. E, para provar a importância do design, também damos um artigo ótimo sobre o Yves Bèhar, o designer da hora, do “One Laptop Per Child”. (foto).

Façam suas perguntas ao Chris Anderson!

No dia 4 de junho, durante o Fórum Mundial de Marketing e Vendas, terei a oportunidade de fazer um podcast com Chris Anderson, autor de “A Cauda Longa”. Como sei que muitas pessoas que acessam nosso blog já leram esse livro e o artigo Free, que originalmente saiu na Wired e está na nova edição da HSM Management, gostaria de pedir uma ajuda: que vocês enviassem algumas perguntas para eu incluir na entrevista.

Enviem suas perguntas pelo comente ao lado!!!

O futuro do trabalho

Nesta entrevista em podcasting, reunimos no Fórum Mundial de Lucratividade, Mariá Giuliese, diretora executiva da Lens&Minarelli e Célio Luiz Valcanaia, diretor executivo da Datasul HCM, para discutirmos o dossiê “O futuro do trabalho” que apresentamos na edição de março-abril da revista HSM Management. Mediado por Carlos Alberto Júlio, membro do Advisory Board da HSM, a discussão trata do tema falta de conhecimento pessoal dos executivos, o futuro do trabalho e soluções para gestão de pessoas.

Embraer por dentro

Ontem eu tive a oportunidade de conhecer a Embraer por conta de um programa que estamos preparando para a ManagemenTV. Bem, só de entender como se fabrica um avião, a experiência se torna única. Mas mais do que essa curiosidade natural, ver a transformação de uma estatal, quase falida em um das três maiores exportadoras do Brasil é uma aula e tanto! Para ilustrar o que é começar do zero, a Embraer fica na Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2170, em São José do Campos. Na época da sua fundação, o lugar era tão ermo que o número da sede é a data de inauguração da empresa, pois não havia nada por lá. Acho que nem Santos Dumont imaginava que um dia teríamos uma indústria de aviação que entregou 170 aeronaves em 2007, tem um carteira de pedido de mais de 20 bilhões e conta com 23.878 funcionários. No ano da privatização, a situação era tão precária que eles tinham fabricados 4 aviões e todas as fichas estavam colocadas em um só modelo: o ERJ 145. Os projetos eram feitos em pranchetas, desenhados a mão. Atualmente, há um Centro de Realidade Virtual - CRV - que dá a visão completa de um novo avião, todos os seus componentes, faz simulações e é um show para encantar qualquer comprador. Na história da companhia, há nomes importantíssimos como Ozires Silva que presidiu a empresa estatal e Maurício Botelho, na qual durante 12 anos de gestão, fez o turnaround da companhia. Ele vai contar essa trajetória na ExpoManagement em novembro. Se você está curioso, leia a entrevista dele na HSM Management (só para assinantes) e veja o que se pode fazer com planejamento, inovação e acima de tudo sonho. Se tiver 3 milhões na carteira, entre na fila do mais novo projeto da empresa:o Phenom 100. Um modelo de 6 lugares voltado para aviação executiva cuja entrega inicial está marcada para 2012. Quem tem muuuuita bala no cartucho, pode tentar furar a fila!

Entrevista com Jorge Paulo Lemann na íntegra

Confira na íntegra a entrevista com o tenista, empresário e mestre do mundo dos negócios: Jorge Paulo Lemann. Nessa entrevista exclusiva feita por José Salibi Neto (Chief Knowledge Officer do Grupo HSM) ele explica os 18 princípios de sua vitoriosa cultura de gestão.  Aqui



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