20/03/2010   RSS posts: 1538comentários: 3.009 updaters: 559
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Archive for the 'marketing' Category

Classe D é a bola da vez

Depois da classe C, agora é a vez da classe D entrar no planejamento de Marketing das empresas. Vejam os números deste mercado (do estudo Tendências da Maioria, realizado pelo Datafolha/Data Popular) e o que diz  Renato Meirelles, Sócio-diretor do Data Popular, em entrevista ao Mundo do Marketing, que você pode ler na íntegra aqui.

“Quem foi pioneiro olhando para a classe C olhe para a classe D. Eles são mais jovens e farão parte do mercado consumidor por mais tempo. Investir no futuro é investir na classe D, seja porque ela migrará para a classe C, ou porque tem mais a conquistar, já que a cesta de produtos é menor. As marcas que entenderem essa oportunidade têm grande chance de serem líderes de mercado no futuro”, aconselha.

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E-commerce mostra crescimento

Saiu ontem o relatório da e-bit sobre o crescimento do comércio eletrônico em 2009, apontando um aumento de 30% nas vendas e registrando R$ 10,6 bilhões. Veja abaixo os comentários de Pedro Guasti, Diretor Geral da e-bit, sobre os últimos números deste mercado.

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Hiper-realidade do marketing

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O vídeo é de 2008, mas segue válido. A dica foi do Gerd Leonhard, um dos maiores futurólogos da mídia segundo o Wall Street Journal, músico e autor dos célebres “Media 2.0” e “The Future of Music” (é, ele entendeu toda essa mudança da música na era digital).

HSM Management Highlights | A bolha das marcas

00000822713Para avaliar como as marcas afetam o desempenho financeiro, presente e futuro, das empresas, John Gerzema (chief insights officer da Young & Rubicam) e Ed Lebar (CEO da firma de consultoria Brand Asset) compararam suas bases de dados de marcas com 15 anos de dados financeiros fornecidos pela Compustat da Standard & Poor e pelo Center for Research in Security Prices, da University of Chicago, que estuda um universo específico de 900 “monomarcas” multinacionais, cuja marca única e poderosa dá origem a 80% do faturamento da respectiva empresa (entre elas, estão Intel, McDonald’s e Microsoft). Apesar de a valorização das marcas nas bolsas de valores ter sido crescente desde que iniciamos nossa coleta de dados, eles descobriram que:

  • os índices de confiabilidade nas marcas caíram mais de 50%, 
  • a percepção de qualidade, 24%; 
  • o conhecimento das marcas, 20%;  
  • a estima e consideração, 12%. 

Eles investigaram o que está causando tal deterioração e chegaram a uma conclusão sobre os diversos fatores que sugam a percepção sobre (e o desejo por) as marcas entre os consumidores, sintetizados em três fundamentais:

  1.  Quantidade excessiva. Há uma nova realidade com a qual as empresas deparam: o mundo foi inundado por marcas e está mais difícil para os consumidores avaliar as diferenças entre elas. Em 2006, o Patent and Trademark Office, instituto de propriedade industrial dos Estados Unidos, registrou 196,4 mil novos produtos; 100 mil acima do que fora registrado em 1990. Um supermercado médio hoje conta com 30 mil marcas diferentes, três vezes mais do que há 30 anos. A globalização e a concorrência crescente contribuem ainda mais para o grande número de marcas.
  2. Falta de criatividade. Em um mundo com Hulu, YouTube e Twitter, os consumidores estão constantemente expostos a conteúdos brilhantes e podem compartilhá-los. O resultado é o aumento do “coeficiente de criatividade” do consumidor, que espera sempre grandes ideias das marcas e que venham rapidamente.
  3. Perda de confiança. Hoje o grau de confiança que os consumidores depositam nas marcas é muito pequeno em comparação com 10 anos atrás. A fé da sociedade nas instituições, nas empresas e nos líderes foi seriamente afetada pelos escândalos políticos e corporativos.

Para enfrentar esses problemas, More »

Erros de Marketing da Semana

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É errando que se aprende. Ouvimos essa expressão desde criança, e constatamos que é a pura realidade também no mundo dos negócios.

Há quem prefira não arriscar pra não errar. E há os que aceitam errar, desde que o problema seja identificado e solucionado rapidamente.

