22/03/2010   RSS posts: 1539comentários: 3.016 updaters: 559
Seja bem-vindo(a) ao Blog da HSM / Alameda Mamoré, 989, - 13º andar / Barueri, Alphaville SP

Archive for the 'livros' Category

Linchpin, novo livro do Seth Godin

Seth Godin acaba de lançar seu novo livro chamado Linchpin. Como estratégia de lançamento, além de dar alguns formatos grátis, ele fez uma série de entrevistas com personalidades para discutir os conceitos do livro. Abaixo a entrevista de David Meerman Scott, autor de “As novas regras do marketing e RP”.

http://www.vimeo.com/8779866

Baixe o manifesto de 8 páginas: aqui

Acreditem, o melhor vem depois

 

foto-saraiva-marketing

É surpreendente como as pessoas me cercaram após palestra da ExpoManagement 09, ávidas por saber como se preparar para o pós-carreira. Acho que a ficha está caindo, principalmente entre os que estão na faixa dos 40. Talvez porque a realidade seja dura para aqueles que chegaram no meio do caminho, quando a empregabilidade passa a ser um ponto crítico.

Fato que acontece em países mais jovens, como o nosso. Parte das empresas adota uma espécie de carimbo do tempo para quem atingiu a idade de 45 anos. Pior, começa com o seguinte discurso “pode se preparar para a aposentadoria porque você não serve mais”. Um grande equívoco em minha opinião. Desde quando ter 40 anos é ser velho?

Descartar talentos só porque alcançaram uma certa idade representa uma perda de herança, da memória e do conhecimento acumulado que pode fazer diferença para as companhias. Quanto maior for a experiência do profissional, mais valioso ele se torna. O problema é que as empresas não enxergam isso e é para essa questão que venho alertando as pessoas.

No meu livro “O Melhor Vem Depois”, escrito em coautoria com a jornalista Andrea Giardino e lançado na semana passada durante a Expo, pela editora Saraiva, tento despertar as pessoas para o aspecto de cada um se tornar o CEO da sua própria carreira. Mostro que existe vida após a vida profissional.  Mas para isso é preciso se planejar desde cedo, já no início da vida profissional.  Posso repetir? Começar a planejar no início da carreira.

Engana-se quem pensa que o momento de dar um novo rumo na carreira nunca vai chegar. É inevitável. Todos nós vamos enfrentar essa transição, mais cedo ou mais tarde. O que não podemos é deixar para nos preocupar aos 47 do segundo tempo, quando talvez não haja mais saída.

Quando me perguntam como devemos fazer, sempre explico que é preciso atentar para alguns pilares. Primeiro, formar uma boa poupança. Segundo, ter cuidados com a saúde e enfrentar o desafio da longevidade. Terceiro, cultivar o relacionamento saudável com a família. Por último, dividir as atenções entre a vida corporativa, cuidando da carreira, sempre de olho no pós-carreira.

Não esqueçam que nunca vamos nos aposentar, só quando morrermos. Porque sempre teremos o que fazer. Por isso, o nome do nosso livro “O Melhor Vem Depois”. 

Quer aproveitar a longevidade? Planeje agora e tenha um futuro de sucesso. Palavra de quem experimentou e gostou!

Verdadeiro poder e a filosofia: Falconi, Platão e Aristóteles

verdadeiro-poderVicente Falconi era a grande atração de hoje depois que Rudolph Giuliani foi embora. Além de ocupar o espaço Pensamento Nacional, iria lançar seu novo livro. Nome de autoajuda ou de livro religioso, O verdadeiro poder apresenta o que muitos líderes de grandes empresas consideram as ferramentas para uma gestão adequada. Não vi o livro, pretendo sim faze-lo, afinal, no mínimo quero descobrir o que Marcel Telles, Pedro Moreira Salles, Nizan Guanaes, Jorge Gerdau e tantos outros adoram nas teorias do Falconi.

