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Archive for the 'palestrantes' Category

Charlene Li & Redes Sociais

social As Redes Sociais nunca estiveram tão em evidência. As empresas estão cada vez mais percebendo que não podem ficar de fora. No relatório "2010 Digital Marketing Outlook" desenvolvido pela Society of Digital Agencies, fica evidente, como mostra o quadro acima, quais serão as prioridades nas ações de marketing em 2010. Para aprofundar a discussão desse tema, trazendo casos práticos de empresas que estão desvendando os mistérios das redes sociais, a HSM trará no final de março, Charlene Li no [inline] [/inline]

O papel dos líderes na estratégia

porter1Complementando o post anterior... Para Michael Porter, o líder deve: - Guiar o processo de escolher a posição exclusiva da empresa (o CEO é o estrategista-chefe e a escolha da estratégia não pode ser plenamente democrática) - Distinguir claramente o aumento da eficácia operacional e estratégica - Comunicar incansavelmente a estratégia para todas as partes envolvidas (torne proveitoso o propósito moral da estratégia) - Preservar a disciplina em torno da estratégia em face de muitas distrações - Decidir a quais mudanças no setor, tecnologias e necessidades de clientes reagir, e como essa reação pode ser ajustada à estratégia da empresa - Medir o progresso alcançado em relação à estratégia usando métricas que captem as implicações desta no atendimento ao cliente e na realização de certas atividades - Vender a estratégia e o modo de medir seu progresso aos mercados financeiros

Onde o CEO se encaixa?

No período da tarde, Porter abordou no Special Management Program "On Strategy" o papel do líder no processo estratégico. O objetivo de desenvolver ou restabelecer uma estratégia nítida em geral é, uma questão organizacional, que depende da liderança. "Com tantas forças trabalhando contra o exercício de escolhas e de opções excludentes nas empresas, a existência de um nítido referencial intelectual para orientar a estratégia é um contrapeso imprescindível. Além disso, também são essenciais os líderes fortes, dispostos a fazer escolhas", afirmou. Ele explicou que em muitas empresas, a liderança degenerou em orquestração das melhorias operacionais e na condução das negociações. Mas o papel do líder é mais amplo e muito mais importante. "A gerência geral é mais do que a simples administração de funções individuais". O seu cerne é a estratégia: a definição e a divulgação da posição exclusiva da empresa, o exercício de opções excludentes e o desenvolvimento da compatibilidade entre as atividades. "O líder deve proporcionar a disciplina para as decisões relativas às mudanças setoriais e às necessidades dos clientes a que a empresa responderá, ao mesmo tempo em que evita a dispersão organizacional e assegura a diferenciação".

Como os clientes podem pôr a perder a estratégia

dsc01405 Hoje estou cobrindo em São Paulo, para o Portal HSM Online, o Special Management Program "On Strategy, com o professor Michael Porter. Logo cedo, o professor de estratégia explicou o porquê de muitos clientes colocarem a perder a estratégia das empresas. Porter disse que muitos gerentes confundem “foco no cliente” com a idéia de que devem satisfazer todas as necessidades dos clientes ou responder a todos os pedidos dos canais de distribuição. Outros mencionam o desejo de preservar a flexibilidade. As realidades organizacionais também atuam contra a estratégia. As opções excludentes são assustadoras, e por vezes, não exercê-las parece preferível a ser responsabilizado por uma escolha inadequada. "As empresas imitam umas as outras, num tipo de comportamento de rebanho, cada uma assumindo que as rivais sabem algo que não é do seu conhecimento". Os funcionários dotados de novos poderes, instigados a buscar todas as possíveis fontes de melhorias, quase sempre carecem da visão do todo e da perspectiva para reconhecer as opções excludentes. A não opção por vezes se resume na relutância de decepcionar gerentes ou funcionários considerados valiosos. O professor afirmou que de todas as influências, o desejo de crescer talvez seja a que exerce o efeito mais perverso sobre a estratégia. As opções excludentes e as limitações parecem constranger o crescimento. Atender a um determinado grupo de clientes e excluir outros, por exemplo, impõe um limite real ou imaginário ao crescimento da receita. As estratégias de objetivos amplos, que enfatizam o preço baixo, acarretam a perda de vendas a clientes sensíveis à qualidade ou serviços. Já os que adotam a estratégia de diferenciação deixam de vender a clientes sensíveis a preço.