Já que é tão difícil aprender, que tal tirar lições com os “delizes” dos outros?
Leia mais sobre alguns (possíveis) erros de marketing:

- Nestlé lança bebida Alpino que não tem Alpino

- Religião e Marketing de alimentos

- Mc Donald’s lança Mc Italy que não é italiano

- Faça xixi antes de embarcar e salve o planeta

- Agência de viagens explora traição no Carnaval brasileiro

Quando o design salva (e a utilidade também)

Os que me conhecem sabem que ando cansada do mantra “os jornais vão morrer, toda a vida será online”, repetido à exaustão mundo afora. Às vezes, acho que leitores preguiçosos é que ficam alimentando a corrente por interesse próprio (mas aí já se trata de implicância). As coisas se transformam, coexistem em novos arranjos e cada qual tem uma função a cumprir. Quem concorda comigo, aparentemente, é o ultrapremiado e bem-sucedido designer de jornais Jacek Utko, polonês, e concorda duas vezes: 1. Em um congresso sobre mídia impressa que aconteceu essa semana na Alemanha, ele disse que o newspaper (papel que traz notícias ou novidades) é substituído pela mídia online, mas o usepaper (papel que tem utilidade, dando conhecimento, servindo de ferramenta) permanece. Concordo. 2. Ele tem um histórico de aumentar absurdamente a tiragem de jornais europeus (e, às vezes, salvá-los da extinção), mudando seu visual. Vejam o vídeo da apresentação de Utka em um TED Talk de 2009. YouTube Preview Image “The whole newspaper as one composition. As music. With rythm.” A mesma lógica pode ser aplicada a muitos produtos, serviços e atividades; fiquem atentos.

Erros de Marketing da Semana

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É errando que se aprende. Ouvimos essa expressão desde criança, e constatamos que é a pura realidade também no mundo dos negócios.

Há quem prefira não arriscar pra não errar. E há os que aceitam errar, desde que o problema seja identificado e solucionado rapidamente.

Já que é tão difícil aprender, que tal tirar lições com os “delizes” dos outros?
Leia mais sobre alguns (possíveis) erros de marketing:

- McDonalds explorou tragédia no Haiti?

- Logos separados ao nascer (Nestlé, SKY, iG, etc)

- Fazer flash mob só porque está na moda? Caso Havaianas

- Fritex e sua crise de identidade

E-commerce vive novo momento no Brasil

Volto ao tema Comércio Eletrônico pela importância que este canal de venda está ganhando. E, como gostam os CEOs e o Conselho, nada melhor do que números e fatos para comprovar que nenhuma empresa pode ficar fora do e-commerce. Detalhe que não está no apanhado abaixo: a Renner acabou de entrar no varejo on-line, o Carrefour logo estreará a sua pontocom e, reforçando o que você pode ver a seguir, nada menos do que 35% do faturamento da Saraiva é fruto do que ela vende por meio de bits.

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Divulgar calorias diminui vendas de alimentos?

starbucksEm Nova York existe uma lei que obriga todas as lanchonetes e restaurantes e colocarem as calorias dos alimentos no cardápio. Talvez por pensar que isso represente um risco pras vendas dos restaurantes a National Restaurant Association dos EUA é contra a obrigação. Mas… será que isso realmente diminui as vendas? Por exemplo… você deixaria de pedir um “large vanilla latte” na Starbucks por saber que tem 320 calorias?

Pra responder essa pergunta, pesquisadores de Stanford fizeram uma pesquisa comparando as vendas da cafeteria com e sem a divulgação das calorias. O resultado me surpreendeu:

- A quantidade de calorias ingerida por cliente caiu 6% (de 247 para 232)

- As calorias ingeridas nas bebidas praticamente permaneceu estável, mas as calorias ingeridas nos alimentos caiu 14%. A maior parte dessa queda aconteceu porque as pessoas compraram menos quantidade de alimentos por visita.

- Em geral as lojas não perderam faturamento. Mas as lojas que ficavam a menos de 50 metros de algum concorrente (como Dunkin Donuts) tiveram um aumento nas vendas, porque tiveram um aumento no número de clientes.

