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World Business Forum no Big Think

Durante o WBF 2008, foram realizadas uma série de entrevistas com os palestrantes. Em uma parceria com a Big Think, você pode assistir algumas delas: aqui. Abaixo uma conversa com Enrique Azuaga, CEO Corporativo da HSM.

World Business Forum 2009

Abaixo o vídeo de apresentação do World Business Forum 2009 que será realizado novamente no Radio City Hall em NY nos dias 6 e 7 de outubro . O lineup, como sempre, está de primeira: Jack Welch, Gary Hamel, T. Boone Pickens, Jeffrey Sachs, Michael Phelps, entre outros.

Para fazer o download dos resumos das palestras do World Business Forum 2008 basta clicar aqui.

Recessão Americana?

Hoje, como não poderia ser diferente, a economia americana dominou o World Business Forum. Alguns pontos ficaram claros entre todos os speakers: a crise economica é muito grave e se o congresso americano não agir rápido para aprovar a ajuda de US$ 700 bilhões, podemos ter uma crise ainda maior afetando muitos outros países. O candidato a presidência McCain parou sua campanha e pediu para Obama fazer o mesmo, o foco segundo ele, é fazer o congresso agir.  Em uma breve participação especial, o professor de economia de Wharton Jeremy Siegel falou que gostou do plano de Paulson mas alertou para o risco de cometer o mesmo erro do Japão nos anos 80, criando estagnação econômica que persiste por muitos anos.

O fundador da Carlyle David Rubenstein, foi um pouco além e declarou recessão. Para ele, os Estados Unidos enfrentam algumas das maiores dificuldades e oportunidades de todos os tempos.  Ele elencou as dificuldades como sendo: novo presidente, recessão, falta de crédito e a economia do país deixando de ser dominante para ser importante.

Gosto do Jack Welch porque ele é direto e não mede as palavras. Ao ser entrevistado pelo editor do “The Wall Street Journal” ele disse: “Wall Street deve ser renomeada Main Street e o seu jornal renomeado The Journal” a platéia foi ao delírio! Uma coisa é certa, dá gosto de ver o patriotismo americano.

Michael Porter e suas 5 forças

Michael Porter não cansa de falar de suas 5 forças. Eu tenho que admitir, também não me canso de ouvir. Já vi ele fazer a mesma palestra umas 4 vezes mas sempre tiro alguma coisa nova e útil. Sei que o fundador e dono da Amil, Edson Bueno é fã do professor e também compartilha do meu pensamento.

Falando sobre a atual crise no mercado financeiro, Porter não hesitou: “o valor da ação não tem nada a ver com valor da empresa. Acionistas seguram suas ações na média por menos de um ano, o objetivo de toda e qualquer empresa deve ser de longo prazo. Conheço a maioria dos analistas de Wall Street, foram meus alunos e aparentemente ainda precisam aprender bastante. O foco deve ser nos fundamentos econômicos e estratégia”.

Fazendo um link com os posts anteriores: muita gente fala de “novos” modelos de negócio. Para Porter, tudo acaba voltando para a Cadeia de Valor (Value Chain), que ele define como: atividades que definem o custo e diferenciação. Sua cadeia de valor deve ser única, dificultando aos seus competidores de copiar sua empresa. Lembram-se dos encontros via Telepresença da Cisco? E dos projetos non-stop da Infosys?

Colin Powell no World Business Forum NY

Primeiro dia no World Business Forum e o momento que eu mais aguardava era o bate papo entre Colin Powell e Madeleine Albright. Talvez não existem duas pessoas que saibam mais sobre as questões internas dos Estados Unidos e sobre como liderar essa nação tão complexa, como essas duas figuras históricas. O que mais me chamou a atenção foi a clareza de pensamento sobre o mundo atual e a humildade que emanava a casa palavra. Quando a pergunta foi “o que eles gostariam de ver no próximo Presidente americano?” Powell foi enfático: “precisamos de um Presidente confiante mas que não seja cheio de verdades”.  O vovô Powell ainda falou sobre o poder transformador das novas tecnologias nas novas gerações, veja o vídeo abaixo.

Updater no World Business Forum

hsm.jpgO momento é interessante aqui em NY. As eleições estão pegando fogo com Obama pouco a frente nas pesquisas. A economia derreteu e alguns dizem que ainda não chegamos ao final da crise. Nos noticiários, é normal ver o pessoal do mercado financeiro saindo de Wall Street com caixotes nas mãos após terem perdido o emprego. Ontem, enquanto o Gilberto Gil tocava no pequeno Joe’s Pub, a cidade estava infestada de policiais por causa da presença do presidente do Iran.