Podcastings - ExpoManagement 2009

Durante a ExpoManagement deste ano, estamos com uma novidade. O portal HSM Online traz entrevistas com renomados especialistas brasileiros de diversas áreas. Confira, abaixo, alguns dos podcastings realizados. João Carlos Fernandes Correa – Prosegur Tecnologia Empresas de todo o país tem até agosto de 2010 para mudarem o sistema de ponto dos funcionários. [audio:http://podcast.hsm.com.br/podcasts/expo2009/joao_carlos_fernandes_correa.mp3]  Marco Túlio Zanini - Fundação Dom Cabral Professor de gestão de pessoas, explica o que é liderança baseada em valores e porque é importante discutir esse tipo de liderança no mundo contemporâneo. [audio:http://podcast.hsm.com.br/podcasts/expo2009/marco_tulio_zanini.mp3]  Otavio Dias - Repense Presidente da agência de comunicação integrada Repense. É responsável na ExpoManagement 2009 pelo Auditório Repensadores, onde serão realizadas 15 palestras com temas ligados a novas mídias e sustentabilidade. [audio:http://podcast.hsm.com.br/podcasts/expo2009/otavio_dias.mp3] Paulo Kretly - FranklinCovey Presidente da FranklinCovey Brasil, destaca que muitos líderes atuam como se ainda estivéssemos na Era Industrial, e qual a importância de liderar de maneira inovadora nesta Era do Conhecimento. [audio:http://podcast.hsm.com.br/podcasts/expo2009/paulo_kretly.mp3] Clique aqui e confira todos os podcastings da ExpoManagement 2009.

Encerrando o Primeiro Dia: Rudolph Giuliani

(Por Lorenzo Mendoza) Rudolph Guiliani encerrou o 1o. dia do HSM Expomanagement 2009. Numa palestra aberta com praticamente todo auditório principal lotado o ex-prefeito de Nova Iorque falou sobre liderança. Quase padre, mas advogado de formação Ruddy (como prefere ser chamado) falou a respeito 5 pontos para ser líder na era de informação em que vivemos, numa era onde somos inundados por informação de tudo quanto é lado e que cada vez mais nos dá um senso de urgência nem sempre verdadeiro. More »

O verdadeiro poder

O Professor Vicente Falconi lançará na ExpoManagement 2009 seu novo livro, intitulado O VERDADEIRO PODER, o qual considera como seu grande legado para as lideranças do nosso país. A renda integral da venda deste livro será revertida para o ISMART, instituto que se dedica a identificar crianças de altíssimo potencial intelectual, mas de muito baixa renda, para oferecer a elas a oportunidade de cursar escolas privadas de primeira linha e assim desenvolver todo o seu potencial. Veja o vídeo especial com depoimentos dos presidentes das maiores empresas do país.

A estratégia segundo quem entende

porterA estratégia será o tema de duas das palestras mais esperadas da ExpoManagement 2009, que acontece entre 30/11 e 2/12 em São Paulo. Michael Porter e Kenichi Ohmae, as duas maiores autoridades mundiais no assunto, vão abordar a estratégia por pontos de vista diferentes e complementares. Porter, que lidera o Institute for Strategy and Competitiveness, levará os participantes a pensarem no papel da estratégia na inovação e na mudança e em como definir em qual negócio uma empresa está realmente competindo. Além disso, falará especificamente sobre estratégia competitiva para empresas brasileiras. Já Kenichi Ohmae, conhecido internacionalmente como Mr. Strategy e um dos cinco maiores especialistas em gestão do mundo, focará na competitividade do mercado na definição da estratégia em momentos de mudança. Em suas palestras, Ohmae tem ensinado as corporações a olhar além das fronteiras nacionais e obter sucesso em mercados globalizados. Em comum, os dois palestrantes trarão para o público da ExpoManagement 2009 sua visão certeira sobre os negócios no cenário mundial e direcionamentos para que as empresas desenvolvam estratégias inovadoras e se mantenham competitivas. Veja a programação completa dessas e de outras palestras e inscreva-se para as palestras paralelas gratuitas no hotsite: expomanagement.com.br