Ele fala manso e de forma simpática, mas fiquei pensando no que o outro, que anteriormente gritou, tanto quanto ontem, o professor Clóvis de Barros Filho, disse sobre as concepções de amor e o link com os resultados. Se Barros Filho assistiu a conversa de Falconi com Carlos Julio poderá comentar que o guru brasileiro é totalmente platônico e não deixa o mínimo espaço para Aristóteles, apesar de defender em alguns momentos a importância da manutenção das coisas. Ou seja, Vicente Falconi engrossa o couro de que as metas tem que ser claras, desafiadoras e individuais, unidas ao coletivo. É daí que nasce o crescimento e o orgulho. Exatamente o que Clóvis havia apresentado como a concepção de Platão de amor. Desejamos o que não temos.

No final de sua palestra Clóvis de Barros Filho sugeriu aos líderes que sim, imponham metas, desafiem e cobrem suas equipes, mas também encontrem formas de aceitar a outra concepção de amor, a que amamos o que temos, o que está próximo. Para ele, é importante que as pessoas não fiquem desanimadas todas as segundas-feiras do ano, para apenas ter alguns momentos de prazer no churrasco de final de ano, ou então no dia de receber o contracheque com os bônus. Admito que o trabalho do Falconi é importante e poder produzir impacto nas empresas, mas eu não sei se gostaria de trabalhar nessas empresas, às vezes me parecem pouco humanas, daquelas que obrigam as pessoas a serem uma coisa no trabalho, outra na vida pessoal.

Questão de estilo? Os resultados são fundamentais nas empresas. A felicidade é fundamental nas casas. Compatíveis?

Intangíveis, o Verdadeiro Oásis de Valor das Empresas

oasis

As empresas hoje vivem no deserto da competitividade extrema, da regulamentação abusiva, dos clientes impositivos, da concorrência predatória, da imitação, da globalização. Sua melhor aposta de valor está na diferenciação relevante, aquela que faz sentido para o cliente e para o mercado. Se isso é verdade, então os ativos intangíveis são os oásis de valor para as empresas, pois apenas eles entregam a diferenciação relevante de que as companhias precisam para crescer, evoluir e se perpetuar.

A evolução nos trouxe até um ponto em que as estratégias empresariais só terão sobrevida saudável se levarem em conta o valor de elementos intangíveis como Marca, Reputação, Imagem, Cultura Corporativa,Talentos, Capital Intelectual, Patentes, Tecnologia da Informação, Relacionamento com Clientes e Consumidores, Inovação, Sustentabilidade e Governança Corporativa, dentre outros; atributos não-materiais, porém fundamentais, de toda organização que visa o lucro.

Esses ativos são os verdadeiros diferenciais competitivos que cada agente econômico deve saber fazer acúmulo, uso e transação para sobreviver e prosperar, criando desertos para seus concorrentes e construindo oásis exclusivos de valor em seus mercados.

capa_livro_intangiveisEm Outubro do ano passado, lancei, em conjunto com meu amigo Roberto Meir, o livro “Ativos Intangíveis: O Real Valor das Empresas”, pela Ed. Campus Elsevier. Estamos indo para a 4a. Edição, em 1 ano. Que baita surpresa. E eu, que achei que ia escrever um livro para os amigos…

Semana passada estive na Semana de Negócios da Ed. Campus Elsevier na Livraria Cultura, fazendo uma palestra sobre o conteúdo e principais análises e recomendações do livro. Veja o vídeo consolidado abaixo e comente sua opinião. Desde já obrigado!

YouTube Preview Image

Escrever tornou-se velho

sso é uma carta para mim. Vou dividir com você. Originalmente não era para ninguém ler. Mas uma palavra escrita, pede para ser lida.

Senti uma sensação estranha essa semana. Li o primeiro capítulo de “Memórias Póstumas de Brás Cubas” em meu kindle.