Ou seja, no fim das contas, divulgar as calorias fez com que os clientes da Starbuck tivessem uma alimentação mais moderada, sem reduzir (ou, em alguns casos, até aumentando) as vendas.

Apesar desse estudo, há quem continue acreditando que se o Mc Donalds deixasse mais evidente a quantidade de calorias em suas sanduíches, teria um belo impacto nas vendas. Será?

Marketing de sucesso sem um departamento de Marketing por trás

Você consegue imaginar uma empresa que tenha ótimas estratégias de Marketing sem ter um departamento de Marketing estruturado por trás? Pois ela existe e é a prova de que o Marketing pensado de forma holística é o melhor caminho para desenvolver produtos diferenciados e conquistar o consumidor.

A Do Bem é um caso destes. A marca de sucos prontos vendidos em caixinhas começa diferente porque seu produto é feito com frutas reais e não contém conservantes. Não bastasse o produto único, eles desenvolveram uma embalagem única, apostam em mídia espontânea, formas diferenciadas de comunicação e num forte relacionamento com clientes em todos os canais possíveis, com grande atuação nas redes sociais. E são brasileiros. É uma marca que tem espírito. Espírito carioca. Vale a pena conhecer este case.

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Erros de Marketing da Semana

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É errando que se aprende. Ouvimos essa expressão desde criança, e constatamos que é a pura realidade também no mundo dos negócios.

Há quem prefira não arriscar pra não errar. E há os que aceitam errar, desde que o problema seja identificado e solucionado rapidamente.

Já que é tão difícil aprender, que tal tirar lições com os “delizes” dos outros?
Leia mais sobre alguns (possíveis) erros de marketing:

- Volvo e seu logo “machista”

- Bauducco incentiva a gula em crianças

- Revistas Veja e Época com a mesma capa

Linchpin, novo livro do Seth Godin

Seth Godin acaba de lançar seu novo livro chamado Linchpin. Como estratégia de lançamento, além de dar alguns formatos grátis, ele fez uma série de entrevistas com personalidades para discutir os conceitos do livro. Abaixo a entrevista de David Meerman Scott, autor de “As novas regras do marketing e RP”.

http://www.vimeo.com/8779866

Baixe o manifesto de 8 páginas: aqui

Bom exemplo de um profissional de Marketing

Profissional de Marketing de verdade vai onde o seu público-alvo está. Sempre foi e sempre será assim. Há dois ou três anos, no entanto, ir à casa do consumidor virou moda. Como poucos iam entender o cliente em seu habit natural até então, criou-se até um erro ao chamar essas visitas de observação em estudo antropológico. Pura bobagem.

Mas observar também vale. Vale muito. É isso que está fazendo o Diretor de Marketing da Intel, Cássio Tietê. Ele está acampando na Campus Party, feira que reúne internautas de todo o Brasil em São Paulo nesta semana. Além de falar sobre as tecnologias Intel para 2010, a intenção do executivo é fazer uma imersão nesse mundo geek, trocar informações e acompanhar de perto o dia a dia dos aficionados por tecnologia e pelo mundo digital.

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Charlene Li & Redes Sociais

social As Redes Sociais nunca estiveram tão em evidência. As empresas estão cada vez mais percebendo que não podem ficar de fora. No relatório "2010 Digital Marketing Outlook" desenvolvido pela Society of Digital Agencies, fica evidente, como mostra o quadro acima, quais serão as prioridades nas ações de marketing em 2010. Para aprofundar a discussão desse tema, trazendo casos práticos de empresas que estão desvendando os mistérios das redes sociais, a HSM trará no final de março, Charlene Li no [inline] [/inline]

Peugeot | De montadora a operadora de celular?

Sabem aquele papo de estratégia de marketing sobre você entender em que negócio está sua empresa? O de fabricar carros ou o de transportar pessoas, por exemplo, no caso da indústria automobilística? Muita gente ainda ri e acha que é discurso bonito para inglês ver. Mas não é. A Peugeot España parece que percebeu isso. Ela está estudando a possibilidade de se converter em operadora de telefonia móvel para oferecer serviços de comunicação a seus veículos, porque o negócio dela talvez seja o de transportar pessoas dando-lhes todas as comodidades de que necessitam. Vi a notícia no El País. Tomara que a indústria automobilística comece a se mexer assim rumo à diferenciação.



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