Os 50 maiores pensadores de negócio

A casa editorial britânica Suntop Media, especializada em análise de negócios e reconhecida por realizar um ranking bianual dos 50 maiores pensadores no mundo dos negócios, acaba de publicar os resultados de 2009. Ficamos todos na HSM orgulhosos de saber que da lista de 50 nomes, 32  já foram palestrante em algum dos nossos eventos ao longo dos anos. Abaixo a lista dos 20 primeiros. 1- C.K. Prahalad (Ficou em primeiro em 2007 e 2009) 2- Malcolm Gladwell 3- Paul Krugman (Será palestrante na ExpoManagement 2009) 4- Steve Jobs 5- Chan Kim & Renée Mauborgne 6- Muhammad Yunus 7- Bill Gates 8- Richard Branson 9- Philip Kotler 10- Gary Hamel 11- Michael Porter (Será palestrante da Expomanagement 2009) 12- Ratan Tata 13- Ram Charan 14- Marshall Goldsmith 15- S. (Kris) Gopalakrishnan 16- Howard Gardner 17- Jim Collins 18- Lynda Gratton 19- Tom Peters 20- Jack Welch (Será palestrante de Expomanagement 2009) Veja a lista completa aqui.

Fórum Mundial de Negociação HSM - O que eles disseram

 

Pessoal, na última página da revista HSM Management, sempre vem a seção "O que eles dizem sobre ". Trata-se de um conjunto de frases sobre determinado assunto e que servem como insights para o nosso cotidiano. Acho a idéia excelente e a utilizei para reunir aqui no blog algumas frases apresentadas pelos palestrantes nos eventos da HSM de que participo. Seguem abaixo, algumas frases que capturei no Fórum Mundial de Negociação realizado nos dias 29 e 30 de setembro :

Carlos Alberto Júlio :

Quando você não toma decisão, alguém toma decisão por você;

Tomar decisões é o principal papel do gestor;

Erro é uma oportunidade de aprendermos algo novo;

 

Paul Schoemaker :

Credibilidade é a base de um bom relacionamento; More »

As emoções e a negociação

dsc_2228_resizeDaniel Shapiro, fundador e diretor da Harvard International Negotiation Initiative e diretor associado do Harvard Negotiation Project e professor da Harvard Law School e do Departamento de Psiquiatria da Harvard Medical School/McLean Hospital foi quem abriu o segundo dia do Fórum Mundial de Negociação da HSM, no Teatro Alfa, hoje em São Paulo. Ele começou falando que todos sabem o que é uma emoção, até o momento em que se pede que a definam. Segundo Shapiro, uma emoção é uma experiência que se sente. Quando alguém sente uma emoção, não se limita a pensar sobre ela. Quando alguém diz ou faz algo que tem importância pessoal para você, suas emoções respondem. Em geral, conjuntamente com pensamentos associados, trocas fisiológicas e o desejo de fazer algo. E ss emoções podem ser positivas ou negativas. Uma emoção positiva, eleva o estado de ânimo pessoal. Trata-se de orgulho, esperança ou alívio. Em uma negociação, uma emoção positiva faz com que a outra pessoa provavelmente construa uma boa relação de comunicação com ela, marcada por boa vontade, compreensão e a sensação de estar sincronizados. Por outro lado, a ira, a frustração, e outras emoções negativas produzem um sentimento de aflição pessoal, sendo menos provável que construam uma boa relação de comunicação. O que fazer para atingir o equilíbrio e como canalizar essas emoções de maneira positiva? Vale a pena ler a cobertura completa desta palestra, logo mais no portal da HSM!

William Ury: preparar e negociar

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William Ury no Fórum Mundial de Negociação 2009.

No modelo estratégico de negociação desenvolvido por William Ury, temos dois grandes processos: preparar e negociar . Veja matéria sobre a palestra de Ury, no Fórum Mundial de Negociação 2009, no portal HSM Online, e dê sua opinião. Muitos exemplos comprovam a tese... Às vezes, um funcionário nos procura para pedir aumento salarial. E, em virtude de limitações orçamentárias, temos que dizer não. O que irrita o funcionário e nos deixa frustrados, quando se trata de um funcionário valioso. Mas porque o funcionário quer aumento? Será necessidade de reconhecimento? Nesse caso, o que pode ser feito para atender à necessidade dele? Um título novo, uma tarefa nova, uma ação de treinamento, um reconhecimento não monetário? É preciso estar sempre se questionando sobre o que há por trás da posição. Havia dois diretores, de duas divisões diferentes de uma empresa, com um chefe em comum. Ficavam em cidades diferentes. Em determinado ano, o chefe lançou uma campanha de corte de custos e, no final do ano, sobraram R$ 200 mil. O chefe pede, então, que se comuniquem por e-mail e sugiram uma forma de repartir esse dinheiro. Feito isso, se não chegarem a um acordo, ele diz que já tem uma outra destinação para o dinheiro. Não haverá negociação posterior. Os dois diretores estão sob pressão. Se o diretor que tomar a iniciativa propor, por exemplo, no e-mail, R$ 120 mil para a divisão dele e R$ 80 mil para a divisão do outro, o segundo diretor deve aceitar? O bom senso diz que sim. Porque, se não aceitar e a negociação não vingar, os dois podem ficar sem nada, já que o chefe já teria outra destinação para o dinheiro. More »