Sim. Eu comprei um. Comprei por impulso, assumo. Comprei pela novidade mais do que pela necessidade. Sou refém do que vejo. Pelo livro “A Lógica do Consumo”, de Martin Lindstorm, sou um pobre coitado. Sou vítima da neurociência. Sou vítima da velocidade.  Imito. Como quando comprei um ipod.  O seu fone branco foi o passaporte. Faço parte agora, podia afirmar.

A sensação estranha, que menciono logo no início, foi ver Machado de Assis ser reencarnado por cargas elétricas. Milhões de microcápsulas, cada uma com milésimos de milímetros, imprimiram eletronicamente o que foi escrito há tempos. Ele (Machado), não esperava isso. Nem mesmo eu. Um colapso de mundos.

Quando esses universos colidiram, eu estava ali. Segurando um gadget branco com menos de 300 gramas. Fiquei dividido. Ainda tinha alguns livros para terminar. Mas não sabia onde. Ler no kindle me tornaria moderno, barra, atualizado, barra, cool.

Não, não quero fazer uma resenha sobre o aparelho. Vou mencionar por alto que ele é 3G com ampla cobertura nacional, o que permite o acesso a lojas de livros da amazon em quase toda parte, pronto, propósito nerd cumprido. Mas “who cares”, o que diabos Machado fazia ali? E por que eu comprei o kindle mesmo?

Livros tornaram-se um velho hábito. Não atual. Distante. Como escrever. Escrevo hoje como quem reafirma, - eu ainda sei. Não escrevo para você. Escrevo para mim. Quero uma prova real. Eu ainda sou mais que 140.

Micromensagens. Passo adiante e leio. Não lembro de nenhuma. Não lembro a última coisa que twittei. Não quero que aconteça o mesmo com meus livros. Paúra, pode ser. Vou ter calma, calma para mudar.  Um publicitário calmo? Será que existe? Será que sobrevive? Sobreviverá quem tem calma para pensar?

Quem diria?, moderno é o RPM. Revoluções Por Minuto fazem mais sentido agora que nos anos 90. Paulo Ricardo, jamais pensei que te mencionaria. Mas sua banda hoje seria, RPS, Revoluções Por Segundo.

Vou deixar o meu kindle na gaveta. Vou terminar meus livros. E então mudarei. No meu ritmo. Vou respeitar meu tempo, do meu cliente, dos meus amigos, da minha namorada, barra, mulher, dos meus desejos. E por fim dos meus livros.

Lidar bem com as mudanças não significa mudar de direção a cada vento. Take care. Cuide-se. Digo isso para mim. Serve para você?

Semana de Negócios na Livraria Cultura

Começa hoje, as 19h, a Semana de Negócios na Livraria Cultura do Shopping Market Place (Av. Dr. Chucri Zaidan, 902, São Paulo). Uma série de autores brasileiros discutirão temas diversos relacionados ao mundo dos negócios.  Abaixo a programação completa.

26/10 - “Profissional do Futuro - o encontro da razão com a emoção” - Carlos Faccina, Luiz Edmundo Rosa e Luiz Carlos Cabrera

27/10 - “Ativos intangíveis e os meios de comunicação” Daniel Domeneguetti (Updater HSM) e Roberto Meir

28/10 - “A força da comunicação como elemento integrador” Normann Kestenbaum e Elcio Anibal de Lucca

29/10 - “Marketing e Vendas - táticas e estratégias para o novo consumidor” Mario Castelar e Sandro Magaldi (Updaters HSM)

30/10 - “Pessoas focadas na execução da estratégia” Emílio Herrero e David Kallás

A entrada é franca.

Os 5 estágios no declínio de empresas de sucesso

Jim Collins é um grande estudioso da gestão empresarial, consultor de grandes empresas e escritor de livros essenciais para qualquer pessoa de negócios como “Empresas Feitas para Vencer” e  “Feitas para Durar”. No seu último livro “How the Mighty Fall“, ele resolveu ir a fundo nas características que fazem grandes empresas fracassarem. Abaixo ele fala sobre os 5 estágios desse declínio empresarial.