Hoje teremos também a HSM com o World Business Forum sold out no legendário Radio City Music Hall. O line-up é de primeira: Colin Powell, Rudy Giuliani, Tony Blair, Jack Welch, Mohammad Yunus, entre outros. Trarei notícias em breve…

Hamlet de Wagner Moura: lição de inovação

wm.jpgFui assistir a “Hamlet” no fim de semana que passou – essa versão com o Wagner Moura dirigida pelo Aderbal Freire Filho que foi bastante incensada pela mídia de início e depois (ao menos, me pareceu), um pouco silenciada. Toda vez que vou ver Shakespeare, vou com um pouco de medo; já tive experiências extasiantes com peças dele mas algumas terríveis e incompreensíveis também. E, toda vez, saio ligeiramente triste; não sei se é porque gosto de escrever, mas fico com a sensação de que não há mais originalidade possível depois desse homem.

Bom, isso era antes. Antes de ver essa montagem do Aderbal Freire. Caros, esse Hamlet é  o que há em matéria de inovação. O personagem construído pelo Wagner Moura conseguiu não ter NADA a ver com o Hamlet do Laurence Olivier no cinema (o mais famoso), que é o indeciso-angustiado, e com as outras interpretações clássicas que, mesmo que não conheçamos, já criaram todas as expectativas em nós. Wagner-Hamlet é de um sarcasmo, um deboche, um cinismo, uma malandragem inacreditáveis.  A ousadia da interpretação (dele e dos outros atores, também excelentes) é gigantesca. A imprensa destacou os tênis e moletons século 21 dos atores, mas isso é detalhe (acho eu). A interpretação é que é do século 21, bem antes do vestuário ou do cenário. (Curioso é que esse nervosismo na interpretação tem uma meia dúzia na platéia que não entende e fica rindo, achando que é comédia; mas, na verdade, até o riso de quem não entendeu parece sob medida para mostrar o século 21, porque ilustra o texto, que fala em certo momento que os que não entendem as coisas ficam rindo).  

E por que falar do Hamlet do Wagner Moura num blog dedicado a gestão? Primeiro, é claro, para sugerir que todos vão assistir. É uma experiência e tanto. Depois, porque, como adiantei, foi a primeira vez que eu não saí de uma peça de Shakespeare triste e desmotivada com a idéia da originalidade. Claro, o bardo enxergava longe mesmo e disse muito do que havia para se dizer. Mas essa montagem mostrou que dá para inventar LOUCAMENTE mesmo sem mexer em uma vírgula sequer do que ele escreveu. Esse Hamlet é “a inovação” em si, essa coisa às vezes tão abstrata de que tanto falamos. Nesta era pós-moderna, em que começamos a aprender em saltos, mais que linearmente, “sentir” a inovação tão de perto pode ser uma das melhores maneiras de alimentá-la. Acho eu – e o resto é silêncio. (Cliquem aqui para ler alguns trechos da peça.)

HSM USA apresenta: World Business Forum 2008

Um dos eventos mais grandiosos da HSM é o World Business Forum que acontece nos dias 22 e 23 de Setembro no Radio City Music Hall em NY. O evento em 2007 ganhou o prêmio de Melhor Novo Fórum de Negócios pela Burson-Marsteller e ficou em 2º lugar na categoria Melhor Fórum Global. Este ano estarei por lá, trazendo updates e insights para quem não conseguir comparecer.  Abaixo um vídeo promocional do evento.

Leaving politics aside…Analyzing Michelle Obama´s speech

 (Por Susan Copperman via HSM USA Blog)

Leaving politics aside, Michelle Obama’s speech at the Democratic National Convention transcends politics and is one in which we, as active participants in the world of business, can find resonance.

Through her words, Michelle Obama reminds us of the concepts upon which America, and by extension our beliefs about commerce and free markets, was founded — the promises and ideals that have attracted so many from around the globe who wish to live or at least do business in and with the United States of America. Shouldn’t Michelle Obama’s ideas be timeless concepts that extend into the future? Shouldn’t they be daily precepts by which we work and live? In case you did not tune in, Michelle Obama’s vision is for the following:

* A country which encourages and makes quality education available to all
* A country in which equal opportunity exists for all
* A country which rewards and values hard work and ethical behavior
* A country which cares for its children and fulfills the obligation to prepare tomorrow’s leaders today
* A country in which people are treated fairly and humanely at work, at home and in routine comings and goings throughout the day
* A country in which stong family values, love and support, regardless of the family structure, are the norm and the expectation

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World Business Forum é considerado o melhor fórum pela Burson-Marsteller

O World Business Forum, realizado pela HSM, obteve a primeira colocação na categoria Best New Forum (Melhor Fórum Novo) e a segunda colocação como Best Global Forum (Melhor Fórum Global). O evento também faz parte da lista das dez conferências mais influentes e procuradas, na opinião de CEOs e executivos-chefes.

A pesquisa MVP2 (Most Valued Podiums Survey), realizada pela Burson-Marsteller, uma das mais renomadas empresas de pesquisa de opinião no mundo, incluiu 173 fóruns e conferências de todo o planeta.

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