Os três grandes dons de um Não Positivo

ury Segundo os sábios da Índia antiga, existem três processos fundamentais interagindo no universo: criação, preservação e transformação. Dizer Não é essencial para os três. Se você aprender como dizer não de uma forma inteligente, poderá criar o que quiser, proteger o que valoriza e mudar o que não funciona. Esses são os três grandes dons de um Não Positivo. Quem falou sobre este tema durante a tarde inteira do primeiro dia de Fórum Mundial de Negociação foi William Ury, co-fundador e diretor do Program on Negociation na Harvard University, que é reconhecido internacionalmente como um dos maiores especialistas em negociação e gestão de conflitos da atualidade. Seu livro Como chegar ao sim (Getting to yes) já vendeu mais de 4 milhões de exemplares...

Você negocia consigo mesmo?

Autora: Alexandra de Sousa.

Paul Schoemaker, expert em tomada de decisões, realizou a segunda palestra do primeiro dia do Fórum Mundial de Negociação da HSM. Ele veio ao Brasil falar sobre tomada de decisão em negociações, e a relevância do tema é clara: quase todas as decisões envolvem negociação, e toda negociação inclui a tomada de decisões.

“Você negocia até consigo mesmo”, afirmou ele. Um caso de dupla personalidade? Não, reconhecimento de que nosso mundo interior é habitado por muitos “eus”. A questão é que nem sempre eles se entendem. Papéis diferentes, desejos distintos, objetivos conflitantes. Jogar futebol ou ficar em casa com a vovó? Investir mais ou aumentar a contribuição àquela instituição que ampara crianças? Sigo meu desejo ou aposto num código de conduta?

Schoemaker nos alertou para a complexidade das decisões –e tanto mais complexas são, quanto mais partes estiverem envolvidas. Agora, imagine: você com os seus muitos “eus”, a outra parte trazendo outros tantos... Interesses velados ou declarados, reconhecidos ou não, conflitantes ou sintônicos.

Assim, conhecer-se e colocar-se no lugar da outra parte são dois dos desafios do processo de negociação. Com humildade e postura aberta a outras verdades, evitamos uma das armadilhas da tomada de decisão, que é considerar que sabemos tudo ou, ao menos, mais do que o outro. Evitamos, ainda, não enxergar a periferia e basear nossa estratégia em pressupostos que, de tão fantasiosos, nos levam ao fracasso.

Para não despencarmos de nossa própria arrogância, a primeira recomendação do professor é enquadrar corretamente o problema. Afinal, do que trata essa negociação? Pergunta básica ao extremo, embora frequentemente negligenciada.

Schoemaker e outros pesquisadores estão no Fórum para nos oferecer insights sobre como tornar o processo de negociação mais acertado.

Confira a cobertura completa do evento no portal HSM Online.

Assuma as emoções

Para alcançarmos bons resultados em negociações, devemos assumir nossa humanidade, que é a razão e a emoção. Com esta afirmação, o portal HSM Online publica, hoje (25/09), o artigo que relata os conhecimentos e pensamentos de Daniel Shapiro. Shapiro tem credenciais que nos estimulam a ouvi-lo: é psicólogo clínico, presidente do Conselho de Negociação e Resolução de Conflitos do Fórum Econômico Mundial e docente dos departamentos de direito e psiquiatria da universidade Harvard, onde dirige centros de pesquisa em negociação que são referência no mundo todo. Foi do Harvard Negotiation Project que emergiu o aclamado livro Como Chegar ao Sim, que William Ury e Roger Fisher lançaram em 1981. Ele estará no Fórum Mundial de Negociação, que acontece nos dias 29 e 30 de novembro, em São Paulo, organizado pela HSM. Sugiro também a leitura dos outros artigos da editoria de Marketing: SIM na Era Virtual A utilização do Sistema de Informação de Marketing para segmentação, relevância e mensuração.
Você faz as perguntas certas para o seu cliente? A qualidade de qualquer resposta depende exclusivamente da pergunta.
Vendas, a relação de talento versus esforço O que essas características significam exatamente na prática dos bons vendedores.
O crescimento da importância do autosserviço Consumo em supermercados cresceu, indiferente à crise.
Boa leitura!



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