Estágio 1 - Arrogância por causa do sucesso.

Estágio 2 - Busca indisciplinada por mais.

Estágio 3 - Negação dos riscos e perigos

Estágio 4 - Se agarrar à salvação

Estágio 5 - Entregar-se à irrelevância

Collins ainda fala que até o final do “Estágio 3″ tudo parece estar indo bem quando observado do lado de fora da empresa. Mesmo a empresa estando no “Estágio 4″ ainda existe esperança de recuperação.

YouTube Preview Image

Quantas pessoas cabem no centro de uma organização?

malone

Thomas W. Malone, professor de Management da Sloan School of Management, do MIT, e diretor-fundador do Centro de Inteligência Coletiva do MIT está conduzindo o Special Management Program da HSM sobre Organizações Inteligentes, que acontece hoje, 26 de agosto, e amanhã, em São Paulo. Ele deixa claro que uma das primeiras escolhas possíveis para colocar pessoas no centro de uma organização é delegar muito mais responsabilidade dentro de uma estrutura basicamente hierárquica. “A maneira mais comum de fazer isso é delegar a maior parte das decisões aos níveis inferiores da empresa, deixando aos níveis superiores apenas o direito de avaliar os resultados e recompensar as pessoas de maneira adequada”.

Malone afirma que formar uma hierarquia flexível não é fácil. “As pessoas que tomarão decisões precisam estar preparadas”. Elas devem entender os critérios pelos quais serão avaliadas, precisam ter acesso às informações certas, e podem precisar de treinamento.

Algumas delas podem ter de encontrar novos empregos, porque nem todas são capazes de tomar as decisões certas, e as que são capazes nem sempre querem tomá-las. “Talvez o mais importante seja que as pessoas que atualmente têm o poder, estejam dispostas a abrir mão dele”.

Thomas W. Malone é autor do livro O Futuro dos Empregos (M. Books).

Chris Anderson, a Cauda Não É Longa! A Cauda é Encaracolada

Capa do livro Free, de Chris AndersonAntes de ler o novo livro de Chris Anderson - “Free”, paremos para analisar o primeiro livro dele. Para mim a oferta da promessa do Long Tail como REGRA é nice até… mas o fato é que esses conceitos, no mínimo, são economicamente contestáveis, quando tratados como “norma” mercadológica e não como oportunidades segmentadas.

Chirs Anderson é um personagem inteligente, instigante, editor-chefe da revista Wired e tudo mais, Mas analisemos melhor sua proposta em Long Tail.

Para Chris, Long Tail quer dizer que os mercados menos concentrados, mais marginais, mais customizados, mais individuais etc etc serão saciados pela democratização da Internet e a transformação que esse processo traz à economia tradicionalmente focada em poucos que consomem muito, geralmente produtos standartizados (o Short Tail). Sim, é parcialmente verdade, porque a paixão dele pela gratuidade chega a ser inexplicável.

Penso que em contraposição à Cauda Longa, lançamos mão do conceito de Cauda Encaracolada, uma vez que a gratuidade não é conceito intrínseco da atividade econômica ou elemento sustentável dos negócios. A Cauda de consumo (oferta X capacidade de aquisição) certamente não será mais tão curta, como tem sido. Mas também não será um looooong-tail assim de gratuidades e consumismos desenfreados, personalizados, satisfatórios e gratuitos.

Fato é que as classes C, D e E pagam por produtos e serviços que valorizam (value to perception, value to needs). E vão consumir cada vez mais sim, com a bancarização, com a inclusão digital, etc, etc. Consumir…

A gratuidade sim será característica daqueles produtos que puderem ser rapidamente copiáveis e dissemináveis (via download, por exemplo). Nesses casos, como o da indústria fonográfica, o que mudará é a matriz de cobrança, mudando eixos da cobrança de produtos, para serviço ou entretenimento, por exemplo. Portanto, Chris.. there’s no free lunch!, mesmo no mundo da Web 2.0.

Por isso Encaracolada… porque além de produtos Free passarem a ser consumidos pelo chamado long-tail, outros tantos estão sendo desenvolvidos para os early adopters (todos da Apple, Nokia, etc, por exemplo)… portanto, todos com custo para o consumidor final. Early adopters são, na economia digital, o Short Tail da economia tradicional. Chris Anderson se esqueceu disso.

Então paremos com isso. A Internet e todo seu poder colaborativo - de trazer o cliente para a cadeia de valor da empresa, de torná-lo co-autor dos produtos e serivços - e, portanto, juíz e vendedor de marcas - muda sim o comportamento de muitos produtos e a forma como são valorados, concebidos, entregues, consumidos. Mas isso não tem nada a ver com gratuidade em massa. Tem a ver com customização de valor percebido - que pode ou não ser gratuito, que pode funcionar para massas, clusters, tribos ou indivíduos.

Então Chris, creio que também não iremos concordar assim, de olhos fechados, que o mundo é Free. By the way… ele vende seus livros, certo? Ou os distribui gratuitamente capítulos para os interessados, permite downloads totais ou parciais da obra, etc, etc. Se ele não faz isso, então porque as gravadoras deveriam “gostar” de fazer isso? Porque os produtores de conteúdo e serviços e aplicativos deveriam incentivar esse tipo de argumento? Ah, esqueci… a tendência só vale para os outros!

Peter Drucker & Os 3 tipos de times

Durante uma empolgante conversa com o “pai do marketing” Philip Kotler, nos bastidores do Fórum Mundial de Marketing e Vendas, ele falou “Se eu sou o pai do Marketing, Peter Drucker foi o avô.” É impressionante como o pensamento de Drucker está atual mesmo levando em conta  todas as mudanças nas mais diversas áreas do mundo dos negócios. No meu aniversário de 30 anos, o presente mais curioso que ganhei foi um livro do Drucker de quase 600 páginas chamado “Management“. O livro é bastante dinâmico, é um apanhado de textos escritos ao longo dos anos sobre o tema de Gestão.

Hoje li um dos textos do livro que me levou a uma profunda reflexão. Nele, Drucker fala a respeito dos 3 tipos de times, seus integrantes, os desafios e vantagens de cada um. Para tornar a compreensão mais fácil, ele deu exemplos esportivos.

Primeiro -  Time de Baseball: Os jogadores jogam no time e não como um time. Todos possuem posições fixas que nunca mudam. Esse time é a clássica indústria, na famosa linha de produção e do trabalho feito em série.

Segundo - Time de Futebol: No futebol os jogadores também possuem posições fixas mas eles jogam como um time. O trabalho de cada integrante acontece em paralelo. Precisa haver um técnico que dita as regras e organiza o time com uma estratégia bem definida. Estrelas podem ajudar a levar o time pra frente mas também podem desestabilizar a equipe.

Terceiro - Time de Duplas no Tênis: Esse é o time que provavelmente gera as inovações genuinas. Pode ser chamado também de Jazz Combo. Nesse tipo de time os jogadores possuem uma posição primária e precisam “cobrir” os espaços deixados pelo parceiro. Precisam também se ajustar aos pontos fortes e fracos do parceiro e a todas as rápidas mudanças do jogo.

Segundo Drucker, não existe time certo ou errado. Cada um possui uma característica diferente com pontos forte e fracos. Cada situação exige um tipo de time. O time de Baseball, por exemplo, é  ótimo para tarefas operacionais e repetitivas. Nele podemos avaliar claramente o desempenho individual de cada integrante. Como cada posição é fixa e não interage muito com as outras, é possível colocar uma estrela em uma posição não importando o temperamento, individualismo ou arrogância.

Já no time de futebol, que conhecemos bem melhor, é necessário o direcionamento de um técnico. Como o formato é mais flexível, o talento individual é importante mas um time unido e bem direcionado acaba valendo mais. Existem as estrelas mas elas dependem do time para jogar. Cada jogador/trabalhador precisa realizar tarefas coerentes com o trabalho dos outros membros.

Nas duplas de tênis, o time precisa ser pequeno e os jogares precisam se conhecer muito bem. Precisa haver um objetivo bem claro mas também flexibilidade na performance e trabalho de cada membro. A vitória pode ser conquistada de diversas maneiras. A capacidade de adaptação é crucial.

Cada time exige uma gestão diferente com incentivos diferentes e avaliação de desempenho diferente.  Esse Drucker é danado não é?

E você, está inserido/lidera que tipo de time?

Saiba tudo sobre o Twitter

(Por Paula Rizzo via UoD)

Juliano Spyer lança hoje na web às 16hs o seu livro sobre o Twitter. Você tem algumas boas razões para baixá-lo: é de graça, em português e é interessante para gente que tem familiaridade com a plataforma e gente que não tem nenhuma. O livro conceitua o que é o Twitter, explica o funcionamento, mostra funcionalidades no mundo dos negócios, jornalismo e polícia e apresenta uma seção de uso avançado. O prefácio foi organizado por Marcelo Tas.

Acesse aqui.

Entrevista com Marcel Telles

Marcel Telles, um dos maiores empresários brasileiros,  fala para a revista Exame sobre empreendedorismo, administração do tempo, livro preferido e conselhos.

YouTube Preview Image

Clique em More para ver as outras partes da entrevista

More »

Onipresente, comentado pelo Prof. Eric Messa

Já falamos por aqui sobre o livro Onipresente do consultor Ricardo Cavallini. Uma das coisas mais bacanas a respeito do livro, além do conteúdo, é a dinâmica colaborativa criada pelo autor. Funciona assim, para um grupo seleto de formadores de opinião, o Cavallini pede para lerem e criarem suas próprias versões. Sabe aquele livro que você pega do amigo e já está cheio de anotações? É mais ou menos isso. No caso do Onipresente, o leitor passa tudo aquilo que ele mudaria no livro e é feita uma nova diagramação.

A última versão, quem comentou foi o Prof. do Curso de Comunicação e Marketing da FAAP Eric Messa.

Leia a versão comentada por Eric Messa: aqui

Sonho que se perdeu

Post com Trilha [audio:http://luisnassifmusica.blig.ig.com.br/imagens/baden_powell_07_horizon.mp3]

“Karl Marx, no final do século XIX, acreditava - e esse é um sonho que se perdeu e não deveria ter sido perdido - que chegaria um momento - e ele imaginou que seriam cem anos depois, portanto, agora, nesses últimos trinta anos - em que o homem trabalharia quatro horas por dia. E nas outras vinte horas iria brincar, ficar com a família, pescar e ler.”

texto retirado de Qual é Tua Obra por Mario Sergio Cortella

Free, as versões gratuitas do livro

Já falamos aqui da polêmica que está gerando o novo livro do Chris Anderson. Como não poderia deixar de ser, já que o nome do livro é Free, acabam de surgir os primeiros formatos gratuitos do trabalho. Um fato interessante me chamou a atenção em uma entrevista recente do autor. Ao explicar as diferentes versões e seus respectivos valores, ele explicou que nas versões em audio, a gratuita seria a mais longa. O argumento dele é, se a pessoa quer uma versão compacta com os principais conceitos, terá que pagar. No caso seria uma versão com 3 horas de duração a um valor de US$7.49. Se ela quer se aprofundar e “gastar” tempo e atenção com o material, poderá baixar a versão em audio com 6 horas.  Tempo é dinheiro!

Baixe o audio aqui.

Versão do iTunes aqui.

Leia o e-book aqui.



Close

Close